Continuação do texto anterior - Maria de Nazaré
Assim, quando Gabriel apareceu a Maria, ela já era esposa legal de José, aguardando apenas a segunda cerimônia para unir-se a ele na condição de mulher.
A notícia da gravidez de Maria logo se espalhou. Sob o ponto de vista legal, a coabitação entre noivo e noiva não constituia crime. De fato, era uma das maneiras reconhecidas para concluir-se um contrato de casamento. Sua legalidade, entretanto, não amenizava a situação. Era uma violação do decoro e uma nódoa na família da noiva. O ato em si não era passível de penalidade se o noivo confessasse publicamente ser o autor e declarasse que escolheu tal método como meio de consumar o casamento. No entanto, se ele negasse, a noiva sofreria as penas da lei morte a pedradas. Decidiram interrogar o noivo.
José comparece à sinagoga e, tomando conhecimento das acusações, resolve proteger Maria. Homem digno e bom, assume a responsabilidade, livrando a noiva das garras da lei.
O casamento é considerado legal - o noivo desposou a noiva na maneira santificada pela Tora e pela lei de Moisés e Israel.
Amargurado, José resolve afastar-se de Nazaré. Deixaria Maria secretamente. Depois, requereria o divórcio, de acordo com as leis de Israel.
José adormece e, em sonho, vê Gabriel a dizer-lhe que não receie desposar Maria, pois o filho que ela traz no ventre foi concebido pelo Espírito Santo. Seria um menino, a quem deveria ser dado o nome de Jesus e ele iria salvar o povo de seus pecados.
José desperta com o coração batendo descompassado. E aceita a missão que lhe estava destinada. Acreditava na vinda de um Salvador mais poderoso que um rei.
Passa a viver na casa de Maria, junto à qual constrói sua oficina.
Alguns dias depois, Maria resolve ir à região montanhosa da Judéia, onde estava morando Isabel.
Vendo-a entrar e saudá-la, Isabel sente que sua criança se agita em seu ventre. Então, exclama em voz alta :--- Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu corpo. Quem sou eu e que fiz para merecer a felicidade de ser visitada pela mãe de meu Senhor? Mal soou em meus ouvidos a voz de tua saudação, senti agitar-se dentro de mim o filho que terei.
Maria se rejubila com o que ouve e profere seu cântico de agradecimento e louvor ao Onipotente. Permanece, então, hospedada na casa de Isabel por uns três meses, findos os quais, volta para sua casa, muitos quilômetros ao norte.
Sua gestação já ia adiantada e ela ainda cuidava de sua pequena horta, do pequenino rebanho, fiava na roca, fazia no tear o tecido para suas vestes, moía o trigo para fazer o pão, refinava o azeite para as lâmpadas, ia de manhã buscar água no poço, e preparava à noite o leito do marido.
Por essa época, o Imperador Augusto ordena o recenseamento de todas as populações submetidas a Roma. Cada cidadão deveria apresentar-se na província onde nascera. Por essa razão, José dirige-se a Belém, levando Maria consigo. Na cidade, repleta de viajantes, as hospedarias mostram-se lotadas. O casal não tem outra alternativa senão acomodar-se num estábulo, onde nasce a esperada criança. Maria envolve-a em faixas e acomoda-a entre as palhas da manjedoura.
Bem podemos imaginar os sofrimentos por que passou Maria, tão jovem e inexperiente das asperezas da vida, sentada ao lombo de um jumento, vencendo caminhos tortuosos, guiada pela mão amiga e segura de José. E, no fim, nem pouso para receber seu filho. Recebe-o em pleno campo, sem qualquer conforto, à luz das estrelas, tendo como testetemunhas seu fiel companheiro e alguns animais. Doce sorriso, entretanto, brinca em seus lábios e sua fronte nimba-se de luz. Seu filho está ali, o seu amor; sua vida entrelaçada à dele para todo o sempre.
Pastores da redondeza que costumavam pernoitar no campo para guardar seus rebanhos são despertados pela visão de entidade angélica que lhes disse haver nascido na cidade de Davi, Belém, o Messias, o Salvador que estaria envolto em faixas e deitado numa manjedoura. Vozes dos céus entoam : "Glória a Deus nas alturas. Paz na terra aos homens de boa vontade!"
Ficamos por aqui, hoje. Vão seguindo cada publicação ou deixem juntar os previsíveis sete módulos para terem facilidade de avaliar o texto em sua integridade.
Que Deus esteja conosco.
Uma série de inquiriçoes sobre nossa condiçao de humanos na Terra. A finitude do corpo material X A imortalidade do espirito sob a otica espírita.Razoes e conseqüências de nossa passagem por este planeta.
domingo, novembro 03, 2002
sábado, novembro 02, 2002
Deus! Espantei-me quando vi o útimo dia em que escrevi aqui. Perdoem-me.
Que trago pra vcs hoje? Um trabalho lindo escrito por minha irmã Marisa, o qual transcreverei a seguir. Antes, porém, quero avisar que, por ser um trabalho longo, será dividido em cinco ou seis porções, em posts seguidos, se possível, diários. Intitula-se :
Maria de Nazaré
"Vamos falar de Maria, Mãe de todas as Mães, Mãe da Humanidade, Maria, a Rosa Mística de Nazaré. E falar de Maria é falar de Amor, de Renúncia, de Abnegação, de Sacrifício.
Em uma pequena casa situada na parte retirada de Nazaré, na Galiléia, viviam a viúva Ana e sua filha caçula Maria, moça bela, mística, possuidora de inquebrantável fé.
Apesar de pobres, eram de linhagem nobre, pois descendiam da casa de Davi. Como todos os judeus, Ana e Maria liam os livros sagrados, observando os ritos fielmente.
Maria levava vida simples, ajudando a mãe nos afazeres domésticos, cuidando dos animais, da horta, do jardim, de cujas flores, extraia os óleos do incenso.. Apanhava água no poço da cidade. Preparava os óleos para as lâmpadas.
Como toda filha judia, Maria aprendera tudo isso na adolescência para, mais tarde, saber desincubir-se dos serviços da casa do marido.
Quando Zacarias, esposo de sua prima Isabel, foi nomeado para os ofícios sagrados do templo, Maria foi enviada a Jerusalém. Ali ficou por uns dias, sob os cuidados espirituais do casal, participando dos trabalhos nas oficinas do Templo. Isso era de capital importância na educação de uma moça judia.
Em Belém, na Judéia, vivia José, carpinteiro de profissão que também descendia da casa de Davi, se bem que de ramo empobrecido dessa família e, portanto, zeloso em preservar a pureza de sua linhagem. Nada se conservava com maior desvelo, numa família,judia, do que o registro de seus antepassados, que se transmitia de geração a geração, como o mais precioso dos bens.
José não podia aspirar a casar-se com membro de uma das ricas famílias da casa de Davi. Sabendo, porém, que, em Nazaré, viviam Ana e sua filha, da mesma linhagem que a sua, dirige-se àquela cidade a fim de desposar Maria.
Chegando a Nazaré, procura um tio paterno de Maria, com o qual era aparentado, e revela-lhe suas intenções.
À noite desse mesmo dia, José é levado à casa de Ana que acatou o pedido.
José é apresentado à congregação, que se achava reunida na sinagoga e é anunciado o seu desejo de desposar Maria e estabelecer-se na comunidade. Foi aceito como cidadão de Nazaré, embora algumas versões falem que ele ali já residia. Seria viúvo, já tendo filhos.
O contrato do casamento entre José e Maria foi lavrado conforme a tradição de Israel. Estava, assim, Maria, noiva de José. Logo estaria casada, como qualquer outra moça, de conformidade com as leis de Moisés. Pertencia-lhe agora, fora indicada para cumprir os deveres de uma esposa, deveres esses de todas as judias, quais o de dar um filho homem ao esposo e construir o seu lar em Israel.
Naquele tempo, o matrimônio entre judeus compreendia duas cerimônias. Na primeira, oficializava-se o compromisso perante testemunhas. Na segunda, um ano mais tarde, festejava-se a efetivação do contrato. Só a partir da segunda cerimônia é que os cõnjuges passavam a coabitar.
Maria está em casa, entregue às suas ocupações diárias. Sente, porém, que algo de estranho está para acontecer. Entra no seu quarto e percebe que não está sozinha. Vê o Espírito Gabriel, ouve-lhe a voz a saudá-la : --- Salve agraciada , o Senhor é contigo!.
Maria perturba-se muito e põe-se a pensar no significado daquela saudação. Mas Gabriel lhe diz que não tema e lhe explica que ela dará à luz um filho que deverá ser chamado de Jesus. Este seria um grande homem, conhecido como filho do Altíssimo e reinaria para sempre..
Fitando-o, Maria pergunta : ---Como será isto, pois não conheço varão? Ao que Gabriel responde : --- O Espírito Santo descerá sobre ti e o poder do Altíssimo te protegerá. Portanto, o ente sagrado que sairá do teu ventre será chamado Filho de Deus. E anuncia-lhe ainda que sua prima Isabel, apesar da idade avançada, havia concebido, já estando no sexto mês de grdvidez.
A perturbação de Maria se dissipa e submissa, contrita, afirma suave e docemente : --- Aqui está a serva do Senhor , que se cumpra em mim, conforme a Tua palavra.
Continua no próximo post.
Que Jesus nos abençoe hoje e sempre.
Que trago pra vcs hoje? Um trabalho lindo escrito por minha irmã Marisa, o qual transcreverei a seguir. Antes, porém, quero avisar que, por ser um trabalho longo, será dividido em cinco ou seis porções, em posts seguidos, se possível, diários. Intitula-se :
Maria de Nazaré
"Vamos falar de Maria, Mãe de todas as Mães, Mãe da Humanidade, Maria, a Rosa Mística de Nazaré. E falar de Maria é falar de Amor, de Renúncia, de Abnegação, de Sacrifício.
Em uma pequena casa situada na parte retirada de Nazaré, na Galiléia, viviam a viúva Ana e sua filha caçula Maria, moça bela, mística, possuidora de inquebrantável fé.
Apesar de pobres, eram de linhagem nobre, pois descendiam da casa de Davi. Como todos os judeus, Ana e Maria liam os livros sagrados, observando os ritos fielmente.
Maria levava vida simples, ajudando a mãe nos afazeres domésticos, cuidando dos animais, da horta, do jardim, de cujas flores, extraia os óleos do incenso.. Apanhava água no poço da cidade. Preparava os óleos para as lâmpadas.
Como toda filha judia, Maria aprendera tudo isso na adolescência para, mais tarde, saber desincubir-se dos serviços da casa do marido.
Quando Zacarias, esposo de sua prima Isabel, foi nomeado para os ofícios sagrados do templo, Maria foi enviada a Jerusalém. Ali ficou por uns dias, sob os cuidados espirituais do casal, participando dos trabalhos nas oficinas do Templo. Isso era de capital importância na educação de uma moça judia.
Em Belém, na Judéia, vivia José, carpinteiro de profissão que também descendia da casa de Davi, se bem que de ramo empobrecido dessa família e, portanto, zeloso em preservar a pureza de sua linhagem. Nada se conservava com maior desvelo, numa família,judia, do que o registro de seus antepassados, que se transmitia de geração a geração, como o mais precioso dos bens.
José não podia aspirar a casar-se com membro de uma das ricas famílias da casa de Davi. Sabendo, porém, que, em Nazaré, viviam Ana e sua filha, da mesma linhagem que a sua, dirige-se àquela cidade a fim de desposar Maria.
Chegando a Nazaré, procura um tio paterno de Maria, com o qual era aparentado, e revela-lhe suas intenções.
À noite desse mesmo dia, José é levado à casa de Ana que acatou o pedido.
José é apresentado à congregação, que se achava reunida na sinagoga e é anunciado o seu desejo de desposar Maria e estabelecer-se na comunidade. Foi aceito como cidadão de Nazaré, embora algumas versões falem que ele ali já residia. Seria viúvo, já tendo filhos.
O contrato do casamento entre José e Maria foi lavrado conforme a tradição de Israel. Estava, assim, Maria, noiva de José. Logo estaria casada, como qualquer outra moça, de conformidade com as leis de Moisés. Pertencia-lhe agora, fora indicada para cumprir os deveres de uma esposa, deveres esses de todas as judias, quais o de dar um filho homem ao esposo e construir o seu lar em Israel.
Naquele tempo, o matrimônio entre judeus compreendia duas cerimônias. Na primeira, oficializava-se o compromisso perante testemunhas. Na segunda, um ano mais tarde, festejava-se a efetivação do contrato. Só a partir da segunda cerimônia é que os cõnjuges passavam a coabitar.
Maria está em casa, entregue às suas ocupações diárias. Sente, porém, que algo de estranho está para acontecer. Entra no seu quarto e percebe que não está sozinha. Vê o Espírito Gabriel, ouve-lhe a voz a saudá-la : --- Salve agraciada , o Senhor é contigo!.
Maria perturba-se muito e põe-se a pensar no significado daquela saudação. Mas Gabriel lhe diz que não tema e lhe explica que ela dará à luz um filho que deverá ser chamado de Jesus. Este seria um grande homem, conhecido como filho do Altíssimo e reinaria para sempre..
Fitando-o, Maria pergunta : ---Como será isto, pois não conheço varão? Ao que Gabriel responde : --- O Espírito Santo descerá sobre ti e o poder do Altíssimo te protegerá. Portanto, o ente sagrado que sairá do teu ventre será chamado Filho de Deus. E anuncia-lhe ainda que sua prima Isabel, apesar da idade avançada, havia concebido, já estando no sexto mês de grdvidez.
A perturbação de Maria se dissipa e submissa, contrita, afirma suave e docemente : --- Aqui está a serva do Senhor , que se cumpra em mim, conforme a Tua palavra.
Continua no próximo post.
Que Jesus nos abençoe hoje e sempre.
terça-feira, outubro 22, 2002
Pena de Morte é um tema válido? Vamos experimentá-lo?
VIDA -> Primeiro de todos os direitos naturais do homem. Está no Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Ninguém tem o direito de subtrair a vida de seu semelhante em nenhuma circunstância. Quem segue a Doutrina Espírita sabe que todos os esforços devem ser envidados em defesa da vida.
Infelizmente, não é o que podemos constatar nas diversas sociedades humanas. A vida tem sido agredida com terrível freqüência. Homicídios, suicídios, abortos provocados, prática da eutanásia, pena de morte, conflitos raciais, conflitos religiosos têm sido instrumentos de investidas contra a vida.
Ao longo da História, a pena de morte foi sempre aplicada para quase todo tipo de crime, nos diversos pontos da Terra. Geralmente precedida de tormentos e mutilações, sua execução era sempre pública e caracterizava-se pela barbaridade dos métodos utilizados :
crucificação, fogueira, empalamento, apedrejamento, garrote, decapitação, esmagamento, roda, imersão em água fria ou fervente, esquartejamento e outros.
No Brasil, por séculos, severas e desumanas penas criminais foram executadas, como a pena de morte, galés, arrancamento de mãos, degredo, enforcamento etc. Basta lembrar as execuções de Felipe dos Santos (século XVI) e, setenta e dois anos mais tarde, a de Tiradentes pelo crime de desejarem a liberdade do Brasil.
No século XIX, houve uma tendência a se humanizar as penas e abolir a pena de morte, a prisão perpétua e a pena que estendia à família e aos descendentes do condenado a condição de infames.
No entanto, está bem viva em nossa memória a mortandade de milhares de judeus, levados vivos às câmaras de gás, em pleno século XX, na Alemanha de Hittler; o Paredão, em Cuba, onde eram fuzilados os que não aceitavam o regime entrante; ainda hoje, na China, pelotões de fuzilamento exterminam vidas pelos mais diversos motivos. E vivemos o século XXI ! Há mais de 2000 anos das
mensagens salvadoras de Jesus :Amai-vos uns aos outros
Atualmente, entre nós, o alto índice de criminalidade, a violência nos centros urbanos, a conseqüente insegurança da sociedade tem levado muita gente a se mostrar favorável à volta da pena de morte. Projetos de lei chegaram a tramitar pelo Congresso Nacional.
Argumenta-se que a pena de morte é a única pena capaz de eliminar realmente os desajustados, os desviados, os autores de crimes hediondos. Pondera-se também que é mais econômico por não produzir despesas com encarceramento e que ainda que a execução pública é fator de intimidação.
"Tais argumentos, porém, não têm prevalecido nos países em que a pena de morte é adotada. Não se tem conseguido eliminar a violência, como é o caso dos Estados Unidos.
Em pesquisa realizada naquele país, constatou-se que, nas unidades federativas em que vige a pena de morte, a taxa de homicídios
é 48% a 101% maior do que naquelas que não a adotam.
A experiência penitenciária dos países civilizados demonstra suficientemente que a repressão através de penas drásticas, principalmente a de morte, não intimida o delinqüente.
Muitas vezes, saído de faixas sofridas da população, tem mais medo da vida do que da morte.
A pena de morte fecha violentamente a porta do mundo natural ao condenado, quando, na realidade, o criminoso precisa do enclausuramento carcerário para repensar sua vida, arrepender-se das faltas cometidas, redimir-se perante a sociedade, integrar-se."
Como pode um homicídio ser punido com a prática de um ilícito penal? Pena de morte é crime e um crime não justifica outro.
Como pode o guardião da lei - o Estado - infringir a lei de Deus que é clara em seu mandamento : Não Matarás?!
A pena de morte torna inviável qualquer ação que se possa desenvolver pela valorização do ser humano.
Outrossim, não somos só corpo físico. Somos corpo e alma; esta, imortal. Sacrificado o corpo, o espírito sobrevive e, revoltado, pode vir a influenciar os que lhe eram afins e concorrer para o aumento da criminalidade no mundo de onde foi eliminado. E ainda pode vir a aumentar o contingente de "criminosos do Além".
A pena de morte, portanto, não é meio redutor da criminalidade; ao contrário, pode concorrer para aumentar seus índices.
Urge uma reformulação dos métodos utilizados no tratamento dos criminosos. A educação é o grande instrumento na recuperação dos desviados. Seria interessante que, em vez da vida sedentária em carceragens, dentro do perímetro urbano, pudessem ser instituídos estabelecimentos penais com características de colônias agrícolas ou industriais, onde os presos exercessem um ofício remunerado com que ajudassem na manutenção da família.
Enfim, o esforço que se tem a fazer é o de eliminar o crime, não o criminoso. Educação preventiva ou reeducação são as palavras de ordem. As religiões poderão contribuir promovendo o desenvolvimento espiritual dos transgressores, quer tenham eles agido por ignorância, maldade ou insensibilidade.
Nota - Estes comentários sobre o tema em questão estão apoiados no ensaio "Pena de Morte :um crime não justifica outro" da autoria de Marisa Campello Moeda, membro do Núcleo de Estudos Espíritas André Luís, em Maceió - Alagoas.
Leiam com calma , reflitam e dêem seus palpites. Não esqueçam que este blog é interativo. Até outro post.
VIDA -> Primeiro de todos os direitos naturais do homem. Está no Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Ninguém tem o direito de subtrair a vida de seu semelhante em nenhuma circunstância. Quem segue a Doutrina Espírita sabe que todos os esforços devem ser envidados em defesa da vida.
Infelizmente, não é o que podemos constatar nas diversas sociedades humanas. A vida tem sido agredida com terrível freqüência. Homicídios, suicídios, abortos provocados, prática da eutanásia, pena de morte, conflitos raciais, conflitos religiosos têm sido instrumentos de investidas contra a vida.
Ao longo da História, a pena de morte foi sempre aplicada para quase todo tipo de crime, nos diversos pontos da Terra. Geralmente precedida de tormentos e mutilações, sua execução era sempre pública e caracterizava-se pela barbaridade dos métodos utilizados :
crucificação, fogueira, empalamento, apedrejamento, garrote, decapitação, esmagamento, roda, imersão em água fria ou fervente, esquartejamento e outros.
No Brasil, por séculos, severas e desumanas penas criminais foram executadas, como a pena de morte, galés, arrancamento de mãos, degredo, enforcamento etc. Basta lembrar as execuções de Felipe dos Santos (século XVI) e, setenta e dois anos mais tarde, a de Tiradentes pelo crime de desejarem a liberdade do Brasil.
No século XIX, houve uma tendência a se humanizar as penas e abolir a pena de morte, a prisão perpétua e a pena que estendia à família e aos descendentes do condenado a condição de infames.
No entanto, está bem viva em nossa memória a mortandade de milhares de judeus, levados vivos às câmaras de gás, em pleno século XX, na Alemanha de Hittler; o Paredão, em Cuba, onde eram fuzilados os que não aceitavam o regime entrante; ainda hoje, na China, pelotões de fuzilamento exterminam vidas pelos mais diversos motivos. E vivemos o século XXI ! Há mais de 2000 anos das
mensagens salvadoras de Jesus :Amai-vos uns aos outros
Atualmente, entre nós, o alto índice de criminalidade, a violência nos centros urbanos, a conseqüente insegurança da sociedade tem levado muita gente a se mostrar favorável à volta da pena de morte. Projetos de lei chegaram a tramitar pelo Congresso Nacional.
Argumenta-se que a pena de morte é a única pena capaz de eliminar realmente os desajustados, os desviados, os autores de crimes hediondos. Pondera-se também que é mais econômico por não produzir despesas com encarceramento e que ainda que a execução pública é fator de intimidação.
"Tais argumentos, porém, não têm prevalecido nos países em que a pena de morte é adotada. Não se tem conseguido eliminar a violência, como é o caso dos Estados Unidos.
Em pesquisa realizada naquele país, constatou-se que, nas unidades federativas em que vige a pena de morte, a taxa de homicídios
é 48% a 101% maior do que naquelas que não a adotam.
A experiência penitenciária dos países civilizados demonstra suficientemente que a repressão através de penas drásticas, principalmente a de morte, não intimida o delinqüente.
Muitas vezes, saído de faixas sofridas da população, tem mais medo da vida do que da morte.
A pena de morte fecha violentamente a porta do mundo natural ao condenado, quando, na realidade, o criminoso precisa do enclausuramento carcerário para repensar sua vida, arrepender-se das faltas cometidas, redimir-se perante a sociedade, integrar-se."
Como pode um homicídio ser punido com a prática de um ilícito penal? Pena de morte é crime e um crime não justifica outro.
Como pode o guardião da lei - o Estado - infringir a lei de Deus que é clara em seu mandamento : Não Matarás?!
A pena de morte torna inviável qualquer ação que se possa desenvolver pela valorização do ser humano.
Outrossim, não somos só corpo físico. Somos corpo e alma; esta, imortal. Sacrificado o corpo, o espírito sobrevive e, revoltado, pode vir a influenciar os que lhe eram afins e concorrer para o aumento da criminalidade no mundo de onde foi eliminado. E ainda pode vir a aumentar o contingente de "criminosos do Além".
A pena de morte, portanto, não é meio redutor da criminalidade; ao contrário, pode concorrer para aumentar seus índices.
Urge uma reformulação dos métodos utilizados no tratamento dos criminosos. A educação é o grande instrumento na recuperação dos desviados. Seria interessante que, em vez da vida sedentária em carceragens, dentro do perímetro urbano, pudessem ser instituídos estabelecimentos penais com características de colônias agrícolas ou industriais, onde os presos exercessem um ofício remunerado com que ajudassem na manutenção da família.
Enfim, o esforço que se tem a fazer é o de eliminar o crime, não o criminoso. Educação preventiva ou reeducação são as palavras de ordem. As religiões poderão contribuir promovendo o desenvolvimento espiritual dos transgressores, quer tenham eles agido por ignorância, maldade ou insensibilidade.
Nota - Estes comentários sobre o tema em questão estão apoiados no ensaio "Pena de Morte :um crime não justifica outro" da autoria de Marisa Campello Moeda, membro do Núcleo de Estudos Espíritas André Luís, em Maceió - Alagoas.
Leiam com calma , reflitam e dêem seus palpites. Não esqueçam que este blog é interativo. Até outro post.
quinta-feira, outubro 17, 2002
Para derivar, que tal transformar o post de hoje numa horinha lúdica, lendo um conto que peguei no livro "O Pulo do Gato"
da autoria de Felinto Elysio Duarte Campelo?
O Caju e a Abelha
Numa praia afastada do perímetro urbano, o verde da viçosa vegetação contrastava com o branco de suas areias e o azul do mar calmo e morno.
Um córrego de água fresca e cristalina, serpenteando entre o arvoredo, completava a harmonia do ambiente, irrigava o solo fértil, contribuía para a fartura de frutas, o que, aliado à beleza da paisagem, fazia daquela enseada um oásis para os pescadores da região e um refúgio para os turistas mais afoitos ou ousados aventureiros de excursões mais longas.
Tangido pela brisa marítima, um cajueiro contorcia-se em cadenciados e graciosos meneios para, orgulhosamente, exibir sua primeira florada.
Beija-flores, borboletas, abelhas volteavam entre as plantas, executando um bailado de raro encanto e exuberante policromia numa exaltação à criação e ao Criador.
Uma das abelhas, ao extrair néctar das flores do jovem cajueiro, encontrou o seu primogênito fruto e cumprimentou-o gentil:
- Bom-dia, meu querido maturi! Fico feliz em vê-lo despertar para a vida. Já foste informado do futuro que te foi reservado?
- Sim, laboriosa operária da natureza. Tenho ouvido minha árvore-mãe, escutado os cajueiros mais velhos, conversado com os seres alados que nos visitam diariamente. Sei que meu pedúnculo crescerá; quando maduro, será suculento, rico em vitamina "C" e servirá de alimento a quem me colher. Minha castanha será lançada à terra, germinará e dela brotará um novo cajueiro. Sei, enfim,
que serei útil e esta certeza faz-me feliz.
- É bom saber-te consciente da tua missão no mundo e satisfeito com o teu destino. Parabéns!
- Sim, abelha, contudo uma coisa deixa-me entritecido e não encontro resposta para minhas indagações.
- Conta-me, filho, o que te aflige. Se me for possível, dar-te--ei o esclarecimento desejado.
- Paralelamente ao nascimento de novos frutos, vejo cachos e mais cachos de flores secarem sem que cumpram sua função de produzir. Morrem antes de fecundarem, tornam-se inúteis.
- Não é bem assim, meu cajuzinho preocupado. As flores que agora estão secas participaram da polinização de outras flores, ensejaram a explosão da vida em forma de novos frutos. Cairão, em seguida, ao solo, adubando-o, após passarem pelo processo de degradação. Completa-se o ciclo, confirma-se o enunciado científico: "Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
De pronto, o caju entendeu a lição e ficou a cismar monologando: a natureza é sábia, a obra de Deus é perfeita.
Assim, como o inexperiente caju, é grande parte da humanidade qua ainda estagia na infância espiritual, não entende o alcance das decisões divinas. Por isso mesmo, quais abnegadas abelhas, uma legião de Espíritos evoluídos, sob a égide de Jesus, reencarnam na Terra para nos trazer com o exemplo e a palavra ensinamentos calcados no Evangelho. Outros, igualmente dedicados,
lá do plano invisível, através da mediunidade iluminada de servidores fiéis, transmitem os esclarecimentos que nos conduzirão ao crescimento espiritual. Ouçamo-los.
Que tal? Deu para descontrair? De vez em quando, faremos um recreio assim como este, antes de retomarmos nossas divagações,
nossas considerações sobre pontos polêmicos. Vocês podem sugerir outras formas de pausas, como contar "causos", anedotas,
apresentar joguinhos etc, enviando por e-mail a contribuição que lhes aprouver.
Até o próximo contato. E que Deus esteja sempre em nosso pensamento.
da autoria de Felinto Elysio Duarte Campelo?
O Caju e a Abelha
Numa praia afastada do perímetro urbano, o verde da viçosa vegetação contrastava com o branco de suas areias e o azul do mar calmo e morno.
Um córrego de água fresca e cristalina, serpenteando entre o arvoredo, completava a harmonia do ambiente, irrigava o solo fértil, contribuía para a fartura de frutas, o que, aliado à beleza da paisagem, fazia daquela enseada um oásis para os pescadores da região e um refúgio para os turistas mais afoitos ou ousados aventureiros de excursões mais longas.
Tangido pela brisa marítima, um cajueiro contorcia-se em cadenciados e graciosos meneios para, orgulhosamente, exibir sua primeira florada.
Beija-flores, borboletas, abelhas volteavam entre as plantas, executando um bailado de raro encanto e exuberante policromia numa exaltação à criação e ao Criador.
Uma das abelhas, ao extrair néctar das flores do jovem cajueiro, encontrou o seu primogênito fruto e cumprimentou-o gentil:
- Bom-dia, meu querido maturi! Fico feliz em vê-lo despertar para a vida. Já foste informado do futuro que te foi reservado?
- Sim, laboriosa operária da natureza. Tenho ouvido minha árvore-mãe, escutado os cajueiros mais velhos, conversado com os seres alados que nos visitam diariamente. Sei que meu pedúnculo crescerá; quando maduro, será suculento, rico em vitamina "C" e servirá de alimento a quem me colher. Minha castanha será lançada à terra, germinará e dela brotará um novo cajueiro. Sei, enfim,
que serei útil e esta certeza faz-me feliz.
- É bom saber-te consciente da tua missão no mundo e satisfeito com o teu destino. Parabéns!
- Sim, abelha, contudo uma coisa deixa-me entritecido e não encontro resposta para minhas indagações.
- Conta-me, filho, o que te aflige. Se me for possível, dar-te--ei o esclarecimento desejado.
- Paralelamente ao nascimento de novos frutos, vejo cachos e mais cachos de flores secarem sem que cumpram sua função de produzir. Morrem antes de fecundarem, tornam-se inúteis.
- Não é bem assim, meu cajuzinho preocupado. As flores que agora estão secas participaram da polinização de outras flores, ensejaram a explosão da vida em forma de novos frutos. Cairão, em seguida, ao solo, adubando-o, após passarem pelo processo de degradação. Completa-se o ciclo, confirma-se o enunciado científico: "Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
De pronto, o caju entendeu a lição e ficou a cismar monologando: a natureza é sábia, a obra de Deus é perfeita.
Assim, como o inexperiente caju, é grande parte da humanidade qua ainda estagia na infância espiritual, não entende o alcance das decisões divinas. Por isso mesmo, quais abnegadas abelhas, uma legião de Espíritos evoluídos, sob a égide de Jesus, reencarnam na Terra para nos trazer com o exemplo e a palavra ensinamentos calcados no Evangelho. Outros, igualmente dedicados,
lá do plano invisível, através da mediunidade iluminada de servidores fiéis, transmitem os esclarecimentos que nos conduzirão ao crescimento espiritual. Ouçamo-los.
Que tal? Deu para descontrair? De vez em quando, faremos um recreio assim como este, antes de retomarmos nossas divagações,
nossas considerações sobre pontos polêmicos. Vocês podem sugerir outras formas de pausas, como contar "causos", anedotas,
apresentar joguinhos etc, enviando por e-mail a contribuição que lhes aprouver.
Até o próximo contato. E que Deus esteja sempre em nosso pensamento.
sábado, outubro 12, 2002
sexta-feira, outubro 11, 2002
Vamos falar de aborto?
A pergunta é:
A provocação do aborto, a qualquer altura da gestação, constitui crime?
A resposta é:
Existe ação criminosa sempre que se transgride a lei de Deus.
Não tenho a pretensão de teorizar, aqui, sobre o crime do aborto, mesmo porque esse tipo de especulação pode não levar a resultados práticos. Acho que discorrer sobre as conseqüências do aborto provocado redunda seguramente em orientação a quem não conseguiu sustar o impulso de atentar contra a vida do feto em gestação.
Uma reencarnação inicia-se no momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, dando lugar ao embrião. Nesse exato momento, um Espírito é ligado ao organismo desenvolvimento, com a devida assistência de técnicos espirituais.
Isto significa que já há, a esta altura, uma VIDA a desenvolver-se e um pretendente seguro a ela. Fecha-se, asim, a porta da reencarnação a um espírito prestes a iniciar uma jornada na Terra.
Para a mulher que apela para o aborto, as conseqüências de seu ato podem se manifestar de várias formas. Ela fica vulnerável, podendo vir a se tornar estéril, ou sujeita a infecções, abcessos, ou ainda, a angústias e depressões.
Poderão as feministas contra-argumentarem que a mulher é dona de seu próprio corpo e pode usá-lo de acordo com sua conveniência. Esquece, porém, que não é dona da Vida e que só Deus poderá controlá-la.
O Espiritismo tem uma posição consistente, neste particular. Vê o aborto como crime, mas não aponta a mulher que o pratica como irrecuperável. Dá-lhe oprtunidades, ainda no plano terreno, sugestões e recursos que podem vir a amenizar-lhe a culpa, tais como seu envolvimento em obras de apoio a crianças carentes, ou a adoção delas ou o trabaho voluntário em enfermarias, casas de distribuição gratuita de sopa , asilos, todos eles sempre em expectativa de mãos obreiras e doadoras.
Para terminar meu recado de hoje, vou deixar um pensamento bonito e sugestivo, de Emmanuel, que vem com o título de
Na Trilha das Horas
Pela palavra que digas, Jesus é admirado. Através de teus conhecimentos, Jesus pode ser visto. No fervor que demonstres, Jesus é louvado. Entretanto, só pelo serviço que prestes é que Jesus será entendido.
Vamos pensar juntos .Espero contribuição.
Até o próximo encontro.
A pergunta é:
A provocação do aborto, a qualquer altura da gestação, constitui crime?
A resposta é:
Existe ação criminosa sempre que se transgride a lei de Deus.
Não tenho a pretensão de teorizar, aqui, sobre o crime do aborto, mesmo porque esse tipo de especulação pode não levar a resultados práticos. Acho que discorrer sobre as conseqüências do aborto provocado redunda seguramente em orientação a quem não conseguiu sustar o impulso de atentar contra a vida do feto em gestação.
Uma reencarnação inicia-se no momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, dando lugar ao embrião. Nesse exato momento, um Espírito é ligado ao organismo desenvolvimento, com a devida assistência de técnicos espirituais.
Isto significa que já há, a esta altura, uma VIDA a desenvolver-se e um pretendente seguro a ela. Fecha-se, asim, a porta da reencarnação a um espírito prestes a iniciar uma jornada na Terra.
Para a mulher que apela para o aborto, as conseqüências de seu ato podem se manifestar de várias formas. Ela fica vulnerável, podendo vir a se tornar estéril, ou sujeita a infecções, abcessos, ou ainda, a angústias e depressões.
Poderão as feministas contra-argumentarem que a mulher é dona de seu próprio corpo e pode usá-lo de acordo com sua conveniência. Esquece, porém, que não é dona da Vida e que só Deus poderá controlá-la.
O Espiritismo tem uma posição consistente, neste particular. Vê o aborto como crime, mas não aponta a mulher que o pratica como irrecuperável. Dá-lhe oprtunidades, ainda no plano terreno, sugestões e recursos que podem vir a amenizar-lhe a culpa, tais como seu envolvimento em obras de apoio a crianças carentes, ou a adoção delas ou o trabaho voluntário em enfermarias, casas de distribuição gratuita de sopa , asilos, todos eles sempre em expectativa de mãos obreiras e doadoras.
Para terminar meu recado de hoje, vou deixar um pensamento bonito e sugestivo, de Emmanuel, que vem com o título de
Na Trilha das Horas
Pela palavra que digas, Jesus é admirado. Através de teus conhecimentos, Jesus pode ser visto. No fervor que demonstres, Jesus é louvado. Entretanto, só pelo serviço que prestes é que Jesus será entendido.
Vamos pensar juntos .Espero contribuição.
Até o próximo encontro.
quinta-feira, outubro 03, 2002
Gente, eu própria não imaginava que fazia quatro dias que estive aqui. Perdão pela demora, outros deveres me impediram de voltar mais cedo. E, para variar, lá venho eu com dúvidas a respeito de outro assunto, este voltado para um futuro não tão distante.
Tenho lido que esta é a era em que a Terra deixará a sua condição de planeta expiatório para galgar a condição de planeta de regeneração. Claro que não se pode interpretar isto ao pé da letra. Esse tipo de transformação demanda séculos para ocorrer integralmente. É uma transformação lenta, muito lenta e trabalhosa. Mesmo assim, sabendo que as mudanças não se precipitarão
da noite para o dia, pergunto-me: Como pode a Terra estar andando num sentido de qualificação para melhor, se a humanidade ainda se digladia em guerras em busca de poder, se a maioria dos homens ainda não acordou para as grandezas da vida, para o verdadeiro significado de sua existência?
Fica aqui o mote. Vamos estudar juntos, vamos descobrir caminhos que nos expliquem esses mistérios aparentemente insondáveis.
Espero que os comentários inseridos neste blog vão começar a preencher sua finalidade. Todos os depoimentos serão levados em conta, discutidos e publicados aqui com o devido carinho e respeito, compondo uma resposta convincente para os interessados no assunto.
Para deixá-los, um pensamento que nos ilumine e estimule:
"Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime."
"...Suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.
Scheila / Médium Chico Xavier
Que a paz fique com todos.
Tenho lido que esta é a era em que a Terra deixará a sua condição de planeta expiatório para galgar a condição de planeta de regeneração. Claro que não se pode interpretar isto ao pé da letra. Esse tipo de transformação demanda séculos para ocorrer integralmente. É uma transformação lenta, muito lenta e trabalhosa. Mesmo assim, sabendo que as mudanças não se precipitarão
da noite para o dia, pergunto-me: Como pode a Terra estar andando num sentido de qualificação para melhor, se a humanidade ainda se digladia em guerras em busca de poder, se a maioria dos homens ainda não acordou para as grandezas da vida, para o verdadeiro significado de sua existência?
Fica aqui o mote. Vamos estudar juntos, vamos descobrir caminhos que nos expliquem esses mistérios aparentemente insondáveis.
Espero que os comentários inseridos neste blog vão começar a preencher sua finalidade. Todos os depoimentos serão levados em conta, discutidos e publicados aqui com o devido carinho e respeito, compondo uma resposta convincente para os interessados no assunto.
Para deixá-los, um pensamento que nos ilumine e estimule:
"Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime."
"...Suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.
Scheila / Médium Chico Xavier
Que a paz fique com todos.
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