quarta-feira, março 02, 2011

TRAÇOS CRISTÃOS

Rosas em dois tons


Um presentinho pra vocês. Olhem que bonito e verdadeiro:

TRAÇOS CRISTÃOS

O cristão deve ser:
No grupo, um ponto de apoio;
Em família, um amparo constante;
No lar uma bênção;
No trabalho a cooperação eficiente;
Na profissão a garantia de idoneidade;
No serviço, um padrão de amor ao próximo;
No dever, a pontualidade;
No problema, um agente de solução;
Na dificuldade, a base do auxílio;
Na crise, o socorro;
No tumulto, a seriedade;
No verbo, a palavra de rumo;
Nas letras, o guia do bem;

Em qualquer experiência da vida, será sempre alguém com Jesus na construção do Reino de Deus.
( Pelo Espírito Albino Teixeira - Do livro: Tende Bom Ânimo, Médiuns: Francisco Cândido Xavier - Carlos A. Baccelli - Autores Diversos.)


Dei esta passadinha aqui para dar continuidade ao estudo de Nosso Lar segundo a orientação da Dra. Marlene Nobre:

Capítulo 16 – Confidências
1 – Quanto mais evoluída a esfera, mais trabalho para os habitantes. Não há estado de contemplação beatífica.
2 – Desencarnados não deveriam ficar nos lares terrenos.
3 – As situações de hipocrisia ou mentirosas não se sustentam no além. ESE – cap. 22
4 – Religião deve ser fonte transformadora de mentes e corações para a vivência do amor divino.
5 – Os espíritos superiores, mesmo quando enganados ou feridos, perdoam e auxiliam sempre.

Capítulo 17 – Em casa de Lísias
1 - Entre uma encarnação e outra o tempo deve ser bem aproveitado.
2 – Semelhança da vida em família nos dois planos, com ênfase para a união por afinidade no plano espiritual.
3 – Escritores destrutivos e de má-fé são retidos no Umbral.
4 – Anotar o uso disseminado da televisão (1939) na colônia, enquanto na Terra não passava de círculo de experimentação.

Capítulo 18 – Amor, alimento das almas
1 – Alimentação no mundo espiritual.
2 - Amor, alimento das almas.
3 – Sexo: expressão isolada do potencial infinito do amor.
4 – Almas gêmeas, almas irmãs, almas afins: amparo mútuo no caminho da evolução.

 Bons momentos de leitura e reflexão, minha gente.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

DEVEDORES E CREDORES



De um lindo jardim


          Trago hoje um colaborador que me é muito caro. Irmão de sangue, irmão de fé. Todos  já o conhecem, já ganhou até foto acompanhando o texto uma das vezes que o trouxe aqui. Ele fala manso, é um cara legal. Vamos ver o que tem hoje para nosso processo de evangelização.



DEVEDORES E CREDORES
                                                        

                                                                                                     Felinto Elízio Duarte Campelo


    “Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
                              Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, 
                          como eu também tive misericórdia de ti?                                                                                
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”

                                   Mateus, 18: 32 a 35



  Recalcitrantes no erro, somos devedores inadimplentes que, amiúde, recorremos ao Senhor para comutação das nossas penas.
O Pai, bom e misericordioso, perdoa-nos dando-nos oportunidades novas para remissão  de pecados, por maiores que eles sejam.
Ocorre, entretanto, que nem sempre agimos com a mesma tolerância e brandura, tal como fomos beneficiados,  quando irmãos desventurosos não correspondem às nossas expectativas.
Qual o mau servo da parábola “O Credor Incompassivo”, de devedores penitentes  que humildemente pedem clemência, transformamo-nos em credores intransigentes, desapiedados.


São de clareza meridiana as palavras de Jesus quando afirmou: ”Porque em verdade vos digo que, até que a terra e o céu passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” . A Lei, por conseguinte, é irrefutável, cumprir-se-á integralmente. Seremos, indubitavelmente, aferidos com a mesma medida  que  aplicarmos  aos  outros,  teremos um julgamento idêntico ao juízo  com que apreciarmos  as falhas dos nossos semelhantes. Em consequência, receberemos conforme nossos atos e pensamentos.
Não nos é fácil, dada a imperfeição  de caráter, exercermos  de imediato o perdão amplo e irrestrito como convém ao cristão, no entanto,  é  imprescindível aprendermos  a desculpar já e exercitarmos  a vigilância e a oração como escudo para não nos deixarmos enredar nas malhas  do ressentimento, do rancor, da insensibilidade.
Vale atentarmos para os dois últimos parágrafos do item 16 do capítulo X do Evangelho Segundo o Espiritismo:

 “ Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes:  anátema! tereis, quiçá, faltas mais graves.
Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita” .


Lembrete: Há ainda  muito sofrimento, muita carência entre os atingidos pelas chuvas na região serrana do Rio e em vários pontos de outros estados. Nossas orações diárias são veículo poderoso de ajuda a esses nossos irmãos vitimados. Não nos esqueçamos deles.


Hoje, como previsto, retomamos o estudo de Nosso Lar, pelo programa traçado por Dra. Marlene Nobre:





Capítulo 13 – No gabinete do ministro
1 – Há uma grande distância entre a Medicina praticada na Terra e a de “Nosso Lar”. Na colônia, ela começa no coração e exterioriza-se em amor.
2 – Aproveitamento maior das entrevistas feitas de dois em dois.
3 – Bônus-hora: o “dinheiro” de Nosso Lar.
4 – O serviço e a cooperação são leis de Deus.
5 – Planta simpatia quem trabalha e serve.
6 – Todo merecimento vem do trabalho feito com dedicação e humildade.


 Capítulo 14 – Elucidações de Clarêncio
1 – Responderemos por todos os talentos recebidos, entre outros, cursos, universidade, facilidade financeira, clientela privilegiada.
2 – Significado dos títulos na Terra e no mundo espiritual.
3 – O médico deve sondar as profundezas da alma; fugir da vaidade do mundo acadêmico; sobrepujar os interesses inferiores e os preconceitos comuns.
4 – O bem, mesmo praticado sem convicção, permanece sempre em nosso caminho.
5 – Aprendizado verdadeiro: humildade em reconhecer o erro e solicitar qualquer serviço.

Capítulo 15 – A vista materna
1 – Mudança para dentro: humildade de André Luiz na aceitação das admoestações de Clarêncio.
2 – Delícias dos reencontros no mundo espiritual.
3 – A evolução espiritual entreabre nova visão dos laços familiares.
4 – Inutilidade de queixas e lamentações.  - idéia recorrente
5 – Bases para a verdadeira educação da alma.
6 – Nada supera o amor.



Bom estudo, com aproveitamento máximo e boa capacidade de reflexão.

quinta-feira, janeiro 20, 2011

DESENCARNAÇOES COLETIVAS

NAUFRÁGIO / Antonio Henrique Alvim Amaral
(Pastel oleoso sobre papel)

DESENCARNAÇÕES  COLETIVAS


       Tenho que me desculpar: fiquei distante na ocasião em que devia estar aqui neste transe de tanto sofrimento, de tanta dor. Um abalo dessa ordem é traumático, mas tenho certeza de que todos fizeram o possível para minorar o sofrimento da população atingida, como sei que muitas preces foram elevadas ao Senhor pra que as vítimas fatais tivessem socorro espiritual neste episódio de morte coletiva.

       Esse tipo de flagelos destruidores e consequentes desencarnes em massa consta nas questões de 737 a 741 do ‘Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

       Cabe, então, transcrever aqui algumas oportunas passagens do livro Chico Xavier Pede Licença – Um Aparte do Além nos Diálogos da Terra.
     “Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?” (Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 28 de fevereiro de 1972, em Uberaba, Minas Gerais).
Resposta:
        “Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
          Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
          É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
* * *
        Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
          Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
          Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.
          Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidades na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
* * *
          Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as consequências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança. É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.
* * *
          Lamentemos sem desespero quantos se fizeram vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
          Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor. “
Emmanuel 
AS LEIS DA CONSCIÊNCIA
        A resposta de Emmanuel vem do plano espiritual e acentua o aspecto terreno da autopunição dos encarnados, em virtude de um fator psicológico: o das leis da consciência. Obedecendo a essas leis, as vítimas de mortes coletivas aparecem como as mais severas julgadoras de si mesmas. São almas que se punem a si próprias em virtude de haverem crescido em amor e trazerem consigo a justiça imanente. Se no passado erraram, agora surgem como heroínas do amor no sacrifício reparador.
          As leis da Justiça Divina estão escritas na consciência humana. Caim matou Abel por inveja e a sua própria consciência o acusou do crime. Ele não teve a coragem heróica de pedir a reparação equivalente, mas Deus o marcou e puniu. Faltava-lhe crescer em amor para punir-se a si mesmo. O símbolo bíblico nos revela a mecânica da autopunição cumprindo-se compulsoriamente. Mas, nas almas evoluídas, a compulsão é substituída pela compaixão. 
           Para a boa compreensão desse problema precisamos de uma visão clara do processo evolutivo do homem. Como selvagem, ele ainda se sujeita mais aos instintos do que à consciência. Porisso não é inteiramente responsável pelos atos. Como civilizado, ele se investe do livre-arbítrio que o torna responsável. Mas o amor ainda não o ilumina com a devida intensidade. As civilizações antigas (como o demonstra a própria Bíblia) são cenários de apavorantes crimes coletivos, porque o homem amava mais a si mesmo do que aos semelhantes e a Deus. Nas civilizações modernas, tocadas pela luz do Cristianismo, os processos de autopunição se intensificam.
          O suicídio de Judas é o exemplo da autopunição determinada por uma consciência evoluída. O que ocorreu com Judas em vida, ocorre com as almas desencarnadas que enfrentam os erros do passado na vida espiritual. Para encontrar o alívio da consciência elas sentem a necessidade (determinada pela compaixão) de passar pelo sacrifício que impuseram aos outros. Mas o que é esse sacrifício passageiro, diante da eternidade do espírito? A misericórdia divina se manifesta na reabilitação da alma após o sacrifício para que possa atingir a felicidade suprema na qualidade de herdeira de Deus e co-herdeira de Cristo, segundo a expressão do apóstolo Paulo.
          Encarando a vida sem a compreensão das leis da consciência e do processo da reencarnação não poderemos explicar a Justiça de Deus – principalmente nos casos brutais de mortes coletivas. Os que assim perecem estão sofrendo a autopunição de que suas próprias consciências sentiram necessidade na vida espiritual. A diferença entre esses casos e o de Judas é que essas vítimas não são suicidas, mas criaturas submetidas à lei de ação e reação.
          Judas apressou o efeito da lei ao invés de enfrentar o remorso na vida terrena. Tornou-se um suicida e aumentou assim a sua própria culpa, rebelando-se contra a Justiça Divina e tentando escapar a ela.
 Irmão Saulo (J. Herculano Pires)
  Francisco Cândido Xavier, por Espíritos Diversos, J. Herculano Pires
                                                                 GEEM – Grupo Espírita Emmanuel Sociedade Civil Editora

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo. Aos poucos e sempre.
Projeto Saber e Mudar
Estudar e conhecer.
Agir e transformar.

Obs.:     Reencetaremos o estudo de NOSSO LAR a partir do próximo post



quinta-feira, dezembro 30, 2010

Despedida de 2010 Advento de 2011


Colagem de fotos de jardins

DESPEDIDA DE 2010 / ADVENTO DE 2011


       Muitas pessoas já leram  ou ouviram referências ao poema de Carlos Dummond de Andrade, intitulado Receita de Ano Novo , do qual vou reproduzir a parte final:

"Para ganhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre."

      Também de Carlos Drummond é este outro poema:

CORTAR O TEMPO

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança,
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação
e tudo começa outra vez, com outro número
e outra vontade de acreditar
que daqui para diante,
vai ser diferente.


       E agora? Entramos nessa? Vai ser diferente?
       O alvitre anterior não parece melhor? Vamos tentar, conscientes?
       Cá dentro de nós, o Ano Novo pode parar de cochilar… e de esperar…


     Não se trata de texto vinculado a tema religioso, mas sentiram o espírito da coisa?
     Que é que o autor espera dos que aguardam o advento de um outro ano?
     Uma reforma estrutural em seu modo de pensar, esforço no sentido de crescimento como ser humano, capacidade de viver em sociedade reconhecendo os direitos do ‘outro’, posicionamento que não está distante daquilo que nos dita o Evangelho.

      Então, gente, proposta aceita! Posso falar por nós todos? Vamos renovar esforços em busca do crescimento pessoal e o tecido social, aos poucos, vai adquirir qualidade, vai definir cores, luz e atmosfera próprias de lugar onde atua uma sociedade que conhece o valor da tolerância, do respeito ao ‘outro’, da fraternidade e da paz.


FELIZ ANO NOVO !   FELIZ 2011!

quarta-feira, dezembro 22, 2010

JÁ É NATAL!





JÁ É NATAL!

Chegamos a mais um Natal. As datas se repetem, o tempo passa, o mundo muda pouco no aspecto que devia mudar radicalmente, no viés humano, na postura adotada em relação à convivência social. Vinte séculos e uma década nos separam das lições vivas que Cristo nos trouxe. Apesar dos imensos saltos científicos e tecnológicos em todas as áreas do conhecimento humano, ainda se encontram sinais evidentes de cerceanento da liberdade do indivíduo, uma desproporção absurda na distribuição de espaços geográficos, de rendas, de direitos. A ambição e o poder alucinam ainda as gentes.
Mas é Natal, a data mais importante da história da humanidade, a hora de se passar adiante a fé num futuro de compreensão e liberdade. Faz uns dez anos que cunhei a minha. Sempre a repito na esperança de, um dia, poder modificá-la, acrescentar conquistas humanitárias, progressos do espírito. Falar de amor, solidariedade, união, paz, igualdade como exercícios diários, enfim, de felicidade na face do nosso planeta.


MENSAGEM  DE  NATAL



Ao longe, um ponto luminoso.
Os caminhos são ásperos,
a atmosfera é tensa,
os riscos são reais.


A distância, o mesmo ponto de luz.
Moral e Ética esvaziam-se.
Na era da comunicação,
o entendimento é falho, falso, fátuo.


O sinal de luz permanece lá.
A sociedade poderá implodir?
Renascerá das cinzas,
segundo a mitologia?


A luz distante cintila
dentro dessa busca inquieta.


É o Espírito do Natal
que se faz presente
com sua luz
e seu canto de esperança!

Rio de Janeiro  / 2000


Dando continuidade ao estudo proposto por Dra marlene Nobre sobre “Nosso Lar”, deixo mais 3 capítulos do roteiro em curso:


Capítulo 10 – No Bosque das Águas
1 – Meios de transporte no mundo espiritual.
2 – Paisagens paradisíacas nas cidades do além.
3 – Importância da água.
4 – Estudas a obra do físico Dr. Masaru Emoto: Mensagens da Água. André Luiz antecipou por cerca de 60 anos o que esses estudos científicos estão demonstrando agora.

Capítulo 11 – Notícias do Plano
1 – A excelência da organização em Ministérios.
2 – O merecimento espiritual comanda a organização da vida no além.
3 – Há respeito irrestrito à hierarquia espiritual.
4 – Todo espírito é analisado segundo suas possibilidades espirituais e colocado junto ao Ministério onde possa produzir mais.
5 – Não há favor; só tem mérito quem trabalha.
6 – Lei do descanso e do trabalho rigorosamente cumpridas.
7 – A música como elemento que intensifica o rendimento do trabalho.

Capítulo 12 – O Umbral 
1 – Estudo do Umbral: localização, habitantes, etc.
2 – Estudo do corpo causal do perispírito.
3 – Importância do pensamento.
4 – Nova Sociologia: humanidade encarnada e desencarnada.
6 – Renúncia dos que auxiliam as regiões de sombras.


Encerranos aqui nosso contato de hoje, neste último post de 2010, desejando a todos horas de elevação da alma na hora do nascimento de Jesus e que saiamos desse momento de prece e amor reconfortados para a missão de paz que devemos cumprir.

quarta-feira, novembro 24, 2010

O PONTO FRACO DE CADA UM e continuação do ESTUDO PROPOSTO POR DRA. MARLENE NOBRE SOBRE "NOSSO LAR"


Foto de jardim


        Gosto muito dos livros de Richard Simonetti pela abordagem instigante e atualizada que ele faz das  significativas questões  pertinentes às obras básicas da Doutrina Espírita.
        Vou transcrever aqui “O Calcanhar de Aquiles”e vocês vão ver como tenho razão.
       
     Segundo a mitologia grega, quando nasceu seu filho Aquiles, Tétis, esposa de Peleu, rei de Ftia, na Tessália, pretendeu que seria imortal. Para tanto passou-lhe ambrosia no corpo e o mergulhou no rio Estige, cujas águas  deveriam torná-lo invulnerável. Mas houve um descuido Ao fazê-lo, segurou-o por um calcanhar, a única parte de seu corpo que não recebeu o banho mágico.
        Foi sua perdição.
        Na Guerra de Tróia, Aquiles foi morto por Páris que lhe desfechou uma flecha envenenada, atingindo-o no pé desprotegido.
        Daí a expressão “calcanhar de Aquiles” – o ponto fraco, a parte vulnerável, num
mecanismo, numa estrutura, numa pessoa...
        O calcanhar de Aquiles do Titanic, que provocou seu naufrágio,  foi o casco frágil, fruto da ganãncia dos produtores que forneceram chapas de aço inferior para a construção.
        O calcanhar de Aquiles para o Zeppelin, dirigível de imensa estrutura que se elevava aos ares, era o hidrogênio altamente inflamável que lhe servia de sustentação, causando trágicos e monumentais incêndios.
        O calcanhar de Aquiles na educação no Brasil é a crônica falta de recursos.
        O calcanhar de Aquiles de Garrincha (1933-1983), o endiabrado bicampeão mundial de futebol, era o alcoolismo, que precipitou sua morte prematura.
        O calcanhar de Aquiles de Judas Iscariotes foi a ambição que comprometeu irremediavelmente sua tarefa como discípulo de Jesus.

        A reencarnação é como um mergulho nos turbilhões da matéria.Revestimo-nos de uma armadura carnal que nos oferece relativa proteção diante das investidas de inimigos e malfeitores do Além.Não fosse assim e estaríamos inteiramente à sua mercê como desprevenidos viajores em terra de assaltantes. Não obstante, temos o nosso calcanhar de Aquiles.
        Para situá-lo, lembremos um balão. Inflado indefinidamente, terá um limite de expansão. Tenderá a romper-se onde for mais fina e frágil a borracha de que é feito.
     Algo assim ocorre quando sofremos influências espirituais inferiores, gerando tensões e angústias que repercutem em nossos pontos vulneráveis, com consequências imediatas:
o portador de um fígado frágil – crise hepática;
o hipertenso – elevação de pressão arterial;
o cardíaco – angina;
o epilético – convulsão;
o artrítico – dor aguda.
        Considere-se, entretanto, que a verdadeira vulnerabilidade, nosso ‘calcanhar de Aquiles, situa-se na sintonia mental desajustada, a partir dos pensamentos e sentimentos que cultivamos em determinadas circunstâncias. É ela que abre as portas  de nossa alma, facultando a pressão das sombras. Os desajustes que surgem a partir daí, físicos e peiquícos, situam-se por mero efeito.

        Ante os adversários da Terra, Aquiles esqueceu-se de proteger o calcanhar.
        Ante os adversários do Além, é preciso proteger a “cabeça”.

        Não é difícil. Basta disciplinar a mente, observando feliz recomendação do apóstolo Paulo ( Filipenses, 4:8):

        Quanto ao mais, irmãos,
      
      tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é  
     puro, tudo o que é amável, tudo o que grangeia bom nome, tudo o que é virtuoso,
    tudo o que é digno de louvor, seja objeto de vossos pensamentos.

De ”Luzes do Caminho” (Richard Simonetti)


        E então? Não é uma leitura atraente? Abstenho-me de tecer comentários porque preciso anexar mais três capítulos do estudo proposto por Dra. Marlene Nobre sobre ''O Nosso Lar", como temos feito a cada post. 
        Boa quinzena, boa leitura, bom estudo.

Capítulo 7 – Explicações de Lísias

1 – O valor da prece humilde. A necessidade de reverência ao Ser Supremo, Autor de tudo quanto existe.
2 – Estudo sobre a matéria de que são constituídos prédios e objetos no mundo espiritual. Também sobre flores, vegetação, pássaros e animais.
3 – A questão do tempo no mundo espiritual.
4 – A extrema diversidade evolutiva dos Espíritos e as incontáveis regiões onde se abrigam.
5 – Critérios a seguir para termos nossos desejos realizados.

Capítulo 8 – Organização de Serviços

1 – Desconhecimento da humanidade quanto às questões espirituais.
2 – Organização de “Nosso Lar” como fonte de inspiração às instituições terrestres.
3 – A colonização e criação de cidades no mundo espiritual. Semelhanças e dessemelhanças entre as fundações terrestres e espirituais.
4 - Leitura do livro Cidade no Além, de Chico Xavier e Heigorina Cunha, pelos espíritos André Luiz/Lucius.

Capítulo 9 – Problema de Alimentação

1 – A alimentação, em geral, é fonte de desequilíbrio e obsessão, tanto no mundo físico quanto no extra-físico.
2 – Cidades espirituais também evoluem, através de medidas instituídas ao longo de sua história, que auxiliam a libertar seus habitantes da animalidade inferior.
3 – Ocorrem livres manifestações das idéias, desde que os atos rebeldes não coloquem em risco a segurança e o equilíbrio da cidade e da população.
4 – O Governador é escolhido por reunir em si bondade e sabedoria. É o que mais trabalha, raramente descansa.
5 – O contraponto da rebeldia é a paciência e a energia serena.
6 – Há uso de mecanismos de defesa, quando necessário.
7 – São características do grande líder espiritual: determinação nos ideais superiores a serem alcançados; tolerância e bondade em relação às opiniões contrárias.

sexta-feira, outubro 29, 2010

LIBERDADE / LIBERTAÇÂO Continuação do estudo de Nosso Lar proposto por Dra. Marlene Nobre

ANJO    SERGIO PRATA


LIBERDADE / LIBERTAÇÃO  e
CONTINUAÇÃO DO ESTUDO PROPOSTO PARA O NOSSO LAR.

Pensando bem, uma volta ao tema liberdade bem que seria interessante enquanto  realizamos o estudo do livro Nosso Lar, pelo planejamento da Dra. Marlene Nobre.
O tema agora viria com uma implicação bem oportuna - libertação. E já que no primeiro caso foi um texto de Leda Flaborea que nos instruiu, vamos manter a fonte para essa digressão.

LIBERDADE! LIBERTAÇÂO!


O conceito de liberdade faz supor que ela seja algo fora e acima de nós, ideia mais ou menos presente na consciência coletiva do homem quando, desejoso de voar, construiu asas de cera. É Ícaro representando essa humanidade. Essa mesma ideia encontramos também nos desejos de velocidade, de mergulho em profundezas oceânicas ou, simplesmente, na vontade de sentir o vento batendo no corpo. A sensação, em todos os casos, é física. Algo exterior a nós que desejamos conquistar. 
Podemos pensar, ainda, lembrando Joanna de Ângelis5, que outras ambições humanas associam-se a esse conceito, quais sejam: ver-se livre do jugo, da opressão de qualquer natureza, dos muitos impositivos que esmagam os sentimentos, do cerceamento à livre movimentação, da necessidade de segurança e apoio... 
Todavia, liberdade é mais um estado consciencial do que sensorial, caracterizando a individualidade do Ser, na sua maneira de ser, agir, expressar-se diante dos outros, estabelecendo, assim, as relações com Deus e com o próximo. 
Na questão 833, de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta se há no homem alguma coisa que escapa a todo constrangimento e pela qual ele desfruta de uma liberdade absoluta. E os Espíritos respondem que “é no pensamento que o homem goza de uma liberdade sem limites, porque não conhece entraves. Pode-se deter-lhe o voo, mas não aniquilá-lo”. Estabelece-se, assim, no nosso entender, que somente o próprio homem, através do seu pensamento, determina se é ou não livre e que não depende de sistema político, social, econômico ou religioso a “sensação” de liberdade. Sob esse ponto de vista, enquanto o homem estiver preso a interesses materiais, amarrado às imperfeições morais que lhe balizam as reencarnações, ele não se sentirá liberto. Ele próprio se fixa, cada vez mais, à matéria e à consequente escravidão que se impôs, através do egoísmo, do orgulho, da vaidade, da ambição etc. São as amarras psicológicas que o mantêm escravo de si mesmo. 
É no cerne dessas viciações e imperfeições que se encontram homens e mulheres, grupos e nações lutando para escravizarem outros homens, outras mulheres, grupos e nações, esquecidos de que o movimento da libertação chega, pois renascem Espíritos lúcidos que apontam os caminhos para ela. E o maior deles foi, é e será sempre Jesus. 
Daí a importância da autolibertação. Autolibertar-se não significa fazer tudo quanto achar necessário e conveniente à conservação e ao desenvolvimento de sua vida, pois que essa liberdade não é absoluta. O homem vive em sociedade e tem o dever de respeitar esse mesmo direito em cada um, conforme lembra Kardec. 
A evolução do homem, através do desenvolvimento intelectual e moral, propicia os recursos necessários para que ele conquiste essa liberdade. Mas, atenção, pois quanto maior for o conhecimento, maior será a liberdade e, consequentemente, maior deverá ser a nossa vigilância em relação às nossas escolhas. Se o pensamento é livre, então o homem é responsável por ele perante Deus. Isto é fato, pois não ignoramos que pensamento é energia que se plasma, e o homem é responsável pela emissão e absorção dessa energia, podendo trazer desajustes para si e para os outros. A escolha é sempre nossa e os resultados dela advindos também. 
A questão 843, na obra supracitada, confirma nossa colocação. Pergunta Kardec: “O homem tem livre arbítrio dos seus atos?” Os Espíritos Superiores respondem: “Visto que ele tem a liberdade de pensar, tem a de agir. Sem livre-arbítrio o homem seria uma máquina”.    
Martins Peralva, no seu livro “O Pensamento de Emmanuel”¹, lembra que o Espiritismo assegura que: 1- pelo uso do livre-arbítrio, a alma fixa seu destino, prepara suas alegrias e dores; 2- o destino é resultante das vidas sucessivas, de nossas próprias ações e livres resoluções; 3- a liberdade e a responsabilidade são correlatas no Ser e aumentam com sua elevação; 4- fatalidade (determinismo) e livre-arbítrio coexistem nos mínimos ângulos de nossa jornada planetária. 
O autor explica essa colocação na página 201, lembrando que, antes de reencarnar, o Espírito escolhe a família, o meio social e as provas (moral e/ou física) por que tenha de passar, usando seu livre-arbítrio, tendo em vista situações pretéritas vividas. Segundo a maneira como se comporta diante disso, o Espírito cria um “quadro de resgates” para o futuro: é o determinismo relativo. Esse quadro pode sofrer alterações, não essenciais, em função da Misericórdia Divina e dos próprios méritos do Espírito. Portanto, o livre-arbítrio é relativo – relativo à posição ocupada pelo homem na escala de valores espirituais. 
Léon Denis, reportando-se ao livre-arbítrio, declara: “O primeiro uso que o homem fizesse da liberdade absoluta seria para afastar de si as causas de sofrimento e para assegurar, desde logo, uma vida de felicidade”. Esse conceito exalta a Sabedoria Divina ao graduar o livre-arbítrio, por cujo uso o homem pode fugir das provas ou superá-las. Conclui-se, portanto, com o Espiritismo: 1- O homem não é absolutamente livre, nem determinado por fatores biológicos ou sociais - como produto do meio; 2 - O homem subordina-se ao livre-arbítrio relativo e ao determinismo relativo. Enquanto a escolha está no campo das ideias, o homem é livre; mas, uma vez feita a escolha, ele se subordina à Lei de Ação e Reação. 
Recorda Joanna de Ângelis que “a libertação física do jugo hediondo de dominadores humanos é mais fácil do que aquela que se refere aos vícios e às dependências morais danosas, porquanto, o escravo pode, perfeitamente, realizar-se no mundo interno, pensando, construindo sentimentos, mesmo que dependente do senhorio...” porque “ao Espírito está destinada a glória solar. Alcançá-la é a meta oferecida pelas reencarnações, por cujas experiências burila os sentimentos, ilumina os conhecimentos, supera os limites. (...) Libertar-se das amarras internas, a fim de que o solo do coração reverdeça, ensejando flores e frutos de misericórdia e amor, tornando-se seara de luz, constitui a razão de uma existência lúcida e operosa”. 
A responsabilidade, no entanto, não é igual para todos e, em consonância com a justiça divina, temos: “Ao que mais recebeu, mais será exigido”. Isso vale dizer que o homem com menor evolução espiritual não saberá escolher com segurança entre o bem e o mal. 
Em conclusão: O homem é um Espírito imortal criado por Deus para ser feliz. Se não o é, é porque não age em harmonia com as leis divinas e traz para si a dor e o sofrimento. “Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes, e não vos dobreis novamente ao jugo de escravidão”, lembra-nos o amado Apóstolo dos Gentios. 4

LEDA FLABOREA
ledaflaborea@uol.com.br

Referências: 
1 – PERALVA, Martins – O Pensamento de Emmanuel – [psicografado por] F.C.Xavier- FEB- Rio de Janeiro/RJ – 4ª ed., Cap. 32, pg.200 e 201.
2 - EMMANUEL (Espírito) – Palavras de Vida Eterna – [psicografado por] F.C.Xavier – CEC – Uberaba/MG – 17ª ed., 1995 – Lição 27.
3 - _____________________ Fonte Viva – [psicografado por] F. C. Xavier – FEB – Rio de Janeiro/RJ – 31ª ed., 2005 – Lição 47.
4 – PAULO. Gálatas, 5:1.
5 – JOANNA DE ÂNGELIS (Espírito) – O Amor como solução – [psicografado por] Divaldo P. Franco – LEAL – Salvador/BA, 2006 – Cap. 7. pp.51-57. 


Belo texto de Leda, que vai ficar, por ora, sem comentário pela necessidade de deixar aqui os pontos indicados por Dra. Marlene para o estudo dos capítulos 4, 5 e 6 de Nosso Lar. 
O sistema de comentário fica à disposição dos leitores para se expressarem a respeito do texto apresentado ou para tirarem dúvidas sobre os tópicos do estudo proposto.

Capítulo 4 – O Médico Espiritual

1 – Todas as nossas ações boas ou más repercutem em nosso perispírito e, portanto, em nosso corpo físico.
2 – Através do exame do perispírito, tem-se a história armazenada de nossas ações pregressas.
3 – Esforçar-se para introduzir a bondade no trato com as pessoas.
4 – Controlar a agressividade. Dominar a cólera.
5 – Diante do erro cometido, não se deixar vencer pela ansiedade, mas trabalhar em favor da autolibertação.

Capítulo 5 – Recebendo Assistência

1 – Pontos a considerar na saúde:
a) valor do corpo físico.
b) importância da moral e da conduta do paciente.
c) alto índice de suicídio indireto.
d) cura como conquista peculiar de cada Espírito.
e) importância da reencarnação para a depuração do perispírito.
2 – Fundamental: o trabalho nos dois planos da vida.
3 – Erro básico: entrarmos para uma religião, mas a religião não entrar em nossos corações.

Capítulo 6 – Precioso aviso

1- Queixas e lamentações denotam enfermidade mental.
2 – Evitar revolta diante dos problemas e dores.
3 – Necessidade de produzir pensamentos novos para fugir da lamentação.
4 – significado da dor: possibilidade de enriquecer a alma.
5 – Aceitar o trabalho mais áspero como bênção.
6 – Combater o egoísmo em família.

Até mais.