sexta-feira, outubro 31, 2003

Por hoje, esta oração que uma amiga me enviou:

ORAÇÃO PARA HOJE!


Que eu continue a acreditar no outro
mesmo sabendo de alguns valores
tão esquisitos que permeiam o mundo;

Que eu continue otimista,
mesmo sabendo
que o futuro que nos espera
nem sempre é tão alegre;

Que eu continue com
a vontade de viver,
mesmo sabendo que
a vida é,
em muitos momentos,
uma lição difícil de ser aprendida;


Que eu permaneça com
a vontade de ter grandes amigos,
mesmo sabendo que
com as voltas do mundo,
eles vão indo embora de nossas vidas;

Que eu realimente sempre
a vontade de ajudar as pessoas,
mesmo sabendo que muitas delas
são incapazes de ver, sentir,
entender ou utilizar esta ajuda;

Que eu mantenha
meu equilíbrio,
mesmo sabendo que os desafios
são inúmeros
ao longo do caminho;

Que eu exteriorize
a vontade de amar,
entendendo que amar
não é sentimento de posse,
é sentimento de doação;

Que eu sustente
a luz e o brilho no olhar,
mesmo sabendo que
muitas coisas que vejo no mundo,
escurecem meus olhos;

Que eu retroalimente
minha garra, mesmo sabendo que
a derrota e a perda
são ingredientes
tão fortes quanto
o Sucesso e a Alegria;

Que eu atenda sempre mais
à minha intuição,
que sinaliza o que
de mais autêntico possuo;

Que eu pratique sempre mais
o sentimento de justiça,
mesmo em meio
à turbulência dos interesses;

Que eu não perca
o meu forte abraço,
e o distribua sempre;

Que eu perpetue
a Beleza e o Brilho de ver,
mesmo sabendo que as
lágrimas também brotam dos
meus olhos;

Que eu manifeste
o amor por minha família,
mesmo sabendo que ela
muitas vezes me exige muito
para manter sua harmonia;


Que eu acalente
a vontade de ser grande,
mesmo sabendo que
minha parcela de
contribuição no mundo
é pequena;

E, acima de tudo...
Que eu lembre sempre
que todos nós fazemos parte
desta maravilhosa teia chamada Vida,
criada por Alguém
bem superior a todos nós!

E que as grandes mudanças
não ocorrem
por grandes feitos de alguns
e, sim,
nas pequenas parcelas cotidianas
de todos nós!


Que vocês tenham um agradável fim de semana.






sábado, outubro 25, 2003

Recebi tantos textos bonitos que não sei qual devo escolher para abrir o post de hoje.

A VOZ DAS COISAS

Aprenda a escutar a voz das coisas...
...e verás como tudo fala, como tudo se comunica contigo.

Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam.
Em cada desatenção, não sou nem educado, nem cristão.
Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado.
Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que
convivem comigo.
Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo.
Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido.
Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu.
Em cada omissão que pratico, rasgo uma folha do evangelho.
Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste.
Em cada oração que não faço, eu peco.
Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora.
Em cada fofoca que faço, eu peco contra o silêncio.
Em cada pranto que enxugo, eu torno alguém mais feliz.
Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida.
Em cada sorriso que espalho, eu planto alguma esperança.
Em cada espinho, que finco, machuco algum coração.
Em cada espinho que arranco, alguém beijará minha mão.
Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém!

Por Roque Schneider


Tão bom que fizéssemos uso prático do que lemos em mensagens como esta!
Ouvir a voz das coisas, ser sensível a ponto de entendê-la e absorvê-la, afastar toda e qualquer ação negativa geradora de desânimo, mágoa, desespero, desamor, rejeição, infelicidade para dar lugar somente ao exercício dos atos que redundam em
ânimo, bem-estar, esperança, amor, aceitação, felicidade.
As pessoas seriam mais seguras, mais destemidas para enfrentar as dores do corpo e as dores da alma como fases de um processo evolutivo.


A PAZ PERFEITA

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de
captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram.

O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que
ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.

A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito
onde se refletiam as plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas
encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos que
olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.

A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e
estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual
se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo
parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada
pacífico.

Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata
havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto
encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água,
estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho.
Paz perfeita.

Qual a pintura ganhadora?

O rei escolheu a segunda. Por quê?

Porque, explicou o rei, ´paz não significa estar num lugar sem ruídos,
sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor.

´Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos
calmos no nosso coração´.

´Este é o verdadeiro significado da paz´.



A partir deste conceito de paz perfeita, façamos uma prece de encerramento para este post de hoje. Concentrados, recitemos:

PRECE

Por André Luiz

Senhor,
Em tudo quanto te peço, conquanto agradeça a infinita bondade com que me atendes, não consideres o que eu te rogue, mas aquilo de que eu mais necessite. E quando me concederes aquilo de que eu mais precise, ensina-me a usar tua concessão, não só em meu proveito, mas em benefício dos outros, a fim de que eu seja feliz com tua dádiva, sem prejudicar ninguém.


Que a paz se faça para todos nós













domingo, outubro 19, 2003

Demorei um pouco a postar de novo. É assim mesmo, a cabeça pensa numa direção e a debilidade física nos obriga a uma marcha mais lenta. É o corpo carpindo a dor. Logo estarei refeita material e espiritualmente. Temos tanto que conversar!

Na realidade, ainda estou com dificuldade de discorrer sobre assuntos atinentes à Doutrina dada a dispersão em que ainda estou mergulhada. Isto não tem tanta importância, pois posso valer-me de textos de reconhecida validade. É o que farei em seguida.
Aqui estão excerptos de Coragem´, do livro Os prazeres da alma de Francisco do Espírito Santo Neto / pelo espírito de Hammed.

Não podremos ser autênticos se não formos corajosos. Não poderemos ser originais se não lançarmos mão do destemor. Não poderemos amar se não corrermos riscos. Não poderemos pesquisar ou perceber a realidade se não fizermos uso da ousadia.

A palavra coragem vem da raiz latina cor, cordis, que significa coração (sede ou centro da alma, da inteligência e da sensibilidade). Portanto, ser corajoso significa agir utilizando um potencial que vem de dentro - a voz do coração.
Coragem...é a certeza íntima que se demonstra na moderação dos atos e atitudes, na firmeza do caráter e no desempenho perseverante de uma atividade.
É necessário coragem para assumir as conseqüências de nossas ações e desacertos; para suportar a vontade de retrucar de acordo com as ofensas recebidas; para sentir e fazer as coisas que acredtamos serem certas para nós, ainda que o medo da rejeição e da discriminação nos ameace; para aprender a dizer ´não´, impedindo que passemos a vida inteira sendo usados ou explorados; para ver as coisas pelo lado bom, esperando sempre uma solução favorável; para não aceitar responsabilidades que não são nossas, mas de amigos ou parentes imprudentes que se omitem em executá-las.
A criatura realmente corajosa sabe que viver é correr riscos, é enfrentar o desconhecido.
...Correr riscos indica a probabilidade de insucesso em função de ocorrências que, muitas vezes, escapam de nossas mãos.
...Usar a alma como guia e não precisar de consentimento exterior é utilização correta da verdadeira coragem - postura psicológica que nos plenifica, em qualquer nível, nas pretendidas realizações pessoais.


Espero ter contribuído para que cada um possa situar-se em relação ao exercício da coragem de que dispõe e do modo como a utiliza.


Fiquemos por aqui. Que a graça divina nos alcance de acordo com nosso merecimento e com nossa coragem em lidarmos com a vida que nos foi confiada. Assim seja.

quinta-feira, outubro 09, 2003

AVISO
Em relação ao post abaixo, tenho umas observações a fazer:
Já encerrando o post, na penúltima oração, deixei o verbo no singular quando o sujeito apresenta dois núcleos. É que acrescentei à frase já feita o núcleo ´luz´e esqueci de alterar o verbo. Leiam, então, ´estejam´.
Outro deslize foi a distância em que ficou o post atual do post anterior - quase meia barra de rolagem. Isto, porém já vinha acontecendo anteriormente, com menor distância entre os posts. Não sei se tenho estado desatenta ou se estou cometendo um erro específico. Vou procurar saber a respeito.
Desculpem-me, por enquanto. Talvez tenha voltado cedo demais.
Até o próximo post .
Companheiros, estou de volta. Se não posso dizer que estou bem, pelo menos, digo que estou mais amadurecida, mais consciente do papel que devo desempenhar em vida, mais capaz de suportar as dores vindouras e de fruir as alegrias que ainda possam surgir até terminar o ciclo corrente.
Quanto ao papel a desempenharmos na terra, vou transcrever um trecho com que Richard Simonetti fecha seu livro ´Viver em Plenitude´:
´Jesus, o maior missionário que transitou pelo nosso planeta, veio instituir os fundamentos do Reino de Deus, que poderíamos definir como a realização do Bem no
coração humano.
Há dois mil anos o Mestre espera pela colaboração dos homens em favor dessa divina edificação, cujos alicerces estão contidos na excelência de suas lições e na grandeza de seus exemplos.
Que tal, leitor amigo, se nos dispuséssemos a encarar essa missão?
Ajudar na construção do Reino!
Não se julga capaz?
Claro que é!
Todos podemos ser missionários do Cristo.
Não há grandes exigências para o serviço. Você não precisa ser rico, nem poderoso,
nem intelectualizado, nem universitário, nem detentor de títulos de nobreza, nem desfrutar de destacada posição social, nem dos privilégios de uma função.
Há uma única condição:
Disposição de servir.
Missionários do Cristo seremos quando, no setor das atividades a que nos vinculemos, cumpramos nossos deveres com retidão, fiéis à própria consciência, procurando sempre fazer o melhor.
Que, diante de qualquer pessoa que procure nossa atenção, vejamos não simplesmente o cliente, o amigo, o necessitado, o subalterno, o superior, o familiar, o colega, mas fundamentalmente, o irmão em humanidade, que podemos beneficiar com nossas iniciativas, a partir de uma pergunta que devemos fazer a nós mesmos:
O que posso fazer em seu benefício?

Um dia, quando nossos olhos se cerrarem na Terra e despertarmos no além, estejamos certos de que nossa posição não será definida a partir do dinheiro que amoedamos, dos cargos que exercemos, dos poderes que mobilizamos, das influências que exercitamos.
Uma única pergunta nos fará a própria consciência a definir nosso ´status´ espiritual:
-Qual a extensão dos benefícios que prestamos ao semelhante, exercitando a missão de servir?´



Despeço-me, agora, dedicando uma prece a meu filho:

Senhor, acolhe a prece que ora te envio pelo espírito de meu filho Estêvão. Permite que os bons Espíritos lhe sejam mensageiros de minhas palavras e de meu amor.
Ó filho, que tanto amei neste mundo, escuta o que te digo: foste libertado antes de mim, o que aceitei liberando de minha alma todo e qualquer vestígio de egoísmo. Espero, resignada, o instante em que nos reuniremos na erraticidade, porque sei que
é temporária a nossa separação. Que aqui eu consiga cumprir meus deveres e saldar possíveis débitos para que eu te possa encontrar ao me desligar do invólucro material.
Sei que nada além da matéria a que estou presa te separa de mim, que podes perceber o que penso, podes acompanhar-me, amparar-me e sentir toda a devoção que te tenho.
Que a paz e a luz do Senhor esteja sempre contigo.
Que assim seja.















































































































































































































Há dois mil anosem no coração humano.

quarta-feira, setembro 17, 2003

Minha alma está em agonia, meus amigos. Como espírita, entendo o que se passa, sei que para cada fato há uma explicação coerente, mas meu lado humano chora perdidamente o falecimento de Estêvão, meu filho mais velho, na noite de 14/ 09, o domingo chuvoso e triste que acabou de passar. Mais uma vítima de um terrível acidente de automóvel.
Posso assegurar que, na meia vida que lhe foi concedida, só plantou o bem. Caráter íntegro, gênio alegre, botafoguense apaixonado, adorava crianças. Desencarna aos 51 anos de idade, deixando muitas saudades em todos com quem conviveu. Sua vida curta aponta para um débito pequeno no plano espiritual. Que ele tenha feito uma passagem serena, apesar da violência da causa mortis, e que seu espírito possa em breve postar-se nas fileiras de espíritos trabalhadores pelo bem de todos nós.
A vocês , peço preces pelo seu despertar tranqüilo na espiritualidade.
Que a graça divina o aqueça e ilumine. Que assim seja.

quinta-feira, setembro 11, 2003

A data de hoje, de triste memória, vai merecer tratamento novo. Vejamos o que nos propõe esta mensagem a mim repassada por uma querida e sensível irmã de fé, a minha amiga Bia, que atende pelo nickname Luz Interior.



Atentado Poético



No dia 11 setembro 2003, cometa um atentado poético!
Libere um LIVRO!
Na manhã de 11 setembro 2003, não se esqueça de sair munido de um livro que seja importante para você.
Um livro que tenha mudado sua maneira de ver o mundo. Escreva uma dedicatória... e o libere!
Libere-o na via publica, sobre um banco, no metrô, no ônibus, em um café... à mercê de um leitor desconhecido.
E você? Adotará um livro que esteja em seu caminho?
O dia 11 setembro não será mais um aniversário fúnebre, pois iremos transformar esta data.
Juntos, transformaremos esta data em um ato de criatividade e generosidade.
A mobilização será geral em Bruxelas, Paris, Florença e São Francisco.
Vamos fazer isso também em nossas cidades, aqui, no Brasil.
Nessas cidades, um grupo de escritores, de toda confissão literária, liberará seus livros, em lugar público.
Engaje-se nesta idéia também!
E faça circular esta informação!


Ainda há tempo. Vamos agir?


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Bia achou aqui e me mandou um dia desses. Guardei pra vocês. Leiam e aproveitem.

O TESOURO DE BRESA

Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo.

Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?

Um dia, parou na porta de sua humilde casa, um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes.

Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos.

Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares.

Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.

Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido.

Qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: ´o segredo do tesouro de Bresa´.

Que tesouro seria esse?

Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando.

Mais adiante decifrou: ´o tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo.´

Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro.

Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.

Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.

Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.

Continuando a ler o livro encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras.

Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas.

Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.

Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.

Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.

Graças a seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.

No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.

Certa vez, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério. Este, sorrindo, esclareceu:

"O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois, graças ao livro, você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa saber e Harbatol quer dizer trabalho."

.....................................

Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.

O tesouro de Bresa é o saber que qualquer homem esforçado pode alcançar por meio dos bons livros que possibilitam tesouros encantados àqueles que se dedicam aos estudos com amor e tenacidade.


O tesouro de Bresa é eterno. Feliz daquele que souber entendê-lo e usá-lo para o bem da humanidade


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Pra finalizar, elevemos nosso pensamento a Deus e peçamos que a paz se faça na Terra de modo definitivo.