segunda-feira, abril 02, 2012

CONSTATAÇÂO


João Baptista da Costa  / PAISAGEM
Óleo sobre tela

            Não entreguei meu dever de casa. Passou-se o mês de março e não apareci com minha contribuição. Logo eu, que tanto recebi neste período precioso. Sim, meus amigos, fui agraciada com a recuperação de minha visão (vista esquerda), como resposta a um transplante de córnea realizado em dezembro último. Não canso de agradecer ao meu doador por me ter proporcionado esse extraordinário benefício, pedindo aos irmãos benfeitores que o  guiem em sua trajetória espiritual.
        A conscientização dessa realidade me leva a avaliar o trabalho espiritual em equipe que esses casos assistenciais mobilizam e me faz considerar a importância da participação de cada um de nós, aqui, na vida física, nas diversas atividades de atendimento aos irmãos que precisam de amparo. Há muita gente corajosa dando de si pelos que precisam reerguer-se, mas a demanda é infinitamente superior.
        A vida moderna exige muito de cada um e não é fácil encontrar formas de elastecer o tempo para comportar tantas atividades. Mas somos ou não somos providos de imaginação e, quem sabe, uma atividade lúdica, por exemplo, venha a se converter numa forma de doação se for compartilhada? Uma horinha de leitura dirigida a grupos onde sempre há os que têm ouvidos de ouvir? Umas costurinhas, na paz de casa, que se convertam em enxovais de recém-nascidos carentes? Umas aulinhas explicativas de matérias não absorvidas por colegiais com menos facilidade de apreensão? São tantas as sugestões dependendo das habilidades de cada um!
        Acho que temos que pensar com bastante interesse e seriedade nessas coisas que podemos realizar pelo próximo, levando em consideração que estaremos nos ajudando a nós próprios  em nossa estruturação íntima, condição básica para crescermos espiritualmente.
         
        Fico por aqui desejando a todos uma Páscoa amena, feliz, com muitos coelhinhos espalhando deliciosos chocolates pelos quatro cantos da casa de todos vocês.


     Aproveito a chance para enviar a quem  interessar um material complementar ligado ao estudo de ‘Nosso Lar', dirigido pela Dra. Marlene Nobre.
            
ASSUNTOS MÉDICOS  EM  NOSSO LAR
CONFRONTO ENTRE FÉ E RAZÃO:

Questão filosófica das mais antigas, Fé e Razão, Sentimento e Intelecto, têm travado duros embates, sobretudo nas mentes afeitas às pesquisas e aos estudos científicos. André Luiz, como acontece com boa parte dos médicos encarnados, reverencia tão somente as conquistas da razão, do intelecto. Não acredita em Deus. Segundo confessou, ficara por demais entretido com as coisas do mundo material: “A filosofia do imediatismo absorvera-me.” “Não adestrei órgãos para a vida eterna.”
                O sofrimento no mundo espiritual, porém, abrira-lhe o entendimento para uma poder Superior: “Em momento algum o problema religioso surgiu tão profundo aos meus olhos.” Reconheceu que “alguma coisa permanece acima de qualquer cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé...”
                Finalmente, quando a dor, vivenciada nas regiões sombrias do Umbral, tornou-se insuportável, sentiu falta de conforto místico. Deixou de lado o amor-próprio. Deveria existir um Autor da Vida. E, ali, colado ao lodo da Terra, sem forças para reerguer-me, pedi ao Supremo Autor da Natureza me estendesse mãos paternais... Reconheceu, então, o valor da oração.
                Ah! É preciso haver sofrido muito, para entender todas as misteriosas belezas da oração; é necessário haver conhecido o remorso, a humilhação, a extrema desventura, para tomar com eficácia o sublime elixir da esperança.
                Após a prece ao Autor da Vida, que lhe nascera da mais profunda reverência, foi socorrido por Clarêncio, guia espiritual, e internado na região hospitalar da colônia Nosso Lar.
                Foi assim que o médico e pesquisador, após o duro aprendizado auferido no sofrimento, tornou-se profundamente religioso.

PERISPÍRITO OU CORPO ESPIRITUAL:

Nesse primeiro livro, André Luiz dá-nos notícias relevantes sobre esse envoltório sutil do espírito. Relata-nos que, no Umbral, vestindo esse envoltório, teve suas necessidades fisiológicas normais, sentiu fome e sede.
                O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo.  Henrique Luna, o médico que o atendeu no hospital, fez um levantamento completo das faltas cometidas e dos atos irresponsáveis, que ocasionaram as suas desarmonias orgânicas. Constatou que todo o aparelho gástrico foi destruído à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas aparentemente sem importância.
                Concluiu que a oclusão intestinal que o levara ao óbito derivara de elementos cancerosos e esses, por sua vez, de algumas leviandades cometidas por ele, no campo da sífilis, quando jovem. Essas infecções poderiam não ter tido características tão graves, se o seu modo especial de conviver, muita vez exasperado e sombrio, não captasse vibrações destruidoras naqueles que o ouviam.
                Temos, aí, o destaque da cólera como manancial de forças negativas, ocasionando a morte prematura. Há também a informação de que a infecção pode estar na origem do câncer que o cometeu. Examinando o seu perispírito, Henrique de Luna constatou que André foi suicida inconsciente. Esse tipo de suicídio é cometido por alguém que não tem intenção direta de se matar, mas encurta a existência, através de ações que não são espiritualmente saudáveis. Esse suicídio é mais comum do que podemos imaginar. Dos 80 pacientes internados em uma só enfermaria de Nosso Lar, 57 eram suicidas indiretos.

CORPO CAUSAL:             

Esse é um dos componentes do perispírito ou corpo espiritual, descrito por Lísias. Somos portadores de um fato sujo, para lavar no tanque da vida humana. Essa roupa imunda é o corpo causal, tecido por nossas mãos, nas experiências anteriores.
                No corpo causal permanecem todas as ações negativas que temos de refazer, por isso ele é de suma importância nos estudos medico-espíritas.
                Aprendemos também que há princípios de gravitação para o espírito como se dá com os corpos materiais. Estamos sujeitos, portanto, à gravidade nas outras dimensões. Os Benfeitores nos mostram que há elementos espirituais no cérebro que lhe presidem o senso diretivo.

MALES PERSISTIRÃO NO CORPO SUTIL:

Logo após o tratamento hospitalar, Lísias informou ao amigo: Meu irmão (...) sentir-se-á forte como nos tempos mais belos da juventude terrena, trabalhará muito e, creio, será um dos melhores colaboradores de Nosso Lar; entretanto, a causa dos seus males persistirá em si mesmo, até que se desfaça dos germes de perversão da saúde divina, que agregou ao seu corpo sutil pelo descuido moral e pelo desejo de gozar mais que os outros. 
                E enfatizou que a cura completa só poderá ser obtida em nova existência terrena.

POSIÇÃO DO DOENTE PERANTE A DOENÇA:

No início do tratamento hospitalar, André cometeu o erro comum aos doentes da Terra. Ressaltou a sua infelicidade, partindo para o velho vício, as queixas.
                Como tem sido pesada a minha cruz!...A dor me aniquilou todas as forças...
                Raras pessoas terão padecido tanto quanto eu. Enfim, somente destacou: lágrimas, cárcere, desventura...
                Recebeu, então, ensinamentos que não mais esqueceu. Clarêncio afirmou que não tinha tempo para voltar a zonas estéreis de lamentação. E aconselhou:
                Aprenda a não falar excessivamente de si mesmo, nem comente a própria dor.
Crie pensamentos novos, discipline os lábios. Convença-se de que é um esforço necessário e não uma imposição esmagadora. Quanto mais considerações dolorosas, mais duros os laços que o prenderão a lembranças mesquinhas.

ASSISTÊNCIA À SAÚDE NO MUNDO ESPIRITUAL:

Em Nosso Lar, Lísias é enfermeiro e tem a função de Visitador dos serviços de saúde, Henrique de Luna é médico e atua nas Câmaras de Retificação, ao passo que Narcisa, Tobias e Salústio são enfermeiros e exercem funções nessas mesmas Câmaras. André Luiz fora médico e pesquisador na Crosta Terrestre, mas não conseguira nem mesmo a função de enfermeiro no além. Clarêncio explicou-lhe que ele fora excelente fisiologista, mas nunca soubera o preço de um livro, não tivera as dificuldades do médico pobre, na mocidade cometera numerosos abusos, circunscrevera-se às sensações do corpo físico, por isso agora não poderia atuar como médico. Compreendendo a sua situação e a necessidade de serviço, André pediu: “Qualquer trabalho útil que me interessa” Foi-lhe concedida, então, a tarefa de atendente.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

REFLEXÕES       Bernardo Cid

AOS QUE TÊM CAPACIDADE DE DOAR

          Uma necessidade de falar no assunto, de comentar o caso, de agradecer alto e bom som a generosa  e anônima  doação  de que fui alvo. Assim é que me sinto dois  meses depois de ter recebido um transplante de córnea e já tendo feito o hábito de tornar  minha prece noturna numa fonte de bênçãos ao meu doador.
         Isso me faz pensar numa conversa que tive em meus primeiros anos de blog com meu irmão de sangue e de fé - Felinto Elysio  - sobre o  tema Doação de Órgãos e como a doutrina espírita se posiciona a tal respeito.
            Segue a opinião de meu irmão em forma de artigo que, na ocasião, ele veio a produzir:

DOAÇÃO   DE  ÓRGÂOS
          
            A ciência e a tecnologia têm alcançado um desenvolvimento marcante a partir do século XX. A medicina, em particular, vem operando verdadeiros “milagres” na arte de curar, minorar sofrimentos, erradicar endemias, salvar vidas.
Vive-se, desde então, a era dos transplantes, o que vem suscitando polêmicas de ordem legal, moral e religiosa quanto à questão de doação de órgãos.
         Há poucos dias, fui interpelado por um familiar interessado em conhecer a posição do Espiritismo ante a problemática cessão de parte do próprio corpo em vida ou morto.
            Não foi das melhores a escolha de minha pessoa para esclarecimento do controvertido tema tão em moda. Não tenho conhecimentos aprofundados que me autorizem falar em nome da Doutrina Espírita. Dou, entretanto, a minha opinião, sem comprometimento da Doutrina.
                Antes, porém, faz-se necessário mostrar, ainda que em leves pinceladas, o que é o Espiritismo.
           A Doutrina dos Espíritos é um gigantesco monumento erguido sob a égide de Jesus e sustentado por três colossais pilares : CIÊNCIA, FILOSOFIA, RELIGIÃO.
            Como Ciência, estuda e aplica as leis que regem o mundo material, o plano espiritual e a comunicabilidade entre os dois através da mediunidade. Sua essência está nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos, pesquisando os fenômenos paranormais por meio de métodos próprios e adequados ao que se propõe investigar.
          Em seu aspecto filosófico, a Doutrina examina o princípio e as causas e define o porquê das coisas, da vida, da morte, da reencarnação. Interpreta a natureza dos fenômenos da concepção do mundo e de toda a realidade em consonância com as novas descobertas científicas.
         O seu conteúdo religioso, calcado na moral evangélica, é a revivescência do primitivo cristianismo simples, puro, adogmático,  um repositório de fé e de esperança. Conforta, orienta, ilumina. É a consequência das conclusões filosóficas fundamentadas nas provas da sobrevivência humana após a morte.
         O Espiritismo não é doutrina estanque e sim dinâmica; anda de braços dados com a ciência, acompanhando suas descobertas, suas conquistas, seus progressos; e “É uma Doutrina de amor baseada no Evangelho e na Ciência”, cujo lema “Fora da caridade não há salvação” dá-lhe uma conotação abrangente, fraterna, cristã.
           Entendo, pois, que a doação de órgãos é um ato de amor, de desprendimento, de fraternidade e de caridade.
Mister se faz, contudo, que haja uma ampla divulgação e preparação psicológica, espiritual e religiosa do futuro doador para que, em seu novo estado de desencarnado, seu Espírito não venha experimentar as sensações de mutilação.
          Devidamente conscientizado, ao despertar no outro lado da vida, após o decesso físico, o Espírito de um doador de órgãos sentir-se-á feliz em saber que suas córneas, que inevitavelmente seriam tragadas pelos vermes na sepultura, hoje dão a oportunidade da visão a irmãos que tateavam na escuridão, atormentados pela cegueira. Regozijar-se-á ao sentir que o seu coração agora palpita em outro peito proporcionando novas perspectivas a quem sofria de males cardíacos. Alegrar-se-á, sem dúvida, em constatar que seus rins, ora transplantados, livram outras pessoas das incômodas hemodiálises, assegurando-lhes uma vida normal.
          No meu entendimento, e é uma opinião muito íntima, doar-se de corpo e alma, em vida ou depois de falecido, em benefício do próximo é ser cristão, é ser abençoado discípulo de Jesus. Um espírita sincero e consciente não terá escrúpulo de ceder ao seu semelhante os órgãos que um dia voltarão ao pó da terra. 

 FELI NTO ELÍZIO DUARTE CAMPELO
 felintoelizio@gmail.com
De O CONSOLADOR, seção de Crônicas e Artigos (Revista eletrônica semanal , Ano 5,  nº 241)

          A esta altura, tratemos de encerrar  a leitura do livro Nosso lar , de André Luiz,  segundo a orientação da Dra. Marlene  Nobre que nos garante uma conclusão bastante rica.

Capítulo 47 – A volta de Laura
1) – Vida social na colônia espiritual: visitas, despedida de amigos.
2) – Departamento de contas: levantamento de bônus-hora.
3) – Preparação para a reencarnação: temor do fracasso.
4) – Pensar nas probabilidades de êxito. Não alimentar idéias negativas.
5) Cuidados com o futuro corpo biológico.

Capítulo 48 – Culto familiar
1) – Globo cristalino que permite a comunicação dos encarnados. Como é viver entre dois mundos.
2) – O cultivo do mundo familiar. Canções e instrumentos que exprimem amor. Toda família retorna ao mundo corporal.
3) – O perigo das facilidades materiais.
4) – André Luiz conquistou o direito de visitar a família, através do trabalho.

Capítulo 49 – Regressando à casa
1) – Cuidados que se deve ter com AA vinculações e desvinculações afetivas.
2) – Amor conjugal x desprendimento.
3) – Os difíceis testemunhos do amor universal.
4) – Sofrimentos que são pontos de partida para mais evolução.
5) – Colocar-se no lugar dos outros e praticar a misericórdia.

Capítulo 50 – Cidadão de Nosso Lar  
1) – Amor, alimento das almas.
2) – Nas decisões, buscar os exemplos das grandes almas.
3) – Nas vinculações e nas desvinculações afetivas, é preciso amor despido de egoísmo.
4) – Apelo aos amigos por meio da prece.
5) – Espíritos da Natureza.
6) – Prêmio pelo dever cumprido.

          Estamos abertos a perguntas pertinentes ao assunto estudado para um perfeito aproveitamento da matéria. Restam agora referências  a esse conteúdo, material que será liberado a partir do post vindouro.


Conselhos de final de encontro:
“Peça a Deus por sua transformação moral, mas tome a iniciativa de se melhorar.
Peça esperança, mas livre-se do pessimismo.
Peça humildade, mas lute contra o orgulho
Peça paciência, mas descarte a cólera.
Peça coragem, mas fortaleça o ânimo.
Peça fé, mas acredite em si mesmo”
                                                            De “Vivendo o Evangelho” ( Vol,II),
                                                             Psicografia de Antônio Baduy Filho

quinta-feira, janeiro 19, 2012

2012 do jeito que a gente deseja


Natureza  - uma foto

                   Espero que 2012 entre com o pé direito na vida de todos nós. É certo que, já no decorrer deste primeiro mês, tivemos sobressaltos:  seca inesperada  aqui, chuvas excessivas ali , acolá desabamentos,  incêndios. Que nossos irmãos atingidos encontrem meios de sustento e força para a luta da recuperação, que as doações que lhes cheguem às mãos venham livres de dolo.  E que, no desespero das horas tormentosas,  possam sentir a certeza  do amparo celestial.
                Pra que esse tipo de energia , coragem e desprendimento possa existir em nós, é preciso que vivamos o Evangelho.  É ele que nos pode induzir à fé irrestrita e à confiança nas sanções divinas.  É a necessidade imperiosa de nos acautelarmos diante das injunções mundanas e procurarmos melhorar o que ainda há de obscuro em nosso espírito.
           
            Cabem perfeitamente aqui os conselhos deixados por André Luiz, no segundo volume de VIVENDO O EVANGELHO, psicografia de Antônio  Baduy Filho, no capítulo Dê um Jeito:

“Faça o possível para melhorar o Espírito endurecido que ainda sobrevive em você.

Mentira? Adote a verdade.
Ódio? Neutralize com o amor.
Orgulho? Experimente a humildade.
Prepotência? Tente a convivência fraterna.
Vingança? Dê oportunidade ao perdão.
Violência? Proteja-se com a brandura.
Esperteza? Procure o caminho reto.
Vaidade? Reaja com a modéstia.
Hipocrisia? Seja sincero.

Ore pelos espíritos perversos que ainda estagiam nos sentimentos inferiores, mas não deixe de observar também suas próprias tendências infelizes e, apoiado nas lições do Evangelho, dê logo um jeito em você.”

                         Já que estamos citando o espírito de André Luiz, passemos ao estudo elaborado pela Dra. Marlene Nobre no sentido de nos fornecer uma leitura planejada  e compensadora de NOSSO LAR. Faltam 8 capítulos: passarei 4 deles hoje, ficando os 4 últimos para o próximo post. Cumprida essa tarefa,  oferecemos espaço para alguma explicação que se faça necessária, alguma dúvida sobre uma questão ou outra ou mesmo para comentários. Temos sempre pessoas preparadas, dispostas a nos tirar dúvidas e elucidar pontos de vista.

Capítulo 43 – Em Conversação 
1)  - Excursões de aprendizado em tempo de guerra.
2)  - A guerra eclode o que existe de pior no ser humano.
3)  - Apesar do clima infernal, a ajuda dos servidores espirituais não cessa.
4)  - Altos patrimônios culturais de nada valem se há falta de preparação religiosa.
5)  - Somente os religiosos com sopro divino inspiram fé e confiança.
6)  - Espiritismo é a grande esperança, caso os espíritas se espiritualizem.

Capítulo 44 – As Trevas
1) – Estudar as propriedades do pensamento. Lísias descreve aqui o emaranhamento: fenômeno da Física Quântica explica o entrelaçamento das partículas.
2) – Relacionar as ações que levam os espíritos à região das Trevas.
3) – Estudar: “Tentação e Queda”.
4) – Destacar revelação de Lísias em 1940: A Terra é organização viva. (Tese atual de James Lovelock).
5) – Há elementos no cérebro humano que lhe presidem o senso diretivo.

Capítulo 45 – No Campo da Música
1) – Amor ao serviço.
2) – Noivado e construção do lar.
3) -  Liberdade distorcida. Só é verdadeiramente livre quem aprende a obedecer.
4) – Música popular e clássica. Fonte de inspiração para músicos terrestres.
5) – Reuniões  sociais em Nosso  Lar.

Capítulo 46 – Sacrifício de Mulher
1) – A saudade no mundo espiritual. O reencontro de almas para ser proveitosa deve ser feito no momento certo.
2) – A abnegação dos Espíritos Superiores: a prática da renúncia em favor dos que amamos. O superior desce ao inferior.
3) – Reencarnação compulsória. Não há liberdade irrestrita.
4) – Deus criou o livre-arbítrio, nós a fatalidade. Antes de praticar o mal, devemos ver as conseqüências. Inimigos podem interromper a gravidez.
5) – É indispensável amar: converter verdugos em filhos do coração.


Para encerrar, uma historinha interessante.

             Certa vez, um famoso sábio, cansado da vida agitada das cidades grandes, procurou conhecer a vida rural em busca da alegada sabedoria do camponês, fruto de uma vida mais amena, menos estressante. Assim o fez: saiu à procura do provável interlocutor e logo chegou a um caboclo que enfrentava o forte sol de verão lavrando sua terra.  Aproximando-se, cumprimentou o roceiro e logo tentou o diálogo com a seguinte pergunta: ‘Será que o senhor poderia me dizer onde está Deus? O trabalhador parou de capinar, levantou a aba do chapéu. olhou pausadamente em todas as direções e respondeu:: ‘Olha, meu senhor, onde está Deus eu não sei, não senhor. Mas será que o senhor poderia me dizer onde é que Deus não está?’

        Consta também que Santo Agostinho, defrontado certa vez com  a indagação ‘Que é Deus?’, teria respondido: ‘Quando me perguntam que é Deus, eu não sei; porém, se não me perguntam, então eu sei.’

sábado, dezembro 10, 2011

NOSSA CONTA PARTICULAR ANTE A CONTABILIDADE DIVINA

Direitos e Deveres

NOSSA  CONTA  PARTICULAR  ANTE  A  CONTABILIDADE  DIVINA


LEDA MARIA FLABOREA
ledaflaborea@uol.com.br
São Paulo, SP (Brasil)
 
“Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à paz pertence!” – Jesus¹
Nesta passagem evangélica, encontramos Jesus junto à cidade de Jerusalém, exclamando essas palavras numa referência a toda infelicidade que se abateria sobre ela. É notório que o Mestre tinha conhecimento de todas as aflições pelas quais a humanidade terrena passaria, por conta do endurecimento de seu coração, e por essa razão, podemos dizer que elas não se referiam, apenas, à cidade material, mas a todos os homens que, como a cidade, estavam destinados à ruína pela degradação em todos os setores da experiência evolutiva.
Mas o que significam essas palavras de Jesus? Vamos,  por alguns instantes,  imaginar como seria o mundo se cada um conhecesse o que lhe pertence para a paz interior, ou seja, o que cada um de nós tem que possa nos trazer paz. Entretanto, como desenvolvemos uma atitude de total desatenção a esse imperativo da vida, terminamos por perder tempo precioso em atritos dolorosos, através dos quais acabamos por adquirir débitos imensos diante das Leis Divinas.
Sabemos que um gesto ou uma palavra são capazes de movimentar energias poderosas, desequilibrantes ou tranquilizadoras, de alegrias ou de tristezas, de paz ou de guerras, e essas palavras de Jesus nos convidam a pensar nas oportunidades de serviço que estamos deixando passar.
Por alguns momentos,  ainda,  atentemos para a afirmação do Divino Amigo quando nos diz “ao menos neste teu dia”.  Ao menos hoje,  agora,  vamos prestar atenção a esse chamamento amoroso. Vamos,  presentemente,  observar de quais serviços podemos dispor para atender à solicitação do Divino Amigo,  e podermos avaliar o tempo que perdemos – consciente ou inconscientemente – no cultivo de outros valores.  Para o Espírito diligente,  sempre há convites ao trabalho.
Torna-se necessário,  portanto,  diante desses convites,  que procuremos com dignidade compreender nossos deveres, os compromissos morais a que cada um de nós está sujeito com todos aqueles que nos cercam. Compete a cada um de nós meditar a respeito disso, lembrando que “o homem encarnado dispõe de um tempo glorioso que é provisoriamente seu,  dado pelo Altíssimo,  em favor de sua própria renovação”.²
É razoável que cada um procure compreender a substância dos atos que pratica nas atividades diárias,  porque,  mesmo obedientes às leis humanas,  é imprescindível  examinarmos a qualidade do que fazemos para que, no mecanismo da vida do qual somos peça da engrenagem,  não estejamos sendo fator de ferrugem ou de atraso no relógio do tempo. É da Lei da Deus que toda semeadura será devolvida. É preciso agir com cuidado em cada dia, porquanto o bem ou o mal, tendo sido semeados, crescerão junto de nós, de conformidade com as leis que regem a vida.
Podemos dizer o mesmo daqueles que se revoltam diante das dificuldades, das nuvens que surgem no horizonte:  nuvens de contrariedades, de projetos que não deram certo, de esperanças desfeitas e, sem perceber, acabam envenenando as fontes da própria vida. Desejaríamos, todos nós, um céu azul no horizonte, um sol brilhante durante o dia e um céu estrelado à noite.  No entanto, as nuvens aparecem e a perplexidade toma conta de nós. Todavia, é preciso ficar atentos a esses momentos de sombras.  A existência terrena impõe angústias e aflições a todos aqueles que lhe vivem a experiência. Porém, é conveniente que guardemos a serenidade e a confiança nesses momentos, pois é nessas sombras, comuns na luta planetária, que o Pai oculta lições profundas, através das quais nos fala sábia e amorosamente.
Não ignoramos a imortalidade do Espírito que habita em nós e, como tal, é fácil imaginar que uma única existência não seria o suficiente para aprendermos tudo aquilo de que necessitamos, a fim de sermos criaturas melhores e mais felizes. Melhores, porque precisamos de tempo e oportunidades para aprender a desenvolver as virtudes que Jesus veio nos ensinar. E , se não tivermos esse tempo e essas oportunidades, não conseguiremos refazer nossas escolhas equivocadas, retomando o caminho do amor. Felizes, porque, ao cuidarmos de cumprir nossas obrigações, poderemos sentir que todos os fantasmas de nossa inquietude são afastados, e que grande parte dos problemas sociais do mundo poderia ser resolvida naturalmente.
É, portanto, necessário que cada um conheça o que lhe toca, para que a tranquilidade individual se estabeleça em seu íntimo, e perceba que, ao cuidar de sua própria conta particular, ou seja, de seus créditos e de seus débitos com as Leis Divinas, estará, certamente, colaborando para que todos, ao seu redor, cuidem também das suas próprias contas, sem que nos transformemos em policiais do Evangelho. Quando assumimos a postura de zeladores da conta alheia, estamos nos candidatando a invasores da felicidade e da tranquilidade do próximo e, certamente, nos preparando para o ingresso em campos de grande sofrimento.
Mas Jesus não se cansa de nos convidar à prática do bem. Os apelos do Mestre continuam e se renovam a cada instante. Aqui, é um livro amigo que nos revela a verdade de maneira silenciosa. Ali, é um amigo generoso que insiste em que mudemos nossas atitudes, tendo em vista as realidades luminosas da vida. Acolá, é a doença no próprio corpo ou em pessoa querida que nos alerta para a necessidade de mudanças, valorizando mais o tempo que dispomos para o trabalho de renovação. E o que dizer, ainda, dos nossos pais, dos nossos mestres, do sentimento religioso que nos consola e que está sempre nos impulsionando ao exercício do amor. Tudo isso não são convites à prática do Bem?
O convite ao bem sempre nos acompanhou, mas dificilmente o percebemos. Por rebeldia, os homens costumam rir, passando, obrigatoriamente na direção de desencantos, de frustrações e desesperanças que, com o tempo, os obrigarão a equilibrar seus pensamentos. E se isso acontecerá, queiramos ou não, por que esperar que a necessidade se instale, que a dor tome conta de nosso ser, que a sombra nos açoite sem piedade, quando podemos seguir, calmamente, por estradas de luz e sem vacilar, em direção ao Pai Criador?
E por qual razão criamos tanta dificuldade para atender a esse chamamento? Porque temos o direito de escolher entre o certo e o errado, entre o fazer e o não fazer.  Temos também uma consciência que nos estimula e nos sustenta, para que decidamos, sempre, pelo certo e como ela é antagônica às seduções dos interesses e às seduções do coração, quase sempre sucumbimos.
Diante disso, seria bom perguntarmos: obedecemos a quem?  Aos impulsos baixos da natureza ou aos apelos do Mestre para o serviço de autoelevação? Se ainda não conseguimos definir a quem estamos submetidos, melhor parar e refletir para verificar se não estamos transformando obediência que salva em escravidão que condena. Para que o homem não se perdesse, Deus estabeleceu gradações evolutivas no caminho até Ele. Instituiu a lei do próprio esforço na aquisição dos supremos valores e determinou que esse homem aceitasse Seus desígnios, sem rebeldia para que pudesse ser, verdadeiramente, livre. Entretanto, o homem preferiu construir sua própria escravidão, organizando seu cativeiro através de desmandos, da posse material, da ganância, da vaidade, do orgulho e tantos outros sentimentos que nos ligam a condições de inferioridade.
Temos hoje plena consciência das nossas imensas dificuldades para praticar o Evangelho, rota segura para que cumpramos a lei do próprio esforço. Entendemos que ninguém poderá realizar por nós o que nos compete. E, justamente por termos consciência de tudo isso, graças ao conhecimento evangélico que já possuímos, é que não podemos mais adiar o que precisamos fazer. E o que é que precisamos fazer? A resposta surge clara diante do nosso tema: zerar nossa conta particular com as Leis de Deus.
Seria interessante lembrar, para finalizarmos, o que o Evangelho pergunta: se não houvesse as dificuldades, se não tivéssemos opositores, se não nos sentíssemos abandonados, se nunca fôssemos criticados ou ridicularizados, se os entes amados não nos trouxessem problemas ou se nunca fôssemos induzidos às tentações de todas as espécies, de que maneira seríamos obrigados a entesourar as luzes da experiência que nos permite a prática de virtudes que nos fortalecem a alma?


Bibliografia:
1 - LUCAS, 19:42.
2 – EMMANUEL (Espírito). Pão Nosso, [psicografado por] F.C.Xavier, 17ª ed., FEB, Rio de Janeiro/RJ- lição 38.
Outras fontes:
KARDEC, Allan.  O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulos 16 e 17.
EMMANUEL (Espírito). Palavras de Vida Eterna – [psicografado por] F.C.Xavier, 20ª ed., Edição CEC - Uberaba/MG – 1995, lição 14.
                                                           
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Estimulados pela palavra abalizada e extremamente oportuna de nossa irmã Leda, voltemos ao trabalho de Dra Marlene Nobre sobre os pontos de destaque para estudo do livro Nosso Lar e apanhemos os 3 capítulos de hoje:


Capítulo 40 – Quem semeia colherá.
1 – Deus nos aproxima das pessoas com as quais temos de acertar contas.
2 – O Espírito conservará vívidas as suas lembranças.
3 – Neste caso, o perispírito permanece com aspecto envelhecido e doente.
4 – a dor de consciência e a necessidade de um colo maternal.
5 – O remorso construtivo que ajuda nossa redenção.

Capítulo 41 – Convocados à luta
1)  - Choque que a guerra produz em todos os planos da vida.
2)  - País invasor é desordeiro da Casa do Pai; paga preço terrível.
3)  - Agressores centralizam as forças do mal, pasto livre às legiões infernais.
4)  - Toque do clarim vem das altas esferas: alerta para a guerra, prepara para a defesa.
5)  - Desequilíbrio das mentes; advertência do governador e volta à serenidade.

Capítulo 42 – A palavra do governador. 
1)  - O medo tem efeito devastador na alma. Deve ser combatido.
2)  - Recepção ao governador. Respeito e obediência à hierarquia espiritual.
3)  - Aspecto perispiritual condizente com o tipo patriarcal de exercer autoridade.
4)  - Quem não sabe preservar não é digno de usufruir.
5)  - Trabalho preventivo na Terra, no Umbral e nas Trevas.


 Encerramos aqui com o espírito em preparação para a grande celebração do Natal. Que a paz nos sustente e inspire.

sexta-feira, outubro 14, 2011

Oração de São Francisco (Prayer St Francis) - Elizabete Lacerda- Música...


Este vídeo deveria estar encerrando o post Perdão e Autoperdão. Gostaria que meus caros leitores observassem a ordem pretendida. É como uma sobremesa. Acho que daria para editar, trocar a ordem como indico aqui  a vocês, mas não posso mais ficar exposta à luminosidade da tela , por enquanto.
Obrigadíssima. Abraços


PERDÂO E AUTOPERDÂO

Pôr do Sol no Arpoador


          Vamos dedicar uns minutinhos a pensar os potenciais humanos, como foi sugerido no post anterior? Imaginei pra hoje  refletirmos sobre o perdão e o autoperdão. Quando agimos mal prejudicando alguém, necessário se torna reconhecermos o nosso erro para, então, pretendermos que a pessoa atingida releve nossa falha,  o que pode vir a abrir caminho para um tipo de comunicação ou relação válida.
          O autor da ofensa precisa estar consciente de que aquela é uma oportunidade de crescimento e, para isso, não deve ficar preso a sentimentos negativos. É a hora do autoperdão e sua importância consiste em nos fazer entender que nossos defeitos podem ser potenciais a serem desenvolvidos. Por isso, a necessidade  de evitarmos o julgamento precipitado e adotarmos a premissa de que “perdoar é a habilidade de compreender dificuldades.”
          Ao perdoarmos os nossos próprios desacertos, tornamo-nos aptos a perdoar as faltas alheias. A recusa do perdão a nós mesmos nos prende na teia das sensações desagradáveis e das energias negativas.
          O autoperdão conduz ao amor a  nós mesmos e aos outros – é a base da solidariedade humana. Isso não significa que nossas atividades evolutivas deixem de ser desenvolvidas e que nos acomodemos em nossas incapacidades. Não, isso só nos ajuda a liberar-nos do peso desnecessário da autopunição. Com ele, ganhamos  liberdade para amar e ser amados e capacidade para prover e receber serenidade.

          Uma elucidação: o ato de perdoar ou de desculpar requer um certo grau de amadurecimento espiritual. É saudável, mas exige cuidado. Pode ser perigoso viver desculpando  indefinidamente os erros de uma mesma pessoa. Suas angústias, trancadas no íntimo, podem se manifestar de forma negativa em outras ocasiões e com pessoas diferentes. O remédio é estabelecer limites, o que salvaguarda nossa dignidade pessoal ao tempo que  protege  o infrator de cometer excessos.
Amemos a nós mesmos mesmos para sermos capazes de amar os outros plenamente.


                                                             ******

          Voltemos agora ao estudo do Nosso Lar seguindo o trabalho organizado por Dra. Marlene Nobre, como temos feito em todos esses posts desde a apresentação do filme aqui, no Brasil.


Capítulo 37 – A preleção da ministra
1 – Somente Deus oferece o real valor do bônus-hora.
2 – Os alunos que mais se empenham mais têm direito de indagar.
3 – Pensamento é força viva, base das relações espirituais dos seres entre si.
4 – Não basta saber, é preciso manter e nutrir as criações mentais sadias.
5 – Comunicar-se de pensamento a pensamento exige afinidade pura.

Capítulo 38 – O caso Tobias
1 - A maravilha da natureza em Nosso Lar.
2 – A situação no além dos que se casam em segundas núpcias na Terra.
3 – O esforço para vencer o ciúme inferior.
4 – Os tipos de casamento e os verdadeiros de alma com alma.


Capítulo 39 – Ouvindo a Senhora Laura 
1 – Todo problema que torture a alma deve ser repartido.
2 – Sentimentos possessivos impediam André Luiz de compreender o lar de Tobias.
3 – Sem o esforço do perdão, no período entre vidas, milhões de almas permanecem no Umbral.
4 – Somente na volta à vida, nos laços da consangüinidade, adversários vencem o ódio.
5 – Para perdoar é preciso mover e remover pesados fardos do passado.
6 – Toda experiência sexual é acontecimento de enorme importância.
7 – A caridade legítima apóia-se na fraternidade


Podemos encerrar a exposição de hoje. Já refletimos, já ponderamos.  Que ideias possam ser trocadas em nosso serviço de comentários para complementar nossa tarefa.


                                                          ******


De Emmanuel / Médium Chico Xavier:

A mente é fonte viva de energias criadoras. As almas evoluídas convertem-se em instrumentos vivos de exteriorização dessa energia para benefício das criaturas e erguimento da Terra ao concerto dos mundos de alegria celestial.




ATENÇÂO:
O vídeo publicado logo acima deste post  é presentinho pra meus visitantes. Vejam.  Lindo e inspirador.

segunda-feira, setembro 05, 2011

PUXANDO CONVERSA

Beatriz Milhases  


Pensei hoje em conversar sobre assuntos diversos, apanhados aleatoriamente, à medida que fossem surgindo. A primeira escolha surge com a palavra coragem, talvez  resquício de alguma recente leitura em livro, revista ou jornal. Quero considerar a palavra escolhida em ampla dimensão, no caso aqui tomar a coragem como uma capacidade da alma, de grande relevância, já que ela dá lugar a uma outra importante qualidade  - a autoconfiança, responsável pela concretização de aspirações e projetos. Exatamente como o Mundo Maior espera que nos comportemos, exercitando  nossas próprias potencialidades, que nos desvelarão a força impulsionadora, a coragem que reside em nosso íntimo. Percebido isso, estaremos aptos a reconhecer nossa capacidade em encarar as dificuldades da vida.

A segunda palavra  a ser escolhida pode partir de vocês, leitores, e este será um exercício que poderemos praticar indefinidamente. Como sugestão, deixo indicadas algumas, como: criatividade, generosidade, compreensão, segurança. E não há necessidade de ser sequencial. Poderemos tratar de qualquer outro tema independente e tornarmos  às palavras soltas e seus significados a qualquer momento.

Outra sugestão é tornar o blog repositório de criações de todos nós. Cada leitor que desejar participar pode enviar sua colaboração para meu endereço de e-mail , em forma de pergunta para esclarecer alguma dúvida, ou um trecho em prosa sobre algum tema ligado à Doutrina, um poema,  um desenho, um vídeo. Havendo senso de oportunidade, vontade aprender interagindo, podemos fazer um trabalho recreativo, interessante. Aceito sugestões.

Pra encorajar vocês, deixo uma contribuição da casa:

ALVITRE


Não sonhe,
                       viva
 Não deseje,
                               vá buscar
 O caminho é longo?
                                   Encurte-o
 O tempo é pouco?
                                     Expanda-o
 Os recursos são parcos?
                                 Crie-os
 Não esmoreça, não duvide, não desista!
 A vontade é seu único motor
 A persistência, sua única arma
 A determinação, sua única força
 A fé, toda a sua razão de ser e superar-se
                               
Rio /1999


(E-mail  para receber os trabalhos a serem postados: magcamp@yahoo.com.br)

Dando continuidade aos capítulos relativos ao estudo de "Nosso Lar", sob a orientação da Dra. Marlene Nobre, deixarei com vocês hoje:

Capítulo 34 – Com os recém-chegados do Umbral
1 – Analisar os estados psicológicos e espirituais dos resgatados do Umbral.
2 – Noções de Céu, Purgatório, Inferno. Falsa libertação da consciência culpada.
3 – Orgulho de casta, de posição social X princípios cristãos.
4 – Evitar conversação inútil. Ouvir os dementes sem ser um deles.

Capítulo 35 – Encontro singular
1 – Oportunidades no além de restabelecer a simpatia.
2 – Inimigos vistos como benfeitores.
3 – O verdadeiro esquecimento das ofensas.
Somente a humildade restaura elos quebrados.

Capítulo 36 – O sonho       
1 – O incentivo da mãe e dos amigos ao trabalho.
2 – A travessia de dimensões espirituais. Desdobramento no além.
3 – Há maior alegria em dar do que em receber.
4 – Não se envergonhar com o tipo de serviço.
5 – Só Deus confere o real valor da hora trabalhada.

Até mais.