sábado, outubro 12, 2002

Oops! uma falha neste post de 10/12/2002. Esqueci de registrar que meu texto tem base no 4º capítulo ("Assassinato Intra-uterino")do livro "Viver em Plenitude" de Richard Simonetti.

sexta-feira, outubro 11, 2002

Vamos falar de aborto?
A pergunta é:
A provocação do aborto, a qualquer altura da gestação, constitui crime?
A resposta é:
Existe ação criminosa sempre que se transgride a lei de Deus.

Não tenho a pretensão de teorizar, aqui, sobre o crime do aborto, mesmo porque esse tipo de especulação pode não levar a resultados práticos. Acho que discorrer sobre as conseqüências do aborto provocado redunda seguramente em orientação a quem não conseguiu sustar o impulso de atentar contra a vida do feto em gestação.
Uma reencarnação inicia-se no momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, dando lugar ao embrião. Nesse exato momento, um Espírito é ligado ao organismo desenvolvimento, com a devida assistência de técnicos espirituais.
Isto significa que já há, a esta altura, uma VIDA a desenvolver-se e um pretendente seguro a ela. Fecha-se, asim, a porta da reencarnação a um espírito prestes a iniciar uma jornada na Terra.
Para a mulher que apela para o aborto, as conseqüências de seu ato podem se manifestar de várias formas. Ela fica vulnerável, podendo vir a se tornar estéril, ou sujeita a infecções, abcessos, ou ainda, a angústias e depressões.
Poderão as feministas contra-argumentarem que a mulher é dona de seu próprio corpo e pode usá-lo de acordo com sua conveniência. Esquece, porém, que não é dona da Vida e que só Deus poderá controlá-la.

O Espiritismo tem uma posição consistente, neste particular. Vê o aborto como crime, mas não aponta a mulher que o pratica como irrecuperável. Dá-lhe oprtunidades, ainda no plano terreno, sugestões e recursos que podem vir a amenizar-lhe a culpa, tais como seu envolvimento em obras de apoio a crianças carentes, ou a adoção delas ou o trabaho voluntário em enfermarias, casas de distribuição gratuita de sopa , asilos, todos eles sempre em expectativa de mãos obreiras e doadoras.


Para terminar meu recado de hoje, vou deixar um pensamento bonito e sugestivo, de Emmanuel, que vem com o título de

Na Trilha das Horas

Pela palavra que digas, Jesus é admirado. Através de teus conhecimentos, Jesus pode ser visto. No fervor que demonstres, Jesus é louvado. Entretanto, só pelo serviço que prestes é que Jesus será entendido.

Vamos pensar juntos .Espero contribuição.
Até o próximo encontro.

quinta-feira, outubro 03, 2002

Gente, eu própria não imaginava que fazia quatro dias que estive aqui. Perdão pela demora, outros deveres me impediram de voltar mais cedo. E, para variar, lá venho eu com dúvidas a respeito de outro assunto, este voltado para um futuro não tão distante.
Tenho lido que esta é a era em que a Terra deixará a sua condição de planeta expiatório para galgar a condição de planeta de regeneração. Claro que não se pode interpretar isto ao pé da letra. Esse tipo de transformação demanda séculos para ocorrer integralmente. É uma transformação lenta, muito lenta e trabalhosa. Mesmo assim, sabendo que as mudanças não se precipitarão
da noite para o dia, pergunto-me: Como pode a Terra estar andando num sentido de qualificação para melhor, se a humanidade ainda se digladia em guerras em busca de poder, se a maioria dos homens ainda não acordou para as grandezas da vida, para o verdadeiro significado de sua existência?
Fica aqui o mote. Vamos estudar juntos, vamos descobrir caminhos que nos expliquem esses mistérios aparentemente insondáveis.
Espero que os comentários inseridos neste blog vão começar a preencher sua finalidade. Todos os depoimentos serão levados em conta, discutidos e publicados aqui com o devido carinho e respeito, compondo uma resposta convincente para os interessados no assunto.

Para deixá-los, um pensamento que nos ilumine e estimule:

"Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime."

"...Suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.

Scheila / Médium Chico Xavier

Que a paz fique com todos.

terça-feira, setembro 24, 2002

Hoje, precisei fazer uma consulta sobre um tema que me tem inquietado nestes últimos tempos e não encontrei nada significativo
em livros de que disponho, nem em publicações esparsas. Preciso saber qual a real posição do espírita diante do uso instituído da
cremação do corpo após a morte.
Todos nós sabemos que o ser espiritual, ao abandonar seu envólucro material, volta à erraticidade, onde, depois de um período de desnorteamento natural, vem a perceber seu novo estado e partir para a execução de tarefas que o vão tornar apto a trabalhar sua evolução como espírito.
Até pouco tempo, o destino do corpo falido era o sepultamento. Recentemente, foi instituído o crematório. Do sepultamento resulta a decomposição da matéria que é absorvida pela terra em forma de húmus (?). A cremação, por sua vez, devolve à atmosfera os gases produzidos pela combustão dos tecidos mortos (?). Nos dois casos, o que resta do corpo se integra novamente à natureza (?).
Dessas elucubrações, chego à conclusão de que tanto um como outro destino dado ao corpo merece ser considerado válido.
Que acham da questão proposta? Alguém já leu algum estudo em torno do tema que venha a validar meu raciocínio?
Se houver alguém com alguma indicação, por favor, corresponda-se comigo. Há para isso, aqui, no blog, o sistema de comentários e o de e-mail. Vamos pesquisar em livros, em sites espíritas, de que a Internet está cheia, ou em consultas a estudiosos da Doutrina, a evangelizadores, a núcleos de estudos, dependendo da capacidade de recursos que cada um possa ter à mão.
Feito este apelo, quero oferecer alguma coisa branda, um pensamento bonito ou uma poesia suave, como derivativo e estímulo ao nosso programa de estudo.

"... Há situações que constituem a nossa prova aflitiva e áspera, mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida pelo ouro de experiência e de luz que oferecem.
E, sobretudo, armemo-nos de coragem para o trabalho, porque é na dor do presente que corrigimos as lutas de ontem, acendendo abençoada luz para o nosso grande porvir!..."

(Bezerra de Menezes)



Estarei de volta logo,logo. Abraços.


sexta-feira, setembro 20, 2002

O QUE É A PRÁTICA ESPÍRITA

1 - "Dai de graça o que de graça recebestes --- princípio moral do Evangelho.

2 - Com simplicidade, a prática espírita é realizada dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.

3 - O Espiritismo não utiliza rituais ou formas de culto exterior.

4 - O Espiritismo não impõe os seus princípios; aos interessados em conhecer a doutrina é dada a chance de submeterem os
ensinamentos recebidos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.

5 - A comunicação dos espíritos com os homem dá-se por meio da mediunidade ---- faculdade que muitas pessoas trazem consigo
ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.

6 - Entende-se por prática mediúnica espírita aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral
cristâ.

7 - A Doutrina Espírita respeita todas as religiões, realça todo e qualquer esforço empregado para a prática do bem e prega a
confraternização, a paz e o entendimento entre todos os homens, independentemente de raça, cor, nacionalidade, crença
religiosa, nível cultural ou social.


" Nascer, morrer, renascer ainda, e progredir sempre, tal é a lei".

Vamos aos ensinamentos em forma de breves mensagens:

CURSO DE PAZ -------> Tantos cursos de formação cultural enriquecem o mundo! Sempre nobre o anseio de conquistar esse ou aquele título de competência. Entretanto, abençoada seja a criatura que aprende a viver satisfeita, buscando melhorar-se com paciência para que os outros vivam em paz.

POR AGORA -------->Trabalha com alegria, servindo sempre. Não deixes para amanhã o bem que podes fazer hoje. Age enquanto os recursos da vida se demoram em tuas mãos. Recorda: o minuto presente, por agora, é a única força de que dispôes.

EMMANUEL, de "Os Mensageiros" ( psicografado por Chico Xavier)


Para finalizar, uma contribuição caseira:

ALVITRE

Não sonhe,
viva

Não deseje,
vá buscar

O caminho é longo?
Encurte-o

O tempo é pouco?
Expanda-o

Os recursos são parcos?
Crie-os

Não esmoreça, não duvide, não desista!

A vontade é seu único motor

A persistência, sua única arma

A determinação, sua única força

A fé em Deus, toda a sua razão de ser

e de superar-se...

Magaly Campelo de Magalhães 1999 / Rio




sexta-feira, setembro 13, 2002

É conhecido o fato de que, reencarnado, o espírito não se lembra de sua existência anterior.Vejamos a consideração em torno
do assunto que Allan Kardec nos apresenta:
"Em princípio, o futuro deve ser ocultado ao homem; não é senão em casos raros e excepcionais que Deus permite a sua
revelação. Se o homem conhecesse o futuro, negligenciaria o presente e não agiria com a mesma liberdade porque seria
dominado pelo pensamento que, se uma coisa deve chegar, não há com que dela se preocupar, ou bem procuraria entravá-la.
Deus não quis que assim fosse, a fim de que cada um concorresse para o cumprimento das coisas, mesmo daquelas às
quais gostaria de se opor. Deus permite a revelação do futuro quando esse conhecimento prévio deva facilitar o cumprimento de
coisa, em lugar de entravá-la, conduzindo a agir de outro modo ao que teria feito sem isso. (Do livro "O que é o Espiritismo").
A lembrança da existência corporal, no entanto, não surge imediatamente, depois damorte. Vem aos poucos, lentamente.
O espírito recorda as coisas de acordo com as conseqüências que delas resultaram para seu presente estado na erraticidade.

Esclarecido este ponto para muitos desconhecido, podemos buscar em Albino Teixeira um aconselhamento oportuno
em relação ao posicionamento que temos que adotar na vida comum :

No Tempo Justo

Você encontrará o que busca, fará o que lhe aprouver, viverá conforme imagina, escolherá os próprios amigos, lutará com os
recursos de que dispõe, decidirá sobre o caminho a percorrer, cultivará os pensamentos em que se compraz...
Mas, se a Lei Divina lhe faculta semear livremente, não o exime da responsabilidade de colher.
Observe, portanto, o tipo de semente que você lança no solo da vida porque, no tempo justo, ela produzirá segundo a sua
espécie.

Do livro "Brilhe vossa Luz", pelo médium Chico Xavier.


domingo, setembro 08, 2002

Ando pensando insistentemente numa forma de colaborar, embora tardiamente, em favor do exercício das leis de Deus, cujos alicerces residem na grandeza de suas lições e exemplos. Paro para pensar no que acabo de dizer e logo me faço a pergunta
mais que natural: você tem estatura para missionário? Missionário? Esta é pretensão de missionário? Não consigo me encaixar
em tal rótulo. E é aí que, da leitura de um trabalho produzido por uma mente arejada, logro encontrar a resposta à minha indagação.
"Todos podemos ser missionários do Cristo. Não há grandes exigências para o serviço. Você não precisa ser rico, nem poderoso,
nem intelectualizado, nem universitário, nem detentor de títulos de nobreza, nem desfrutar de destacada posição social, nem dos privilégios de uma função.
Há uma única condição: Disposição de servir.
Missionários do Cristo seremos quando, no setor de atividades a que nos vinculemos, cumpramos nossos deveres com retidão, fiéis à própria consciência, procurando sempre fazer o melhor.
Que, diante de qualquer pessoa que procure atenção, vejamos não simplesmente o cliente, o amigo, o necessitado, o subalterno, o superior, o familiar, o colega, mas, fundamentalmente, o irmão em humanidade, que podemos beneficiar com nossas iniciativas, a partir de uma pergunta que devemos fazer a nós mesmos: O que posso fazer em seu benefício?
Um dia, quando nossos olhos se cerrarem na Terra e despertarmos no além, estejamos certos de que nossa posição não será definida a partir do dinheiro que amoedamos, dos cargos que exercemos, dos poderes que mobilizamos, das influências que exercitamos.
Uma única pergunta nos fará a própria consciência; a definir nosso "status" espiritual:
- Qual a extensão dos benefícios que prestamos ao semelhante, exercitando a missão de servir?"

Assim, Richard Simonetti encerra o seu livro "Viver em Plenitude". Sem alardes verbais, de maneira singela e aberta, ele nos
orienta e nos ajuda a refletir sobre nosso papel ou missão aqui, na Terra.



Que a paz se faça em nossos corações!
Voltarei em poucos dias.