Carnaval chegou. E nem todos brincam o carnaval. Lembrei-me, então, de trazer um texto para reflexão e estudo, o que preencherá bem as horas vazias desse período. Quem aceitar a sugestão, pode meditar calmamente sobre o assunto e apresentar seus comentários oportunamente.
Aplicação da lei do carma ou de causa e efeito
Você pode colocar a lei do carma ou de causa e efeito em ação assumindo o compromisso de dar os seguintes passos:
1) Observar as escolhas que vai fazer hoje a todo momento. E na observação dessas escolhas, trazê-las para a percepção consciente. Ter bem claro que a melhor maneira de se preparar para todos os momentos do futuro é estar plenamente consciente do presente.
2) Toda vez que for fazer uma escolha, pergunte:"Quais serão as conseqüências desta escolha?";
"Esta escolha trará satisfação e felicidade a mim e aos outros que serão afetados por ela?"
3) Pedir, então, orientação ao coração e seguir a mensagem enviada por ele de conforto ou de desconforto. Se a escolha for de conforto, entregar-se totalmente a ela. Se a escolha for de desconforto, parar para ver as conseqüências daquele ato com sua visão interior. Essa orientação permitirá fazer escolhas corretas espontâneas tanto para você quanto para os que o circundam.
(Capítulo do Livro "As Sete Leis Espirituais do Sucesso, de Deepak Chopr)
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Apresento-lhes, agora, um irmão de fé que nos brinda com um trabalho seu, um poema com temática espírita. Vamos acolhê-lo com simpatia e satisfação. Aliás, aproveito a ocasião e deixo aqui uma proposta: Aquele que quiser contribuir com textos próprios em prosa ou em poesia, é só mandar-me o trabalho via e-mail, assinado ou sob pseudônimo, sempre com tema baseado na Doutrina.
NOSSO ÍNTIMO
Dentro de nós, bem fundo e escondido,
Mora um ser feroz, grande bandido,
Tirano poderoso, teimoso, atrevido.
Ao lado desse ser duro e maldoso
Mora um anjo de paz, mui generoso,
Brilhante, ordeiro e caridoso;
Ser divino, não menos poderoso.
Durante a vida toda os ouvimos,
Desde que nascemos até quando partimos.
Contrários são, os nossos inquilinos:
Um nos prega o ódio e tristes ilusões,
O outro, amor aos nossos corações.
Mas livres somos nas nossas decisões.
Assim eu vejo realmente o que se passa
Em cada ser de toda e qualquer raça,
Habitantes deste solo em que vivemos.
Creio, porém, sincera e firmemente
Que a felicidade vira concretamente
Quando banirmos esse ser tão prepotente
Do interior do nosso eu, do eu inteligente,
E atendermos pura e simplesmente
O que diz o nosso anjo reluzente
Oswaldo Nigro
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Depois do carnaval, estarei aqui novamente. Até lá, bom descanso!
Uma série de inquiriçoes sobre nossa condiçao de humanos na Terra. A finitude do corpo material X A imortalidade do espirito sob a otica espírita.Razoes e conseqüências de nossa passagem por este planeta.
sábado, fevereiro 21, 2004
quarta-feira, fevereiro 11, 2004
DEVORAR O PRÓPRIO CORAÇÃO
Acredito que você, leitor amigo, nunca ouviu falar de Hipônoo, nome obscuro de um cidadão grego, filho de Eurímede e Glauco, também ilustres desconhecidos.
Mas certamente conhece a história de Belerofonte, o herói mitológico.
Ambos são a mesma pessoa.
Tendo matado Beleros, tirano de Corinto, Hipônoo ficou famoso como o "matador de Beleros" ou Belerofante.
Suas aventuras fabulosas apresentam lances dramáticos, ações indômitas, tragédias, mortes e horrores.
Montado no Pégaso, o célebre cavalo alado, realizou proezas memoráveis, como vencer as amazonas, as mulheres guerreiras.
A mais gloriosa foi matar a quimera, fabuloso ser com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão, que aterrorizava populações, expelindo chamas, destruindo rebanhos e matando gente.
Contando com a ligeireza de Pégaso, escapava dos jatos de fogo arremessados pelo monstro, até que, com fulminante golpe de espada, o liquidou.
Não obstante suas vitórias como guerreiro, Belerofante terminaria seus dias melancolicamente, obscuro Hipônoo.
Segundo Homero, em A Ilíada, os deuses voltaram-se contra ele e o condenaram a vagar sem rumo, coxo, cego e solitário, a devorar o próprio coração.
A saga de Belerofonte, como sempre ocorre com a mitologia, tem pontos de contato com a realidade: os desafios existenciais, os temores e as dúvidas em torno de situações difíceis que imaginamos ou superestimamos.
Surgem como "monstros" ameaçadores que podemos vencer, desde que trabalhemos intensamente para isso.
O mais interessante está na expressão de Homero - devorar o próprio coração.
Representa, simbolicamente, o comportamento de pessoas que, em face das atirbulações da existência, entregam-se a sentimentos negativos, resvalando para a angústia, a revolta, o desespero, a depressão...
Nutrem-se das próprias mágoas, como se cometessem um ato de antropofagia moral, atormentados Hipônoos nos caminhos da Vida, esmagados ao peso da própria desdita.
É preciso resgatar o herói que há em nós; não a fantasiosa e contraditória figura mitológica, mas o filho de Deus, dotado de suas potencialidades criadoras, capaz de
enfrentar as atribulações da existência, reduzindo-as às suas dimensões normais.
São quimeras que podemos derrotar com as asas do conhecimento espírita, que nos permite pairar acima das misérias humanas, desvendando os mistérios do destino.
- O ente amado que pranteamos não se consumiu nas cinzas da sepultura.
Continua a viver em outros planos do infinito, acompanhando-nos os passos, torcendo por nós, esperando pelo reencontro feliz, quando chegar nossa hora.
- A enfermidade que nos aflige não objetiva impor-nos perturbações e angústias.
Tratamento de beleza para a alma, conduz a valiosas disciplinas e convida-nos à oração e à reflexão em torno da jornada humana.
- As dificuldades que surgem em nosso caminho não são obstáculos intransponíveis, convites ao desalento.
São estímulos à mobilização de nossas potencialidades criadoras, tornando-nos mais fortes e capazes.
- A desilusão amorosa que nos angustia não implica em aniquilamento de nossas esperanças.
Apenas revela que estivemos iludidos e a experiência nos ensinará a erguer o edifício de nossas realizações afetivas sobre bases mais sólidas.
Se o leitor amigo sente-se um Hipônoo e anda a devorar o próprio coração, nos grotões do desânimo e da tristeza, lembre-se:
Há um Belerofante adormecido em você!
Desperte-o!
Tome o seu Pégaso, nas asas abençoadas do conhecimento espírita, paire acima das misérias humanas com a gloriosa visão do infinito e derrote as quimeras com a mais poderosa de todas as certezas:
Deus nos reserva o melhor, num glorioso porvir!
Este é o capítulo com que RICHARD SIMONETTI encerra seu iluminado livro LUZES NO CAMINHOBeleza, hein? Aprendi muito hoje teclando este texto para vocês.
Obrigada, Richard Simonetti.
Acredito que você, leitor amigo, nunca ouviu falar de Hipônoo, nome obscuro de um cidadão grego, filho de Eurímede e Glauco, também ilustres desconhecidos.
Mas certamente conhece a história de Belerofonte, o herói mitológico.
Ambos são a mesma pessoa.
Tendo matado Beleros, tirano de Corinto, Hipônoo ficou famoso como o "matador de Beleros" ou Belerofante.
Suas aventuras fabulosas apresentam lances dramáticos, ações indômitas, tragédias, mortes e horrores.
Montado no Pégaso, o célebre cavalo alado, realizou proezas memoráveis, como vencer as amazonas, as mulheres guerreiras.
A mais gloriosa foi matar a quimera, fabuloso ser com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão, que aterrorizava populações, expelindo chamas, destruindo rebanhos e matando gente.
Contando com a ligeireza de Pégaso, escapava dos jatos de fogo arremessados pelo monstro, até que, com fulminante golpe de espada, o liquidou.
Não obstante suas vitórias como guerreiro, Belerofante terminaria seus dias melancolicamente, obscuro Hipônoo.
Segundo Homero, em A Ilíada, os deuses voltaram-se contra ele e o condenaram a vagar sem rumo, coxo, cego e solitário, a devorar o próprio coração.
A saga de Belerofonte, como sempre ocorre com a mitologia, tem pontos de contato com a realidade: os desafios existenciais, os temores e as dúvidas em torno de situações difíceis que imaginamos ou superestimamos.
Surgem como "monstros" ameaçadores que podemos vencer, desde que trabalhemos intensamente para isso.
O mais interessante está na expressão de Homero - devorar o próprio coração.
Representa, simbolicamente, o comportamento de pessoas que, em face das atirbulações da existência, entregam-se a sentimentos negativos, resvalando para a angústia, a revolta, o desespero, a depressão...
Nutrem-se das próprias mágoas, como se cometessem um ato de antropofagia moral, atormentados Hipônoos nos caminhos da Vida, esmagados ao peso da própria desdita.
É preciso resgatar o herói que há em nós; não a fantasiosa e contraditória figura mitológica, mas o filho de Deus, dotado de suas potencialidades criadoras, capaz de
enfrentar as atribulações da existência, reduzindo-as às suas dimensões normais.
São quimeras que podemos derrotar com as asas do conhecimento espírita, que nos permite pairar acima das misérias humanas, desvendando os mistérios do destino.
- O ente amado que pranteamos não se consumiu nas cinzas da sepultura.
Continua a viver em outros planos do infinito, acompanhando-nos os passos, torcendo por nós, esperando pelo reencontro feliz, quando chegar nossa hora.
- A enfermidade que nos aflige não objetiva impor-nos perturbações e angústias.
Tratamento de beleza para a alma, conduz a valiosas disciplinas e convida-nos à oração e à reflexão em torno da jornada humana.
- As dificuldades que surgem em nosso caminho não são obstáculos intransponíveis, convites ao desalento.
São estímulos à mobilização de nossas potencialidades criadoras, tornando-nos mais fortes e capazes.
- A desilusão amorosa que nos angustia não implica em aniquilamento de nossas esperanças.
Apenas revela que estivemos iludidos e a experiência nos ensinará a erguer o edifício de nossas realizações afetivas sobre bases mais sólidas.
Se o leitor amigo sente-se um Hipônoo e anda a devorar o próprio coração, nos grotões do desânimo e da tristeza, lembre-se:
Há um Belerofante adormecido em você!
Desperte-o!
Tome o seu Pégaso, nas asas abençoadas do conhecimento espírita, paire acima das misérias humanas com a gloriosa visão do infinito e derrote as quimeras com a mais poderosa de todas as certezas:
Deus nos reserva o melhor, num glorioso porvir!
Este é o capítulo com que RICHARD SIMONETTI encerra seu iluminado livro LUZES NO CAMINHOBeleza, hein? Aprendi muito hoje teclando este texto para vocês.
Obrigada, Richard Simonetti.
sexta-feira, fevereiro 06, 2004
Blogue em festa! Nossa amiga Lêda Yara Motta Mello lança hoje, em Arapiraca, Alagoas - sua terra nata l- seu livro de poesias intitulado MEUS SONHOS.
Tenho trazido a vocês lindos poemas dela e de seu irmão Lêdo Motta Mello. Eles já transitam pela Internet, através de sites de Poesias, sempre muito bem recebidos pela crítica.
A esta hora já deve estar rolando o coquetel oferecido aos convidados para a noite de autógrafos.
Tive a grande satisfação de participar desta obra de Lêda, escrevendo as orelhas de seu livro, em cuja capa está reproduzida uma de suas telas. Sim! porque Leda é também artista plástica de muita sensibilidade.
Aqui está o texto escrito nas orelhas de "MEUS SONHOS":
Sonhos... podem ser poesia. Os sonhos de Leda Motta Mello estão aqui como prova de que a dona de tantas artes transforma em arte genuína tudo o que manipula e trabalha.
Intuitiva, ledora voraz, desde pequena, de todo livro a seu alcance, e capaz de perceber música até nos ruídos naturais à sua volta, esta sensibilidade privilegiada, soube aprisionar sons, ritmos, sonhos, risos e lágrimas para liberá-los por fim e materializá-los em poemas.
”Meus Sonhos”, de Lêda Mello, são o resultado do exercício desse fazer poético artesanal e, portanto, a constatação de que sua expressão poética, estruturalmente assentada em uma natureza buliçosa e ágil, esperava a hora azada para sua eclosão.
Leda nasceu poeta... É isto que quero dizer. Quer em suas telas, quer nos acordes que tira de seu instrumento musical, quer em seus versos, ela manipula com graça os elementos de que dispõe e produz arte, grávida de verdades vividas, de sensações experimentadas e da captação do que é belo e bom para a alma humana.
De modo muito próprio, Leda adeja por todos os caminhos da poesia. Ela é leve e sonora em seus versos mais ingênuos, é sensual em passagens reveladoras de erotismo implícito, é incisiva em seus versos de denúncia, é fervorosa em suas afirmações de fé. Até sua “voz matuta” é cheia de graça, inflexões e rodeios originais. Seus epigramas exibem uma linguagem metafórica digna de poetas com formação acadêmica.
Enfim, “Meus Sonhos”, de Lêda Mello, abre para os aficionados de poesia, um espaço novo, onde a alegria, a tristeza, a vigília do amor, a rejeição ao amor são sabiamente exibidas, deixando plena a alma do leitor, exposta à emoção.
Um de seus vibrantes poemas:
SIM, EU POSSO!
Sim, eu posso:
quando tomo consciência
de que sou única e insubstituível;
de que meu passado, presente e futuro
são o resultado das minhas escolhas;
de que o acaso não existe
e que cada acontecimento
é mensageiro de uma resposta.
Eu posso:
quando me questiono
e tenho a coragem de me assumir
com minhas virtudes e defeitos,
para me tornar melhor;
quando priorizo o amor
e percebo que eu sou a minha primeira experiência
- " Ama o teu próximo como a ti mesmo" -
Eu posso:
quando estou atenta às minhas culpas e medos
e deles retiro os benefícios equivalentes,
para então libertá-los e libertar-me;
quando me dou conta de que a vida
não é um vale de lágrimas ,
mas uma maravilhosa experiência
de progresso para o meu espírito.
Eu posso:
quando, apesar de tudo,
me decido pelo Amor, pela Paz e pela Felicidade
que me foram destinados
e que nascem a partir de mim mesma.
Percebo, então,
que Ele e eu, juntos, somos invencíveis
e que a minha vida, então transformada,
já me mostra que
sim, eu posso!
Tenho trazido a vocês lindos poemas dela e de seu irmão Lêdo Motta Mello. Eles já transitam pela Internet, através de sites de Poesias, sempre muito bem recebidos pela crítica.
A esta hora já deve estar rolando o coquetel oferecido aos convidados para a noite de autógrafos.
Tive a grande satisfação de participar desta obra de Lêda, escrevendo as orelhas de seu livro, em cuja capa está reproduzida uma de suas telas. Sim! porque Leda é também artista plástica de muita sensibilidade.
Aqui está o texto escrito nas orelhas de "MEUS SONHOS":
Sonhos... podem ser poesia. Os sonhos de Leda Motta Mello estão aqui como prova de que a dona de tantas artes transforma em arte genuína tudo o que manipula e trabalha.
Intuitiva, ledora voraz, desde pequena, de todo livro a seu alcance, e capaz de perceber música até nos ruídos naturais à sua volta, esta sensibilidade privilegiada, soube aprisionar sons, ritmos, sonhos, risos e lágrimas para liberá-los por fim e materializá-los em poemas.
”Meus Sonhos”, de Lêda Mello, são o resultado do exercício desse fazer poético artesanal e, portanto, a constatação de que sua expressão poética, estruturalmente assentada em uma natureza buliçosa e ágil, esperava a hora azada para sua eclosão.
Leda nasceu poeta... É isto que quero dizer. Quer em suas telas, quer nos acordes que tira de seu instrumento musical, quer em seus versos, ela manipula com graça os elementos de que dispõe e produz arte, grávida de verdades vividas, de sensações experimentadas e da captação do que é belo e bom para a alma humana.
De modo muito próprio, Leda adeja por todos os caminhos da poesia. Ela é leve e sonora em seus versos mais ingênuos, é sensual em passagens reveladoras de erotismo implícito, é incisiva em seus versos de denúncia, é fervorosa em suas afirmações de fé. Até sua “voz matuta” é cheia de graça, inflexões e rodeios originais. Seus epigramas exibem uma linguagem metafórica digna de poetas com formação acadêmica.
Enfim, “Meus Sonhos”, de Lêda Mello, abre para os aficionados de poesia, um espaço novo, onde a alegria, a tristeza, a vigília do amor, a rejeição ao amor são sabiamente exibidas, deixando plena a alma do leitor, exposta à emoção.
Um de seus vibrantes poemas:
SIM, EU POSSO!
Sim, eu posso:
quando tomo consciência
de que sou única e insubstituível;
de que meu passado, presente e futuro
são o resultado das minhas escolhas;
de que o acaso não existe
e que cada acontecimento
é mensageiro de uma resposta.
Eu posso:
quando me questiono
e tenho a coragem de me assumir
com minhas virtudes e defeitos,
para me tornar melhor;
quando priorizo o amor
e percebo que eu sou a minha primeira experiência
- " Ama o teu próximo como a ti mesmo" -
Eu posso:
quando estou atenta às minhas culpas e medos
e deles retiro os benefícios equivalentes,
para então libertá-los e libertar-me;
quando me dou conta de que a vida
não é um vale de lágrimas ,
mas uma maravilhosa experiência
de progresso para o meu espírito.
Eu posso:
quando, apesar de tudo,
me decido pelo Amor, pela Paz e pela Felicidade
que me foram destinados
e que nascem a partir de mim mesma.
Percebo, então,
que Ele e eu, juntos, somos invencíveis
e que a minha vida, então transformada,
já me mostra que
sim, eu posso!
domingo, fevereiro 01, 2004
Passo rapidamente para deixar esta oração, que achei perfeita, para servir de inspiração a vocês.
NA LUZ DA ORAÇÃO
Eleva-te aos Cimos da Vida através da oração.
Ora mais um pouco.
Desencharca-te das vibrações de pessimismo e libera-te dos clichês derrotistas, situando a
mente nas paisagens felizes da prece.
O ato de orar é mais amplo do que o mecanismo de repetir palavras.
A mente que ora, se revitaliza, fortalecendo o corpo.
Portadora de altas cargas de energia positiva, a prece faculta a sintonia com as Fontes Geradoras da Vida, propiciando o intercâmbio com outras mentes que se movimentam nas faixas superiores do Cosmo.
Por mais complexas se te apresentem as situações, faze uma pausa e ora.
A atitude te oferecerá calma e lucidez.
Diminuirá a tensão e o temor, renovando-te o ânimo e propiciando-te uma visão mias lúcida a respeito da questão que defrontas.
Talvez, não te proporcione a solução que almejas, que te parece, no momento, a melhor. Desencadeará, porem, fatores transcendentes que irão contribuir para a equação correta em torno do problema, no instante próprio.
Assim confiando, viverás com estabilidade e segurança.
Seja qual for o desafio, a dificuldade, antes de responderes com a ação precipitada, ora. Um pouco mais de tempo não te prejudicará o comportamento.
Aquietando-te para reflexionar, conseguirás mais equilibrado resultado da decisão, sem o risco de desarmonia íntima ou choque externo.
Na atividade da oração, estarás na presença de Deus, sem o pensamento ansioso, nem a angústia perturbadora.
A inspiração te alcançará a casa mental, e ondas de bem-estar te facultarão examinar qualquer ocorrência com otimismo e alegria.
A oração é um estado psíquico de confiança em Deus, que deve constituir a primeira reação da
conduta diante das ocorrência humanas.
Conforme respiras, podes pensar em Deus, sem te divorciares das atividades do mundo.
Aclimata-te a ela através do exercício e aprende a fruir da paz que decorre da oração.
Descobrirás o filão aurífero e atraente da felicidade que ainda não desfrutas.
Sem te alienar do mundo e sem te asfixiar nele, a oração é o termômetro para a identificação do teu estado emocional e para capacitar-te às realizações que te aguardam.
Restaurado na harmonia, podes enfrentar a vida e suas injunções, como verdadeiro homem integrado no projeto cósmico, do ser transcendente, viajor da eternidade na busca da perfeição.
[Joanna de Ângelis]
[Divaldo P. Franco]
[Alegria de Viver]
[Editora LEAL]
Com as bênçãos de Deus, permaneçam em paz. Boa-noite!
NA LUZ DA ORAÇÃO
Eleva-te aos Cimos da Vida através da oração.
Ora mais um pouco.
Desencharca-te das vibrações de pessimismo e libera-te dos clichês derrotistas, situando a
mente nas paisagens felizes da prece.
O ato de orar é mais amplo do que o mecanismo de repetir palavras.
A mente que ora, se revitaliza, fortalecendo o corpo.
Portadora de altas cargas de energia positiva, a prece faculta a sintonia com as Fontes Geradoras da Vida, propiciando o intercâmbio com outras mentes que se movimentam nas faixas superiores do Cosmo.
Por mais complexas se te apresentem as situações, faze uma pausa e ora.
A atitude te oferecerá calma e lucidez.
Diminuirá a tensão e o temor, renovando-te o ânimo e propiciando-te uma visão mias lúcida a respeito da questão que defrontas.
Talvez, não te proporcione a solução que almejas, que te parece, no momento, a melhor. Desencadeará, porem, fatores transcendentes que irão contribuir para a equação correta em torno do problema, no instante próprio.
Assim confiando, viverás com estabilidade e segurança.
Seja qual for o desafio, a dificuldade, antes de responderes com a ação precipitada, ora. Um pouco mais de tempo não te prejudicará o comportamento.
Aquietando-te para reflexionar, conseguirás mais equilibrado resultado da decisão, sem o risco de desarmonia íntima ou choque externo.
Na atividade da oração, estarás na presença de Deus, sem o pensamento ansioso, nem a angústia perturbadora.
A inspiração te alcançará a casa mental, e ondas de bem-estar te facultarão examinar qualquer ocorrência com otimismo e alegria.
A oração é um estado psíquico de confiança em Deus, que deve constituir a primeira reação da
conduta diante das ocorrência humanas.
Conforme respiras, podes pensar em Deus, sem te divorciares das atividades do mundo.
Aclimata-te a ela através do exercício e aprende a fruir da paz que decorre da oração.
Descobrirás o filão aurífero e atraente da felicidade que ainda não desfrutas.
Sem te alienar do mundo e sem te asfixiar nele, a oração é o termômetro para a identificação do teu estado emocional e para capacitar-te às realizações que te aguardam.
Restaurado na harmonia, podes enfrentar a vida e suas injunções, como verdadeiro homem integrado no projeto cósmico, do ser transcendente, viajor da eternidade na busca da perfeição.
[Joanna de Ângelis]
[Divaldo P. Franco]
[Alegria de Viver]
[Editora LEAL]
Com as bênçãos de Deus, permaneçam em paz. Boa-noite!
quarta-feira, janeiro 28, 2004
Perdão pela demora. Excesso de atividades. Não adianta dizer que não vai acontecer mais. Vai, sim, malgrado meu. A única coisa que me alivia o lapso é que trago na consciência a necessidade de acertar o passo, atualizando nossas conversas dentro de períodos mais curtos. Quem sabe este sistema de comentários, usado com mais freqüência por parte de quem me lê, poderia gerar uma espécie de pressão sobre mim, obrigando-me a arranjar pelo menos uns minutinhos para debater idéias com vocês?
Gente, eu não faço diferença entre credos. Dou minha opinião de espírita e liberdade para quem quiser externar seus pontos de vista em desacordo com os meus. Proponho que alguém que não entendeu este ou aquele ponto, peça explicações mais detalhadas. Aqui, não se vai medir a correção da linguagem; o que interessa é elucidar as questões expostas, é procurar responder a perguntas vindas de vocês. E, como não detenho conhecimentos da Doutrina Espírita, além dos conhecimentos básicos, estou sempre disposta a me valer das pessoas mais bem preparadas que possam oferecer ajuda. É uma relação aberta que pretendo e me vejo a falar quase que pra mim mesma. Fonte de desânimo! Mas eu tenho esperança de que um dia poderei contar com a participação de vocês.
Falemos das dores da alma, como orgulho, inveja, depressão e tantas outras. Vou usar o livro "Dores da Alma" de Francisco do Espírito Santo, pelo espírito de Hammed. Quando for necessário, sairemos da simples conceituação e discutiremos suas implicações na vida corrente.
CRUELDADE: Cada ato de agressividade que ocorre neste mundo tem como origem básica uma criatura que ainda não aprendeu a amar.
ORGULHO: A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto de nosso orgulho.
IRRESPONSABILIDADE: Somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.
DEPENDÊNCIA: Nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual está diretamente ligada às nossas conquistas e descobertas íntimas.
Reflitamos sobre esses itens. Caso alguém queira algo mais explicativo sobre cada um, é ó se manifestar e falaremos mais detidamente sobre o assunto.
Para terminar o encontro de hoje, elevemos o nosso pensamento a Deus e peçamos pela humanidade que sofre, pelas crianças que gemem nos hospitais, pelos irmãos sem abrigo, pela Terra que ainda se debate na condição de planeta de expiação e provas. Que nossa fé se fortifique e que encontremos os meios de ajudar os que não gozam de nenhum conforto material como os que precisam de assistência espiritual. Para todos pedimos as bênçãos divinas.
Que assim seja.
Gente, eu não faço diferença entre credos. Dou minha opinião de espírita e liberdade para quem quiser externar seus pontos de vista em desacordo com os meus. Proponho que alguém que não entendeu este ou aquele ponto, peça explicações mais detalhadas. Aqui, não se vai medir a correção da linguagem; o que interessa é elucidar as questões expostas, é procurar responder a perguntas vindas de vocês. E, como não detenho conhecimentos da Doutrina Espírita, além dos conhecimentos básicos, estou sempre disposta a me valer das pessoas mais bem preparadas que possam oferecer ajuda. É uma relação aberta que pretendo e me vejo a falar quase que pra mim mesma. Fonte de desânimo! Mas eu tenho esperança de que um dia poderei contar com a participação de vocês.
Falemos das dores da alma, como orgulho, inveja, depressão e tantas outras. Vou usar o livro "Dores da Alma" de Francisco do Espírito Santo, pelo espírito de Hammed. Quando for necessário, sairemos da simples conceituação e discutiremos suas implicações na vida corrente.
CRUELDADE: Cada ato de agressividade que ocorre neste mundo tem como origem básica uma criatura que ainda não aprendeu a amar.
ORGULHO: A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto de nosso orgulho.
IRRESPONSABILIDADE: Somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.
DEPENDÊNCIA: Nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual está diretamente ligada às nossas conquistas e descobertas íntimas.
Reflitamos sobre esses itens. Caso alguém queira algo mais explicativo sobre cada um, é ó se manifestar e falaremos mais detidamente sobre o assunto.
Para terminar o encontro de hoje, elevemos o nosso pensamento a Deus e peçamos pela humanidade que sofre, pelas crianças que gemem nos hospitais, pelos irmãos sem abrigo, pela Terra que ainda se debate na condição de planeta de expiação e provas. Que nossa fé se fortifique e que encontremos os meios de ajudar os que não gozam de nenhum conforto material como os que precisam de assistência espiritual. Para todos pedimos as bênçãos divinas.
Que assim seja.
sábado, janeiro 10, 2004
Conhecer Jesus é fácil; encontrá-Lo é diferente!...
Ao cumprir a lei de amor ao próximo, aí sim encontramos o Mestre que
antes conhecemos
“ Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Paulo – ( Gálatas, 2:20 ).
Rogério Coelho
Chico Xavier encontrou Jesus, depois de conhecê-Lo... Não poucas criaturas O conhe-
cem, mas, dentre essas, raríssimas O encontraram.
Para conhecer Jesus é muito fácil: Basta por exemplo, compulsar, displicentemente, as
páginas neotestamentárias.
Para conhecer Jesus é suficiente assistir a uma cerimônia de qualquer culto religioso-
cristão.
Para conhecer Jesus é só estar presente durante uma conferência evangélico-doutriná-
ria nas Casas Espíritas.
Para conhecer Jesus outra coisa não faz mister senão dirigirmos o olhar para as inú-
meras gravuras e esculturas que O retratam.
Se não tivermos ouvidos moucos, podemos conhecer Jesus ouvindo falar d’Ele em qualquer lugar.
Os doze apóstolos conheceram Jesus de perto, pois com Ele conviveram durante três
longos anos – paradoxalmente – só O encontraram depois de sua transferência para
o Seu Jardim de Estrelas nas inimagináveis profundezas do Espaço Infinito.
Paulo de Tarso O encontrou sem tê-Lo adredemente conhecido. O mesmo se deu com o publicano Zaqueu e com a ex-obsediada Maria de Magdala.
No livro: “Setenta Vezes Sete” do nosso querido confrade Richard Simonetti, no ca-
pítulo intitulado: “O Publicano Atribulado”, podemos observar a superlativa diferença
entre “conhecer “ Jesus e “encontrá-Lo”.
“Trata-se” – segundo Simonetti – “de um despertamento, a iluminação a que se referem
os mestres hindus; aquele momento solene em que percebemos, em plenitude, o significado
de Suas lições e nos dispomos a mudar os rumos da existência”.
Trata-se , segundo entendemos, do momento em que descobrimos e passamos a tri-
lhar o nosso “caminho de Damasco”.
“De repente”- continua Simonetti – “sentimentos envolvendo ambições, riqueza,
conforto e poder perdem a graça: interesses imediatistas, vícios e paixões deixam de nos
motivar; a agressividade, irritabilidade, ressentimento e rancor são eliminados, no dicionáriode nossas emoções; angústias, trsitezas, pessimismo e desânimo não encontram mais guarida em nosso coração...
Quando tudo isso acontecer, teremos, finalmente, encontrado Jesus, algo pragrama-
do pelos Céus desde tempos imemoriais, quando ensaiávamos a razão, egressos da animali-
dade instintiva”.
Nesse instante, passamos a assenhorear a maior e a única felicidade real que pode-
mos usufruir neste nosso Orbe de provas e expiações: a paz do coração.
Compreendemos, assim, com Richard Simonetti, que teremos encontrado Jesus
quando ancorarmos nossos pensamentos, palavras e atos no porto seguro de Seus divinos
ensinamentos, elegendo como Lei Maior o Amor a Deus e ao próximo.
Teremos encontrado Jesus no nosso “caminho de Damasco”quando, segundo ensina
o ínclito Codificador do Espiritismo, cumprirmos a Lei de Justiça, de Amor e Caridade, na
sua maior pureza. Nós O teremos encontrado no momento em que interrogarmos a nossa
consciência e não localizarmos ali nenhum registro de defecções, indiferença, mágoas e
ódios mordentes. Enfim, teremos encontrado Jesus quando depositarmos fé em Deus, na
Sua bondade, na Sua justiça e na Sua Sabedoria; quando não encontrarmos nas mais ínti-
mas anfractuosidades da alma quaisquer resquícios dos instintos da animalidade; quando
não colocarmos os transitórios ouropéis temporários acima dos imperecíveis tesouros es-
pirituais; quando enfrentarmos, sem murmurar, todas as decepções, reconhecendo-as co-
mo provas e expiações; quando encontarmos satisfação e ufania nos benefícios que espa-
zirmos; quando estivermos possuídos do sentimento de caridade e de amor ao próximo e, sem reservas, fizermos o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; quando retribuirmos
o mal com o bem e tomarmos a defesa do fraco contra o forte; quando sacrificarmos os
próprios interesses à justiça; quando encontrarmos satisfação nos benefícios que espalhar-
mos; quando fizermos ditosos os outros; quando prodigalizarmos consolações aos aflitos;
quando o nosso primeiro impulso for direcionado no sentido de auxiliar o próximo
até mesmo em detrimento de nós mesmos; quando cuidarmos dos interesses dos outros an-
tes dos nossos ; quando em todas as circunstâncias tomarmos por guia a caridade que se desdobra na “Benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições dos
outros e no incondicional perdão das ofensas”; quando não alimentarmos ódio, nem ran-
cor e tampouco desejo de vingança; quando não colocarmos “lenha” na fogueira da maledi-
cência; quando estudarmos as próprias imperfeições, dando-lhes ferrenho combate; quando
não abusarmos dos talentos colocados à nossa disposição, compreendendo que eles não passam de depósitos creditados em nossa economia espiritual pela misericórdia divina a fim
de promovermos a nossa edificação e a do próximo; quando, a exemplo do bom samaritano, deixarmos transbordar de nosso coração a compaixão pelos filhos do calvário, vestindo os desnudos, alimentando os famintos, visitando os encarcerados, curando os enfermos, ofertando água ao sedento, comida aos famintos e abrigando o estrangeiro; quando deixarmos de erguer as mãos aos Céus em insulsas louvaminhas e as baixarmos para acariciar uma crianca desamparada, um velho abandonado no asilo pela própria família, um desvalido da via pública...
Ai, sim, poderemos dizer em alto e bom som: Encontrei Jesus!... e, à semelhança do
Singular Vidente de Damasco, exclamar com unção:
“Já não sou eu mais quem vive, mas Cristo vive em mim”.
( Revista Internacional do Espiritismo – 02 / 2003 ) eas/.
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Deixo-lhes este artigo com o deviso crédito. Vale a pena a leitura.
Um bom fim de semana pra todos.
Ao cumprir a lei de amor ao próximo, aí sim encontramos o Mestre que
antes conhecemos
“ Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Paulo – ( Gálatas, 2:20 ).
Rogério Coelho
Chico Xavier encontrou Jesus, depois de conhecê-Lo... Não poucas criaturas O conhe-
cem, mas, dentre essas, raríssimas O encontraram.
Para conhecer Jesus é muito fácil: Basta por exemplo, compulsar, displicentemente, as
páginas neotestamentárias.
Para conhecer Jesus é suficiente assistir a uma cerimônia de qualquer culto religioso-
cristão.
Para conhecer Jesus é só estar presente durante uma conferência evangélico-doutriná-
ria nas Casas Espíritas.
Para conhecer Jesus outra coisa não faz mister senão dirigirmos o olhar para as inú-
meras gravuras e esculturas que O retratam.
Se não tivermos ouvidos moucos, podemos conhecer Jesus ouvindo falar d’Ele em qualquer lugar.
Os doze apóstolos conheceram Jesus de perto, pois com Ele conviveram durante três
longos anos – paradoxalmente – só O encontraram depois de sua transferência para
o Seu Jardim de Estrelas nas inimagináveis profundezas do Espaço Infinito.
Paulo de Tarso O encontrou sem tê-Lo adredemente conhecido. O mesmo se deu com o publicano Zaqueu e com a ex-obsediada Maria de Magdala.
No livro: “Setenta Vezes Sete” do nosso querido confrade Richard Simonetti, no ca-
pítulo intitulado: “O Publicano Atribulado”, podemos observar a superlativa diferença
entre “conhecer “ Jesus e “encontrá-Lo”.
“Trata-se” – segundo Simonetti – “de um despertamento, a iluminação a que se referem
os mestres hindus; aquele momento solene em que percebemos, em plenitude, o significado
de Suas lições e nos dispomos a mudar os rumos da existência”.
Trata-se , segundo entendemos, do momento em que descobrimos e passamos a tri-
lhar o nosso “caminho de Damasco”.
“De repente”- continua Simonetti – “sentimentos envolvendo ambições, riqueza,
conforto e poder perdem a graça: interesses imediatistas, vícios e paixões deixam de nos
motivar; a agressividade, irritabilidade, ressentimento e rancor são eliminados, no dicionáriode nossas emoções; angústias, trsitezas, pessimismo e desânimo não encontram mais guarida em nosso coração...
Quando tudo isso acontecer, teremos, finalmente, encontrado Jesus, algo pragrama-
do pelos Céus desde tempos imemoriais, quando ensaiávamos a razão, egressos da animali-
dade instintiva”.
Nesse instante, passamos a assenhorear a maior e a única felicidade real que pode-
mos usufruir neste nosso Orbe de provas e expiações: a paz do coração.
Compreendemos, assim, com Richard Simonetti, que teremos encontrado Jesus
quando ancorarmos nossos pensamentos, palavras e atos no porto seguro de Seus divinos
ensinamentos, elegendo como Lei Maior o Amor a Deus e ao próximo.
Teremos encontrado Jesus no nosso “caminho de Damasco”quando, segundo ensina
o ínclito Codificador do Espiritismo, cumprirmos a Lei de Justiça, de Amor e Caridade, na
sua maior pureza. Nós O teremos encontrado no momento em que interrogarmos a nossa
consciência e não localizarmos ali nenhum registro de defecções, indiferença, mágoas e
ódios mordentes. Enfim, teremos encontrado Jesus quando depositarmos fé em Deus, na
Sua bondade, na Sua justiça e na Sua Sabedoria; quando não encontrarmos nas mais ínti-
mas anfractuosidades da alma quaisquer resquícios dos instintos da animalidade; quando
não colocarmos os transitórios ouropéis temporários acima dos imperecíveis tesouros es-
pirituais; quando enfrentarmos, sem murmurar, todas as decepções, reconhecendo-as co-
mo provas e expiações; quando encontarmos satisfação e ufania nos benefícios que espa-
zirmos; quando estivermos possuídos do sentimento de caridade e de amor ao próximo e, sem reservas, fizermos o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; quando retribuirmos
o mal com o bem e tomarmos a defesa do fraco contra o forte; quando sacrificarmos os
próprios interesses à justiça; quando encontrarmos satisfação nos benefícios que espalhar-
mos; quando fizermos ditosos os outros; quando prodigalizarmos consolações aos aflitos;
quando o nosso primeiro impulso for direcionado no sentido de auxiliar o próximo
até mesmo em detrimento de nós mesmos; quando cuidarmos dos interesses dos outros an-
tes dos nossos ; quando em todas as circunstâncias tomarmos por guia a caridade que se desdobra na “Benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições dos
outros e no incondicional perdão das ofensas”; quando não alimentarmos ódio, nem ran-
cor e tampouco desejo de vingança; quando não colocarmos “lenha” na fogueira da maledi-
cência; quando estudarmos as próprias imperfeições, dando-lhes ferrenho combate; quando
não abusarmos dos talentos colocados à nossa disposição, compreendendo que eles não passam de depósitos creditados em nossa economia espiritual pela misericórdia divina a fim
de promovermos a nossa edificação e a do próximo; quando, a exemplo do bom samaritano, deixarmos transbordar de nosso coração a compaixão pelos filhos do calvário, vestindo os desnudos, alimentando os famintos, visitando os encarcerados, curando os enfermos, ofertando água ao sedento, comida aos famintos e abrigando o estrangeiro; quando deixarmos de erguer as mãos aos Céus em insulsas louvaminhas e as baixarmos para acariciar uma crianca desamparada, um velho abandonado no asilo pela própria família, um desvalido da via pública...
Ai, sim, poderemos dizer em alto e bom som: Encontrei Jesus!... e, à semelhança do
Singular Vidente de Damasco, exclamar com unção:
“Já não sou eu mais quem vive, mas Cristo vive em mim”.
( Revista Internacional do Espiritismo – 02 / 2003 ) eas/.
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Deixo-lhes este artigo com o deviso crédito. Vale a pena a leitura.
Um bom fim de semana pra todos.
quinta-feira, janeiro 01, 2004
Depois do Natal, as esperanças que batem com o advento do ano que entra. Devem ser muitas, embaladas pelo tom festivo dos shows, da luninosa queima de fogos, da cumplicidade de tanta gente movida pela mesma razão - saudar o novo tempo que pode trazer realização de tantos sonhos acumulados.
Nessa hora de frenesi e júbilo geral, bem que caberia um minuto de pausa dedicado a uma prece silenciosa pelo futuro que nos aguarda e que pode vir a ter uma feição mais branda dependendo de nossa postura diante da vida e suas dificuldades.
Saudemos o ano de 2004 e que consigamos delinear um posicionamento mais humano em relação às pessoas com quem convivemos, uma atitude absolutamente ética em relação ao trabalho que realizamos, uma decisiva vontade de renovação íntima no plano religioso, social e humano.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Com vocês, ADVERTÊNCIAS por Erausto Campello.
Quando a alguém faltar o pão, não perguntes por quê.
Dá-lhe o pão que mata a fome. Se possível, ensina-o a ganhar o próprio pão.
Se podes enxugar uma lágrima, não perguntes por que ela existe.
Limita-te a fazê-la cessar.
Depois, talvez, quem chora queira confidenciar-te o motivo.
Compreende sempre, auxilia sempre, faze como fez Jesus; ainda que nao possas ser como Ele, estarás cumprindo teu papel.
Mensagem mediúnica, recebida por Nádia, médium militante do Grupo Espírita Amor e Humildade aos Irmãos, em 10/12/1997.
Nessa hora de frenesi e júbilo geral, bem que caberia um minuto de pausa dedicado a uma prece silenciosa pelo futuro que nos aguarda e que pode vir a ter uma feição mais branda dependendo de nossa postura diante da vida e suas dificuldades.
Saudemos o ano de 2004 e que consigamos delinear um posicionamento mais humano em relação às pessoas com quem convivemos, uma atitude absolutamente ética em relação ao trabalho que realizamos, uma decisiva vontade de renovação íntima no plano religioso, social e humano.
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Com vocês, ADVERTÊNCIAS por Erausto Campello.
Quando a alguém faltar o pão, não perguntes por quê.
Dá-lhe o pão que mata a fome. Se possível, ensina-o a ganhar o próprio pão.
Se podes enxugar uma lágrima, não perguntes por que ela existe.
Limita-te a fazê-la cessar.
Depois, talvez, quem chora queira confidenciar-te o motivo.
Compreende sempre, auxilia sempre, faze como fez Jesus; ainda que nao possas ser como Ele, estarás cumprindo teu papel.
Mensagem mediúnica, recebida por Nádia, médium militante do Grupo Espírita Amor e Humildade aos Irmãos, em 10/12/1997.
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