Uma série de inquiriçoes sobre nossa condiçao de humanos na Terra. A finitude do corpo material X A imortalidade do espirito sob a otica espírita.Razoes e conseqüências de nossa passagem por este planeta.
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
quinta-feira, janeiro 19, 2012
2012 do jeito que a gente deseja
Natureza - uma foto
Espero que 2012 entre com o pé direito na vida de todos nós. É certo que, já no decorrer deste primeiro mês, tivemos sobressaltos: seca inesperada aqui, chuvas excessivas ali , acolá desabamentos, incêndios. Que nossos irmãos atingidos encontrem meios de sustento e força para a luta da recuperação, que as doações que lhes cheguem às mãos venham livres de dolo. E que, no desespero das horas tormentosas, possam sentir a certeza do amparo celestial.
Pra que esse tipo de energia , coragem e desprendimento possa existir em nós, é preciso que vivamos o Evangelho. É ele que nos pode induzir à fé irrestrita e à confiança nas sanções divinas. É a necessidade imperiosa de nos acautelarmos diante das injunções mundanas e procurarmos melhorar o que ainda há de obscuro em nosso espírito.
Cabem perfeitamente aqui os conselhos deixados por André Luiz, no segundo volume de VIVENDO O EVANGELHO, psicografia de Antônio Baduy Filho, no capítulo Dê um Jeito:
“Faça o possível para melhorar o Espírito endurecido que ainda sobrevive em você.
Mentira? Adote a verdade.
Ódio? Neutralize com o amor.
Orgulho? Experimente a humildade.
Prepotência? Tente a convivência fraterna.
Vingança? Dê oportunidade ao perdão.
Violência? Proteja-se com a brandura.
Esperteza? Procure o caminho reto.
Vaidade? Reaja com a modéstia.
Hipocrisia? Seja sincero.
Ore pelos espíritos perversos que ainda estagiam nos sentimentos inferiores, mas não deixe de observar também suas próprias tendências infelizes e, apoiado nas lições do Evangelho, dê logo um jeito em você.”
Já que estamos citando o espírito de André Luiz, passemos ao estudo elaborado pela Dra. Marlene Nobre no sentido de nos fornecer uma leitura planejada e compensadora de NOSSO LAR. Faltam 8 capítulos: passarei 4 deles hoje, ficando os 4 últimos para o próximo post. Cumprida essa tarefa, oferecemos espaço para alguma explicação que se faça necessária, alguma dúvida sobre uma questão ou outra ou mesmo para comentários. Temos sempre pessoas preparadas, dispostas a nos tirar dúvidas e elucidar pontos de vista.
Capítulo 43 – Em Conversação
1) - Excursões de aprendizado em tempo de guerra.
2) - A guerra eclode o que existe de pior no ser humano.
3) - Apesar do clima infernal, a ajuda dos servidores espirituais não cessa.
4) - Altos patrimônios culturais de nada valem se há falta de preparação religiosa.
5) - Somente os religiosos com sopro divino inspiram fé e confiança.
6) - Espiritismo é a grande esperança, caso os espíritas se espiritualizem.
Capítulo 44 – As Trevas
1) – Estudar as propriedades do pensamento. Lísias descreve aqui o emaranhamento: fenômeno da Física Quântica explica o entrelaçamento das partículas.
2) – Relacionar as ações que levam os espíritos à região das Trevas.
3) – Estudar: “Tentação e Queda”.
4) – Destacar revelação de Lísias em 1940: A Terra é organização viva. (Tese atual de James Lovelock).
5) – Há elementos no cérebro humano que lhe presidem o senso diretivo.
Capítulo 45 – No Campo da Música
1) – Amor ao serviço.
2) – Noivado e construção do lar.
3) - Liberdade distorcida. Só é verdadeiramente livre quem aprende a obedecer.
4) – Música popular e clássica. Fonte de inspiração para músicos terrestres.
5) – Reuniões sociais em Nosso Lar.
Capítulo 46 – Sacrifício de Mulher
1) – A saudade no mundo espiritual. O reencontro de almas para ser proveitosa deve ser feito no momento certo.
2) – A abnegação dos Espíritos Superiores: a prática da renúncia em favor dos que amamos. O superior desce ao inferior.
3) – Reencarnação compulsória. Não há liberdade irrestrita.
4) – Deus criou o livre-arbítrio, nós a fatalidade. Antes de praticar o mal, devemos ver as conseqüências. Inimigos podem interromper a gravidez.
5) – É indispensável amar: converter verdugos em filhos do coração.
Para encerrar, uma historinha interessante.
Certa vez, um famoso sábio, cansado da vida agitada das cidades grandes, procurou conhecer a vida rural em busca da alegada sabedoria do camponês, fruto de uma vida mais amena, menos estressante. Assim o fez: saiu à procura do provável interlocutor e logo chegou a um caboclo que enfrentava o forte sol de verão lavrando sua terra. Aproximando-se, cumprimentou o roceiro e logo tentou o diálogo com a seguinte pergunta: ‘Será que o senhor poderia me dizer onde está Deus? O trabalhador parou de capinar, levantou a aba do chapéu. olhou pausadamente em todas as direções e respondeu:: ‘Olha, meu senhor, onde está Deus eu não sei, não senhor. Mas será que o senhor poderia me dizer onde é que Deus não está?’
Consta também que Santo Agostinho, defrontado certa vez com a indagação ‘Que é Deus?’, teria respondido: ‘Quando me perguntam que é Deus, eu não sei; porém, se não me perguntam, então eu sei.’
sábado, dezembro 10, 2011
NOSSA CONTA PARTICULAR ANTE A CONTABILIDADE DIVINA
sexta-feira, outubro 14, 2011
Oração de São Francisco (Prayer St Francis) - Elizabete Lacerda- Música...
Este vídeo deveria estar encerrando o post Perdão e Autoperdão. Gostaria que meus caros leitores observassem a ordem pretendida. É como uma sobremesa. Acho que daria para editar, trocar a ordem como indico aqui a vocês, mas não posso mais ficar exposta à luminosidade da tela , por enquanto.
Obrigadíssima. Abraços
PERDÂO E AUTOPERDÂO
Pôr do Sol no Arpoador
Vamos dedicar uns minutinhos a pensar os potenciais humanos, como foi sugerido no post anterior? Imaginei pra hoje refletirmos sobre o perdão e o autoperdão. Quando agimos mal prejudicando alguém, necessário se torna reconhecermos o nosso erro para, então, pretendermos que a pessoa atingida releve nossa falha, o que pode vir a abrir caminho para um tipo de comunicação ou relação válida.
O autor da ofensa precisa estar consciente de que aquela é uma oportunidade de crescimento e, para isso, não deve ficar preso a sentimentos negativos. É a hora do autoperdão e sua importância consiste em nos fazer entender que nossos defeitos podem ser potenciais a serem desenvolvidos. Por isso, a necessidade de evitarmos o julgamento precipitado e adotarmos a premissa de que “perdoar é a habilidade de compreender dificuldades.”
Ao perdoarmos os nossos próprios desacertos, tornamo-nos aptos a perdoar as faltas alheias. A recusa do perdão a nós mesmos nos prende na teia das sensações desagradáveis e das energias negativas.
O autoperdão conduz ao amor a nós mesmos e aos outros – é a base da solidariedade humana. Isso não significa que nossas atividades evolutivas deixem de ser desenvolvidas e que nos acomodemos em nossas incapacidades. Não, isso só nos ajuda a liberar-nos do peso desnecessário da autopunição. Com ele, ganhamos liberdade para amar e ser amados e capacidade para prover e receber serenidade.
Uma elucidação: o ato de perdoar ou de desculpar requer um certo grau de amadurecimento espiritual. É saudável, mas exige cuidado. Pode ser perigoso viver desculpando indefinidamente os erros de uma mesma pessoa. Suas angústias, trancadas no íntimo, podem se manifestar de forma negativa em outras ocasiões e com pessoas diferentes. O remédio é estabelecer limites, o que salvaguarda nossa dignidade pessoal ao tempo que protege o infrator de cometer excessos.
Amemos a nós mesmos mesmos para sermos capazes de amar os outros plenamente.
******
Voltemos agora ao estudo do Nosso Lar seguindo o trabalho organizado por Dra. Marlene Nobre, como temos feito em todos esses posts desde a apresentação do filme aqui, no Brasil.
Capítulo 37 – A preleção da ministra
1 – Somente Deus oferece o real valor do bônus-hora.
2 – Os alunos que mais se empenham mais têm direito de indagar.
3 – Pensamento é força viva, base das relações espirituais dos seres entre si.
4 – Não basta saber, é preciso manter e nutrir as criações mentais sadias.
5 – Comunicar-se de pensamento a pensamento exige afinidade pura.
Capítulo 38 – O caso Tobias
1 - A maravilha da natureza em Nosso Lar.
2 – A situação no além dos que se casam em segundas núpcias na Terra.
3 – O esforço para vencer o ciúme inferior.
4 – Os tipos de casamento e os verdadeiros de alma com alma.
Capítulo 39 – Ouvindo a Senhora Laura
1 – Todo problema que torture a alma deve ser repartido.
2 – Sentimentos possessivos impediam André Luiz de compreender o lar de Tobias.
3 – Sem o esforço do perdão, no período entre vidas, milhões de almas permanecem no Umbral.
4 – Somente na volta à vida, nos laços da consangüinidade, adversários vencem o ódio.
5 – Para perdoar é preciso mover e remover pesados fardos do passado.
6 – Toda experiência sexual é acontecimento de enorme importância.
7 – A caridade legítima apóia-se na fraternidade
Podemos encerrar a exposição de hoje. Já refletimos, já ponderamos. Que ideias possam ser trocadas em nosso serviço de comentários para complementar nossa tarefa.
******
De Emmanuel / Médium Chico Xavier:
A mente é fonte viva de energias criadoras. As almas evoluídas convertem-se em instrumentos vivos de exteriorização dessa energia para benefício das criaturas e erguimento da Terra ao concerto dos mundos de alegria celestial.
ATENÇÂO:
O vídeo publicado logo acima deste post é presentinho pra meus visitantes. Vejam. Lindo e inspirador.
ATENÇÂO:
O vídeo publicado logo acima deste post é presentinho pra meus visitantes. Vejam. Lindo e inspirador.
segunda-feira, setembro 05, 2011
PUXANDO CONVERSA
Beatriz Milhases
Pensei hoje em conversar sobre assuntos diversos, apanhados aleatoriamente, à medida que fossem surgindo. A primeira escolha surge com a palavra coragem, talvez resquício de alguma recente leitura em livro, revista ou jornal. Quero considerar a palavra escolhida em ampla dimensão, no caso aqui tomar a coragem como uma capacidade da alma, de grande relevância, já que ela dá lugar a uma outra importante qualidade - a autoconfiança, responsável pela concretização de aspirações e projetos. Exatamente como o Mundo Maior espera que nos comportemos, exercitando nossas próprias potencialidades, que nos desvelarão a força impulsionadora, a coragem que reside em nosso íntimo. Percebido isso, estaremos aptos a reconhecer nossa capacidade em encarar as dificuldades da vida.
A segunda palavra a ser escolhida pode partir de vocês, leitores, e este será um exercício que poderemos praticar indefinidamente. Como sugestão, deixo indicadas algumas, como: criatividade, generosidade, compreensão, segurança. E não há necessidade de ser sequencial. Poderemos tratar de qualquer outro tema independente e tornarmos às palavras soltas e seus significados a qualquer momento.
Outra sugestão é tornar o blog repositório de criações de todos nós. Cada leitor que desejar participar pode enviar sua colaboração para meu endereço de e-mail , em forma de pergunta para esclarecer alguma dúvida, ou um trecho em prosa sobre algum tema ligado à Doutrina, um poema, um desenho, um vídeo. Havendo senso de oportunidade, vontade aprender interagindo, podemos fazer um trabalho recreativo, interessante. Aceito sugestões.
Pra encorajar vocês, deixo uma contribuição da casa:
ALVITRE
Não sonhe,
viva
vá buscar
Encurte-o
Expanda-o
Crie-os
Rio /1999
(E-mail para receber os trabalhos a serem postados: magcamp@yahoo.com.br)
Dando continuidade aos capítulos relativos ao estudo de "Nosso Lar", sob a orientação da Dra. Marlene Nobre, deixarei com vocês hoje:
Capítulo 34 – Com os recém-chegados do Umbral
1 – Analisar os estados psicológicos e espirituais dos resgatados do Umbral.
2 – Noções de Céu, Purgatório, Inferno. Falsa libertação da consciência culpada.
3 – Orgulho de casta, de posição social X princípios cristãos.
4 – Evitar conversação inútil. Ouvir os dementes sem ser um deles.
Capítulo 35 – Encontro singular
1 – Oportunidades no além de restabelecer a simpatia.
2 – Inimigos vistos como benfeitores.
3 – O verdadeiro esquecimento das ofensas.
Somente a humildade restaura elos quebrados.
Capítulo 36 – O sonho
1 – O incentivo da mãe e dos amigos ao trabalho.
2 – A travessia de dimensões espirituais. Desdobramento no além.
3 – Há maior alegria em dar do que em receber.
4 – Não se envergonhar com o tipo de serviço.
5 – Só Deus confere o real valor da hora trabalhada.
Até mais.
segunda-feira, agosto 08, 2011
AMY, POR QUÊ?
Uma foto de jardim
Trago hoje um artigo que li como editorial da revista O Consolador da primeira semana deste mês sobre a inesperada morte da cantora britânica em pleno viço de seus 27 anos .
As lições que nos ficam do caso Amy Winehouse
O mundo artístico e todos os que apreciam a música popular ficaram estarrecidos com a notícia da morte, aos 27 anos de idade, da cantora Amy Winehouse, que esteve pouco tempo atrás em nosso país e encantou a todos com sua voz excepcional.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, tudo está a indicar que Amy é mais uma a integrar a lista dos artistas que o uso do álcool e de outras drogas levou mais cedo deste para o outro mundo.
É evidente que em momentos assim, se tivermos de falar alguma coisa, que sejam palavras de carinho, de afeto, de amor pela jovem que acaba de retornar à pátria espiritual, conquanto certamente esse não fosse o seu desejo.
Que nós – sobretudo os que nos dizemos espíritas – possamos orar por seu Espírito, lembrando-nos de que se trata de uma criatura de Deus que necessita neste momento de oração e de pensamentos elevados que a auxiliem em sua readaptação à nova vida. E que não lhe faltem o amparo e o socorro indispensáveis a todos os que deixam, de forma repentina, o mundo corporal, para que tenha oportunidade de se preparar a fim de recomeçar a experiência ora interrompida, porque o destino do ser humano, como ninguém ignora, é a perfeição.
Não podemos, contudo, ignorar duas importantes lições que se podem extrair de um episódio como esse.
A primeira, sem dúvida, diz respeito à transitoriedade da vida, porque, seja aos 27 anos, seja aos 87, todos um dia deixaremos o plano em que vivemos, em demanda do mundo real, que preexiste e sobrevive a este. É claro que, ao reencarnarmos, trazemos um plano de viagem, do qual deveremos prestar contas à autoridade que o avalizou, ou seja, aos amigos, aos benfeitores, aos protetores espirituais que sempre nos ajudam e que, felizes com os nossos sucessos, também sofrem quando não correspondemos ao que de nós eles esperam.
Como segunda lição, podemos entender quão sábias são as palavras de Jesus em sua conhecida advertência a respeito das consequências do que fazemos. Na vida, ensinou-nos o Mestre, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Aquele que planta amor colhe amor; aquele que planta ódio, colhe ódio. Os que preservam o corpo e dão-lhe os cuidados indispensáveis a esse organismo tão frágil e perecível, poderão utilizá-lo em condições de uso por longos anos, enquanto isso lhes for necessário, mas dar-se-á o contrário com todos aqueles que o submetem aos vícios e aos excessos que podem, de uma forma geral, encurtar-lhe o tempo de vida.
O exemplo deixado pela jovem cantora Amy Winehouse serve, pois, de alerta para todos nós, sobretudo para os jovens, ao confirmar a necessidade de mantermos permanente comunhão com Deus e o entendimento de que a verdadeira felicidade está intrinsecamente ligada a uma conduta reta que faculte à criatura humana paz de espírito, fé no futuro e consciência tranquila.
Que saibamos tirar deste acontecimento doloroso as lições que devemos passar adiante a jovens e adultos como orientação de vida.
E vamos aos capítulos de estudo orientado, da Dra Marlene Nobre, sobre o livro “Nosso Lar”:
Capítulo 31 – Vampiro
1 – O servidor iniciante não está preparado para todos os trabalhos.
2 – Respeito à hierarquia: a de Justino e Narcisa ao chefe da vigilância.
3 – A chefia é exercida por alguém preparado: Paulo tem maior acuidade visual (aumento da vidência); sabe dosar cérebro e coração, ver além das aparências.
4 – A miserável situação espiritual de quem faz aborto.
5 – Caridade legítima também significa defender a ordem e a lei.
Capítulo 32 – Notícias de Veneranda
1 – Os “salões verdes” foram construídos por volta de 1900, tendo em vista que André Luiz descreve fatos de 1939-1940. São exemplos de amor e respeito à natureza, inspirados nas lições de Jesus.
2 – Natal: época de louvor e agradecimento ao Cristo.
3 – O governador visita, semanalmente, a área mais necessitada da cidade. Consola e aconselha, sem laivos de personalismo inferior tão comum entre os que têm posição de comando no mundo.
4 – O exemplo de Veneranda: em 1936, recebeu troféu por um milhão de horas de serviço útil, mas transferiu o mérito a toda colônia.
Capítulo 33 – Curiosas observações
1 – A saudade dolorida do lar e as razões da ausência de notícias.
2 – Desdobramento dos encarnados: livre trânsito dos mais evoluídos.
3 – Caravanas de resgates nas regiões do Umbral.
4 – função dos animais, das aves e dos meios de transporte no além.
Aqui os fico, amigos deixando-lhes uma citação preciosa do livro Os Prazeres da Alma. de Francisco do Espírito Santo, pelo espírito de Hammed:
Tudo o que existe tem tem sua origem no amor - essência fundamental de todasas coisas que vivem sobre a terra. A busca do amor é o principal anseio de todo ser humano.
Assinar:
Postagens (Atom)


