Pena de Morte é um tema válido? Vamos experimentá-lo?
VIDA -> Primeiro de todos os direitos naturais do homem. Está no Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Ninguém tem o direito de subtrair a vida de seu semelhante em nenhuma circunstância. Quem segue a Doutrina Espírita sabe que todos os esforços devem ser envidados em defesa da vida.
Infelizmente, não é o que podemos constatar nas diversas sociedades humanas. A vida tem sido agredida com terrível freqüência. Homicídios, suicídios, abortos provocados, prática da eutanásia, pena de morte, conflitos raciais, conflitos religiosos têm sido instrumentos de investidas contra a vida.
Ao longo da História, a pena de morte foi sempre aplicada para quase todo tipo de crime, nos diversos pontos da Terra. Geralmente precedida de tormentos e mutilações, sua execução era sempre pública e caracterizava-se pela barbaridade dos métodos utilizados :
crucificação, fogueira, empalamento, apedrejamento, garrote, decapitação, esmagamento, roda, imersão em água fria ou fervente, esquartejamento e outros.
No Brasil, por séculos, severas e desumanas penas criminais foram executadas, como a pena de morte, galés, arrancamento de mãos, degredo, enforcamento etc. Basta lembrar as execuções de Felipe dos Santos (século XVI) e, setenta e dois anos mais tarde, a de Tiradentes pelo crime de desejarem a liberdade do Brasil.
No século XIX, houve uma tendência a se humanizar as penas e abolir a pena de morte, a prisão perpétua e a pena que estendia à família e aos descendentes do condenado a condição de infames.
No entanto, está bem viva em nossa memória a mortandade de milhares de judeus, levados vivos às câmaras de gás, em pleno século XX, na Alemanha de Hittler; o Paredão, em Cuba, onde eram fuzilados os que não aceitavam o regime entrante; ainda hoje, na China, pelotões de fuzilamento exterminam vidas pelos mais diversos motivos. E vivemos o século XXI ! Há mais de 2000 anos das
mensagens salvadoras de Jesus :Amai-vos uns aos outros
Atualmente, entre nós, o alto índice de criminalidade, a violência nos centros urbanos, a conseqüente insegurança da sociedade tem levado muita gente a se mostrar favorável à volta da pena de morte. Projetos de lei chegaram a tramitar pelo Congresso Nacional.
Argumenta-se que a pena de morte é a única pena capaz de eliminar realmente os desajustados, os desviados, os autores de crimes hediondos. Pondera-se também que é mais econômico por não produzir despesas com encarceramento e que ainda que a execução pública é fator de intimidação.
"Tais argumentos, porém, não têm prevalecido nos países em que a pena de morte é adotada. Não se tem conseguido eliminar a violência, como é o caso dos Estados Unidos.
Em pesquisa realizada naquele país, constatou-se que, nas unidades federativas em que vige a pena de morte, a taxa de homicídios
é 48% a 101% maior do que naquelas que não a adotam.
A experiência penitenciária dos países civilizados demonstra suficientemente que a repressão através de penas drásticas, principalmente a de morte, não intimida o delinqüente.
Muitas vezes, saído de faixas sofridas da população, tem mais medo da vida do que da morte.
A pena de morte fecha violentamente a porta do mundo natural ao condenado, quando, na realidade, o criminoso precisa do enclausuramento carcerário para repensar sua vida, arrepender-se das faltas cometidas, redimir-se perante a sociedade, integrar-se."
Como pode um homicídio ser punido com a prática de um ilícito penal? Pena de morte é crime e um crime não justifica outro.
Como pode o guardião da lei - o Estado - infringir a lei de Deus que é clara em seu mandamento : Não Matarás?!
A pena de morte torna inviável qualquer ação que se possa desenvolver pela valorização do ser humano.
Outrossim, não somos só corpo físico. Somos corpo e alma; esta, imortal. Sacrificado o corpo, o espírito sobrevive e, revoltado, pode vir a influenciar os que lhe eram afins e concorrer para o aumento da criminalidade no mundo de onde foi eliminado. E ainda pode vir a aumentar o contingente de "criminosos do Além".
A pena de morte, portanto, não é meio redutor da criminalidade; ao contrário, pode concorrer para aumentar seus índices.
Urge uma reformulação dos métodos utilizados no tratamento dos criminosos. A educação é o grande instrumento na recuperação dos desviados. Seria interessante que, em vez da vida sedentária em carceragens, dentro do perímetro urbano, pudessem ser instituídos estabelecimentos penais com características de colônias agrícolas ou industriais, onde os presos exercessem um ofício remunerado com que ajudassem na manutenção da família.
Enfim, o esforço que se tem a fazer é o de eliminar o crime, não o criminoso. Educação preventiva ou reeducação são as palavras de ordem. As religiões poderão contribuir promovendo o desenvolvimento espiritual dos transgressores, quer tenham eles agido por ignorância, maldade ou insensibilidade.
Nota - Estes comentários sobre o tema em questão estão apoiados no ensaio "Pena de Morte :um crime não justifica outro" da autoria de Marisa Campello Moeda, membro do Núcleo de Estudos Espíritas André Luís, em Maceió - Alagoas.
Leiam com calma , reflitam e dêem seus palpites. Não esqueçam que este blog é interativo. Até outro post.
Uma série de inquiriçoes sobre nossa condiçao de humanos na Terra. A finitude do corpo material X A imortalidade do espirito sob a otica espírita.Razoes e conseqüências de nossa passagem por este planeta.
terça-feira, outubro 22, 2002
quinta-feira, outubro 17, 2002
Para derivar, que tal transformar o post de hoje numa horinha lúdica, lendo um conto que peguei no livro "O Pulo do Gato"
da autoria de Felinto Elysio Duarte Campelo?
O Caju e a Abelha
Numa praia afastada do perímetro urbano, o verde da viçosa vegetação contrastava com o branco de suas areias e o azul do mar calmo e morno.
Um córrego de água fresca e cristalina, serpenteando entre o arvoredo, completava a harmonia do ambiente, irrigava o solo fértil, contribuía para a fartura de frutas, o que, aliado à beleza da paisagem, fazia daquela enseada um oásis para os pescadores da região e um refúgio para os turistas mais afoitos ou ousados aventureiros de excursões mais longas.
Tangido pela brisa marítima, um cajueiro contorcia-se em cadenciados e graciosos meneios para, orgulhosamente, exibir sua primeira florada.
Beija-flores, borboletas, abelhas volteavam entre as plantas, executando um bailado de raro encanto e exuberante policromia numa exaltação à criação e ao Criador.
Uma das abelhas, ao extrair néctar das flores do jovem cajueiro, encontrou o seu primogênito fruto e cumprimentou-o gentil:
- Bom-dia, meu querido maturi! Fico feliz em vê-lo despertar para a vida. Já foste informado do futuro que te foi reservado?
- Sim, laboriosa operária da natureza. Tenho ouvido minha árvore-mãe, escutado os cajueiros mais velhos, conversado com os seres alados que nos visitam diariamente. Sei que meu pedúnculo crescerá; quando maduro, será suculento, rico em vitamina "C" e servirá de alimento a quem me colher. Minha castanha será lançada à terra, germinará e dela brotará um novo cajueiro. Sei, enfim,
que serei útil e esta certeza faz-me feliz.
- É bom saber-te consciente da tua missão no mundo e satisfeito com o teu destino. Parabéns!
- Sim, abelha, contudo uma coisa deixa-me entritecido e não encontro resposta para minhas indagações.
- Conta-me, filho, o que te aflige. Se me for possível, dar-te--ei o esclarecimento desejado.
- Paralelamente ao nascimento de novos frutos, vejo cachos e mais cachos de flores secarem sem que cumpram sua função de produzir. Morrem antes de fecundarem, tornam-se inúteis.
- Não é bem assim, meu cajuzinho preocupado. As flores que agora estão secas participaram da polinização de outras flores, ensejaram a explosão da vida em forma de novos frutos. Cairão, em seguida, ao solo, adubando-o, após passarem pelo processo de degradação. Completa-se o ciclo, confirma-se o enunciado científico: "Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
De pronto, o caju entendeu a lição e ficou a cismar monologando: a natureza é sábia, a obra de Deus é perfeita.
Assim, como o inexperiente caju, é grande parte da humanidade qua ainda estagia na infância espiritual, não entende o alcance das decisões divinas. Por isso mesmo, quais abnegadas abelhas, uma legião de Espíritos evoluídos, sob a égide de Jesus, reencarnam na Terra para nos trazer com o exemplo e a palavra ensinamentos calcados no Evangelho. Outros, igualmente dedicados,
lá do plano invisível, através da mediunidade iluminada de servidores fiéis, transmitem os esclarecimentos que nos conduzirão ao crescimento espiritual. Ouçamo-los.
Que tal? Deu para descontrair? De vez em quando, faremos um recreio assim como este, antes de retomarmos nossas divagações,
nossas considerações sobre pontos polêmicos. Vocês podem sugerir outras formas de pausas, como contar "causos", anedotas,
apresentar joguinhos etc, enviando por e-mail a contribuição que lhes aprouver.
Até o próximo contato. E que Deus esteja sempre em nosso pensamento.
da autoria de Felinto Elysio Duarte Campelo?
O Caju e a Abelha
Numa praia afastada do perímetro urbano, o verde da viçosa vegetação contrastava com o branco de suas areias e o azul do mar calmo e morno.
Um córrego de água fresca e cristalina, serpenteando entre o arvoredo, completava a harmonia do ambiente, irrigava o solo fértil, contribuía para a fartura de frutas, o que, aliado à beleza da paisagem, fazia daquela enseada um oásis para os pescadores da região e um refúgio para os turistas mais afoitos ou ousados aventureiros de excursões mais longas.
Tangido pela brisa marítima, um cajueiro contorcia-se em cadenciados e graciosos meneios para, orgulhosamente, exibir sua primeira florada.
Beija-flores, borboletas, abelhas volteavam entre as plantas, executando um bailado de raro encanto e exuberante policromia numa exaltação à criação e ao Criador.
Uma das abelhas, ao extrair néctar das flores do jovem cajueiro, encontrou o seu primogênito fruto e cumprimentou-o gentil:
- Bom-dia, meu querido maturi! Fico feliz em vê-lo despertar para a vida. Já foste informado do futuro que te foi reservado?
- Sim, laboriosa operária da natureza. Tenho ouvido minha árvore-mãe, escutado os cajueiros mais velhos, conversado com os seres alados que nos visitam diariamente. Sei que meu pedúnculo crescerá; quando maduro, será suculento, rico em vitamina "C" e servirá de alimento a quem me colher. Minha castanha será lançada à terra, germinará e dela brotará um novo cajueiro. Sei, enfim,
que serei útil e esta certeza faz-me feliz.
- É bom saber-te consciente da tua missão no mundo e satisfeito com o teu destino. Parabéns!
- Sim, abelha, contudo uma coisa deixa-me entritecido e não encontro resposta para minhas indagações.
- Conta-me, filho, o que te aflige. Se me for possível, dar-te--ei o esclarecimento desejado.
- Paralelamente ao nascimento de novos frutos, vejo cachos e mais cachos de flores secarem sem que cumpram sua função de produzir. Morrem antes de fecundarem, tornam-se inúteis.
- Não é bem assim, meu cajuzinho preocupado. As flores que agora estão secas participaram da polinização de outras flores, ensejaram a explosão da vida em forma de novos frutos. Cairão, em seguida, ao solo, adubando-o, após passarem pelo processo de degradação. Completa-se o ciclo, confirma-se o enunciado científico: "Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
De pronto, o caju entendeu a lição e ficou a cismar monologando: a natureza é sábia, a obra de Deus é perfeita.
Assim, como o inexperiente caju, é grande parte da humanidade qua ainda estagia na infância espiritual, não entende o alcance das decisões divinas. Por isso mesmo, quais abnegadas abelhas, uma legião de Espíritos evoluídos, sob a égide de Jesus, reencarnam na Terra para nos trazer com o exemplo e a palavra ensinamentos calcados no Evangelho. Outros, igualmente dedicados,
lá do plano invisível, através da mediunidade iluminada de servidores fiéis, transmitem os esclarecimentos que nos conduzirão ao crescimento espiritual. Ouçamo-los.
Que tal? Deu para descontrair? De vez em quando, faremos um recreio assim como este, antes de retomarmos nossas divagações,
nossas considerações sobre pontos polêmicos. Vocês podem sugerir outras formas de pausas, como contar "causos", anedotas,
apresentar joguinhos etc, enviando por e-mail a contribuição que lhes aprouver.
Até o próximo contato. E que Deus esteja sempre em nosso pensamento.
sábado, outubro 12, 2002
sexta-feira, outubro 11, 2002
Vamos falar de aborto?
A pergunta é:
A provocação do aborto, a qualquer altura da gestação, constitui crime?
A resposta é:
Existe ação criminosa sempre que se transgride a lei de Deus.
Não tenho a pretensão de teorizar, aqui, sobre o crime do aborto, mesmo porque esse tipo de especulação pode não levar a resultados práticos. Acho que discorrer sobre as conseqüências do aborto provocado redunda seguramente em orientação a quem não conseguiu sustar o impulso de atentar contra a vida do feto em gestação.
Uma reencarnação inicia-se no momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, dando lugar ao embrião. Nesse exato momento, um Espírito é ligado ao organismo desenvolvimento, com a devida assistência de técnicos espirituais.
Isto significa que já há, a esta altura, uma VIDA a desenvolver-se e um pretendente seguro a ela. Fecha-se, asim, a porta da reencarnação a um espírito prestes a iniciar uma jornada na Terra.
Para a mulher que apela para o aborto, as conseqüências de seu ato podem se manifestar de várias formas. Ela fica vulnerável, podendo vir a se tornar estéril, ou sujeita a infecções, abcessos, ou ainda, a angústias e depressões.
Poderão as feministas contra-argumentarem que a mulher é dona de seu próprio corpo e pode usá-lo de acordo com sua conveniência. Esquece, porém, que não é dona da Vida e que só Deus poderá controlá-la.
O Espiritismo tem uma posição consistente, neste particular. Vê o aborto como crime, mas não aponta a mulher que o pratica como irrecuperável. Dá-lhe oprtunidades, ainda no plano terreno, sugestões e recursos que podem vir a amenizar-lhe a culpa, tais como seu envolvimento em obras de apoio a crianças carentes, ou a adoção delas ou o trabaho voluntário em enfermarias, casas de distribuição gratuita de sopa , asilos, todos eles sempre em expectativa de mãos obreiras e doadoras.
Para terminar meu recado de hoje, vou deixar um pensamento bonito e sugestivo, de Emmanuel, que vem com o título de
Na Trilha das Horas
Pela palavra que digas, Jesus é admirado. Através de teus conhecimentos, Jesus pode ser visto. No fervor que demonstres, Jesus é louvado. Entretanto, só pelo serviço que prestes é que Jesus será entendido.
Vamos pensar juntos .Espero contribuição.
Até o próximo encontro.
A pergunta é:
A provocação do aborto, a qualquer altura da gestação, constitui crime?
A resposta é:
Existe ação criminosa sempre que se transgride a lei de Deus.
Não tenho a pretensão de teorizar, aqui, sobre o crime do aborto, mesmo porque esse tipo de especulação pode não levar a resultados práticos. Acho que discorrer sobre as conseqüências do aborto provocado redunda seguramente em orientação a quem não conseguiu sustar o impulso de atentar contra a vida do feto em gestação.
Uma reencarnação inicia-se no momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, dando lugar ao embrião. Nesse exato momento, um Espírito é ligado ao organismo desenvolvimento, com a devida assistência de técnicos espirituais.
Isto significa que já há, a esta altura, uma VIDA a desenvolver-se e um pretendente seguro a ela. Fecha-se, asim, a porta da reencarnação a um espírito prestes a iniciar uma jornada na Terra.
Para a mulher que apela para o aborto, as conseqüências de seu ato podem se manifestar de várias formas. Ela fica vulnerável, podendo vir a se tornar estéril, ou sujeita a infecções, abcessos, ou ainda, a angústias e depressões.
Poderão as feministas contra-argumentarem que a mulher é dona de seu próprio corpo e pode usá-lo de acordo com sua conveniência. Esquece, porém, que não é dona da Vida e que só Deus poderá controlá-la.
O Espiritismo tem uma posição consistente, neste particular. Vê o aborto como crime, mas não aponta a mulher que o pratica como irrecuperável. Dá-lhe oprtunidades, ainda no plano terreno, sugestões e recursos que podem vir a amenizar-lhe a culpa, tais como seu envolvimento em obras de apoio a crianças carentes, ou a adoção delas ou o trabaho voluntário em enfermarias, casas de distribuição gratuita de sopa , asilos, todos eles sempre em expectativa de mãos obreiras e doadoras.
Para terminar meu recado de hoje, vou deixar um pensamento bonito e sugestivo, de Emmanuel, que vem com o título de
Na Trilha das Horas
Pela palavra que digas, Jesus é admirado. Através de teus conhecimentos, Jesus pode ser visto. No fervor que demonstres, Jesus é louvado. Entretanto, só pelo serviço que prestes é que Jesus será entendido.
Vamos pensar juntos .Espero contribuição.
Até o próximo encontro.
quinta-feira, outubro 03, 2002
Gente, eu própria não imaginava que fazia quatro dias que estive aqui. Perdão pela demora, outros deveres me impediram de voltar mais cedo. E, para variar, lá venho eu com dúvidas a respeito de outro assunto, este voltado para um futuro não tão distante.
Tenho lido que esta é a era em que a Terra deixará a sua condição de planeta expiatório para galgar a condição de planeta de regeneração. Claro que não se pode interpretar isto ao pé da letra. Esse tipo de transformação demanda séculos para ocorrer integralmente. É uma transformação lenta, muito lenta e trabalhosa. Mesmo assim, sabendo que as mudanças não se precipitarão
da noite para o dia, pergunto-me: Como pode a Terra estar andando num sentido de qualificação para melhor, se a humanidade ainda se digladia em guerras em busca de poder, se a maioria dos homens ainda não acordou para as grandezas da vida, para o verdadeiro significado de sua existência?
Fica aqui o mote. Vamos estudar juntos, vamos descobrir caminhos que nos expliquem esses mistérios aparentemente insondáveis.
Espero que os comentários inseridos neste blog vão começar a preencher sua finalidade. Todos os depoimentos serão levados em conta, discutidos e publicados aqui com o devido carinho e respeito, compondo uma resposta convincente para os interessados no assunto.
Para deixá-los, um pensamento que nos ilumine e estimule:
"Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime."
"...Suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.
Scheila / Médium Chico Xavier
Que a paz fique com todos.
Tenho lido que esta é a era em que a Terra deixará a sua condição de planeta expiatório para galgar a condição de planeta de regeneração. Claro que não se pode interpretar isto ao pé da letra. Esse tipo de transformação demanda séculos para ocorrer integralmente. É uma transformação lenta, muito lenta e trabalhosa. Mesmo assim, sabendo que as mudanças não se precipitarão
da noite para o dia, pergunto-me: Como pode a Terra estar andando num sentido de qualificação para melhor, se a humanidade ainda se digladia em guerras em busca de poder, se a maioria dos homens ainda não acordou para as grandezas da vida, para o verdadeiro significado de sua existência?
Fica aqui o mote. Vamos estudar juntos, vamos descobrir caminhos que nos expliquem esses mistérios aparentemente insondáveis.
Espero que os comentários inseridos neste blog vão começar a preencher sua finalidade. Todos os depoimentos serão levados em conta, discutidos e publicados aqui com o devido carinho e respeito, compondo uma resposta convincente para os interessados no assunto.
Para deixá-los, um pensamento que nos ilumine e estimule:
"Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime."
"...Suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.
Scheila / Médium Chico Xavier
Que a paz fique com todos.
terça-feira, setembro 24, 2002
Hoje, precisei fazer uma consulta sobre um tema que me tem inquietado nestes últimos tempos e não encontrei nada significativo
em livros de que disponho, nem em publicações esparsas. Preciso saber qual a real posição do espírita diante do uso instituído da
cremação do corpo após a morte.
Todos nós sabemos que o ser espiritual, ao abandonar seu envólucro material, volta à erraticidade, onde, depois de um período de desnorteamento natural, vem a perceber seu novo estado e partir para a execução de tarefas que o vão tornar apto a trabalhar sua evolução como espírito.
Até pouco tempo, o destino do corpo falido era o sepultamento. Recentemente, foi instituído o crematório. Do sepultamento resulta a decomposição da matéria que é absorvida pela terra em forma de húmus (?). A cremação, por sua vez, devolve à atmosfera os gases produzidos pela combustão dos tecidos mortos (?). Nos dois casos, o que resta do corpo se integra novamente à natureza (?).
Dessas elucubrações, chego à conclusão de que tanto um como outro destino dado ao corpo merece ser considerado válido.
Que acham da questão proposta? Alguém já leu algum estudo em torno do tema que venha a validar meu raciocínio?
Se houver alguém com alguma indicação, por favor, corresponda-se comigo. Há para isso, aqui, no blog, o sistema de comentários e o de e-mail. Vamos pesquisar em livros, em sites espíritas, de que a Internet está cheia, ou em consultas a estudiosos da Doutrina, a evangelizadores, a núcleos de estudos, dependendo da capacidade de recursos que cada um possa ter à mão.
Feito este apelo, quero oferecer alguma coisa branda, um pensamento bonito ou uma poesia suave, como derivativo e estímulo ao nosso programa de estudo.
"... Há situações que constituem a nossa prova aflitiva e áspera, mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida pelo ouro de experiência e de luz que oferecem.
E, sobretudo, armemo-nos de coragem para o trabalho, porque é na dor do presente que corrigimos as lutas de ontem, acendendo abençoada luz para o nosso grande porvir!..."
(Bezerra de Menezes)
Estarei de volta logo,logo. Abraços.
em livros de que disponho, nem em publicações esparsas. Preciso saber qual a real posição do espírita diante do uso instituído da
cremação do corpo após a morte.
Todos nós sabemos que o ser espiritual, ao abandonar seu envólucro material, volta à erraticidade, onde, depois de um período de desnorteamento natural, vem a perceber seu novo estado e partir para a execução de tarefas que o vão tornar apto a trabalhar sua evolução como espírito.
Até pouco tempo, o destino do corpo falido era o sepultamento. Recentemente, foi instituído o crematório. Do sepultamento resulta a decomposição da matéria que é absorvida pela terra em forma de húmus (?). A cremação, por sua vez, devolve à atmosfera os gases produzidos pela combustão dos tecidos mortos (?). Nos dois casos, o que resta do corpo se integra novamente à natureza (?).
Dessas elucubrações, chego à conclusão de que tanto um como outro destino dado ao corpo merece ser considerado válido.
Que acham da questão proposta? Alguém já leu algum estudo em torno do tema que venha a validar meu raciocínio?
Se houver alguém com alguma indicação, por favor, corresponda-se comigo. Há para isso, aqui, no blog, o sistema de comentários e o de e-mail. Vamos pesquisar em livros, em sites espíritas, de que a Internet está cheia, ou em consultas a estudiosos da Doutrina, a evangelizadores, a núcleos de estudos, dependendo da capacidade de recursos que cada um possa ter à mão.
Feito este apelo, quero oferecer alguma coisa branda, um pensamento bonito ou uma poesia suave, como derivativo e estímulo ao nosso programa de estudo.
"... Há situações que constituem a nossa prova aflitiva e áspera, mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida pelo ouro de experiência e de luz que oferecem.
E, sobretudo, armemo-nos de coragem para o trabalho, porque é na dor do presente que corrigimos as lutas de ontem, acendendo abençoada luz para o nosso grande porvir!..."
(Bezerra de Menezes)
Estarei de volta logo,logo. Abraços.
sexta-feira, setembro 20, 2002
O QUE É A PRÁTICA ESPÍRITA
1 - "Dai de graça o que de graça recebestes --- princípio moral do Evangelho.
2 - Com simplicidade, a prática espírita é realizada dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
3 - O Espiritismo não utiliza rituais ou formas de culto exterior.
4 - O Espiritismo não impõe os seus princípios; aos interessados em conhecer a doutrina é dada a chance de submeterem os
ensinamentos recebidos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.
5 - A comunicação dos espíritos com os homem dá-se por meio da mediunidade ---- faculdade que muitas pessoas trazem consigo
ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
6 - Entende-se por prática mediúnica espírita aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral
cristâ.
7 - A Doutrina Espírita respeita todas as religiões, realça todo e qualquer esforço empregado para a prática do bem e prega a
confraternização, a paz e o entendimento entre todos os homens, independentemente de raça, cor, nacionalidade, crença
religiosa, nível cultural ou social.
" Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal é a lei".
Vamos aos ensinamentos em forma de breves mensagens:
CURSO DE PAZ -------> Tantos cursos de formação cultural enriquecem o mundo! Sempre nobre o anseio de conquistar esse ou aquele título de competência. Entretanto, abençoada seja a criatura que aprende a viver satisfeita, buscando melhorar-se com paciência para que os outros vivam em paz.
POR AGORA -------->Trabalha com alegria, servindo sempre. Não deixes para amanhã o bem que podes fazer hoje. Age enquanto os recursos da vida se demoram em tuas mãos. Recorda: o minuto presente, por agora, é a única força de que dispôes.
EMMANUEL, de "Os Mensageiros" ( psicografado por Chico Xavier)
Para finalizar, uma contribuição caseira:
ALVITRE
Não sonhe,
viva
Não deseje,
vá buscar
O caminho é longo?
Encurte-o
O tempo é pouco?
Expanda-o
Os recursos são parcos?
Crie-os
Não esmoreça, não duvide, não desista!
A vontade é seu único motor
A persistência, sua única arma
A determinação, sua única força
A fé em Deus, toda a sua razão de ser
e de superar-se...
Magaly Campelo de Magalhães 1999 / Rio
1 - "Dai de graça o que de graça recebestes --- princípio moral do Evangelho.
2 - Com simplicidade, a prática espírita é realizada dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
3 - O Espiritismo não utiliza rituais ou formas de culto exterior.
4 - O Espiritismo não impõe os seus princípios; aos interessados em conhecer a doutrina é dada a chance de submeterem os
ensinamentos recebidos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.
5 - A comunicação dos espíritos com os homem dá-se por meio da mediunidade ---- faculdade que muitas pessoas trazem consigo
ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.
6 - Entende-se por prática mediúnica espírita aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral
cristâ.
7 - A Doutrina Espírita respeita todas as religiões, realça todo e qualquer esforço empregado para a prática do bem e prega a
confraternização, a paz e o entendimento entre todos os homens, independentemente de raça, cor, nacionalidade, crença
religiosa, nível cultural ou social.
" Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal é a lei".
Vamos aos ensinamentos em forma de breves mensagens:
CURSO DE PAZ -------> Tantos cursos de formação cultural enriquecem o mundo! Sempre nobre o anseio de conquistar esse ou aquele título de competência. Entretanto, abençoada seja a criatura que aprende a viver satisfeita, buscando melhorar-se com paciência para que os outros vivam em paz.
POR AGORA -------->Trabalha com alegria, servindo sempre. Não deixes para amanhã o bem que podes fazer hoje. Age enquanto os recursos da vida se demoram em tuas mãos. Recorda: o minuto presente, por agora, é a única força de que dispôes.
EMMANUEL, de "Os Mensageiros" ( psicografado por Chico Xavier)
Para finalizar, uma contribuição caseira:
ALVITRE
Não sonhe,
viva
Não deseje,
vá buscar
O caminho é longo?
Encurte-o
O tempo é pouco?
Expanda-o
Os recursos são parcos?
Crie-os
Não esmoreça, não duvide, não desista!
A vontade é seu único motor
A persistência, sua única arma
A determinação, sua única força
A fé em Deus, toda a sua razão de ser
e de superar-se...
Magaly Campelo de Magalhães 1999 / Rio
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