Para complementar, esta música reveladora de nossas possibilidades de reavaliação
Uma série de inquiriçoes sobre nossa condiçao de humanos na Terra. A finitude do corpo material X A imortalidade do espirito sob a otica espírita.Razoes e conseqüências de nossa passagem por este planeta.
terça-feira, outubro 16, 2007
domingo, outubro 07, 2007
TEMAS PARA REFLEXÂO
Trago-lhes hoje um breve tema para reflexão. Contribuição de um companheiro de fé que já tem marcado presença neste sítio. Leiamos, então, o texto intitulado
NEGAÇÃO E AFIRMAÇÃO
Felinto Elízio Duarte Campelo
E tenho mais este belo presente: um texto psicografado pelo inesquecível Chico Xavier.
LUGAR PARA ELA
Todos nós precisamos da justiça, porque a justiça é a lei, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela, a iniqüidade é capaz de premiar o banditismo, em nome do poder. Entretanto, é necessário que a caridade lhe presida as manifestações para que o direito não se faça intolerância, impedindo a recuperação das vítimas do mal.
Todos nós precisamos da lógica, porque a lógica é a razão em si mesma, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela, a paixão é capaz de gerar o crime, à conta de sentimento. Entretanto, é necessário que a caridade lhe inspire as manifestações, para que o discernimento não se converta em vaidade, obstruindo os serviços da educação.
Todos nós precisamos da ordem, porque a ordem é a disciplina, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela, o capricho é capaz de estabelecer a revolta destruidora, sob a capa dos bons intentos. Entretanto, é necessário que a caridade lhe oriente as manifestações para que o método não se transforme em orgulho, aniquilando as obras do bem.
Cultivemos a verdade, a justiça, a lógica e a ordem, buscando a caridade e reservando, em todos os nossos atos, um lugar para ela, porquanto a caridade é a força do amor e o amor é a única força com bastante autoridade para sustentar-nos a união fraternal, sob a raiz sublime da vida, que é Deus.
É por isso que Allan Kardec, cônscio de que restaurava o Evangelho do Cristo para todos os climas e culturas da Humanidade, inscreveu nos pórticos do Espiritismo a divisa inolvidável, destinada a quantos lhe abraçam as realizações e os princípios: Fora da caridade não há salvação.
(Estude e Viva. - FEB - Francisco C. Xavier, Waldo Vieira. Pelos Espíritos: Emmanuel, André Luiz. Pág. 123/124)
Não há ponto final para o amor.
sábado, setembro 29, 2007
Juventude e Esperança _ Écio Buck
E aí, gente? Vamos cantar, procurar a felicidade nas coisas simples , ter esperanças de um mundo melhor?
A juventude é uma força. Pra frente, então, com trabalho compartilhado, exercitando a caridade e o amor ao próximo.
quarta-feira, agosto 29, 2007
Pacto com a Felicidade

Recebi de uma amiga este poema e achei que podia proporcionar a vocês o bem-estar que ele me passou:
De hoje em diante,
todos os dias ao acordar, direi:
Eu hoje vou ser feliz!
Vou agradecer ao sol
pelo seu calor e luminosidade.
Sentirei que estou vivendo, respirando.
A natureza me oferece toda a sua beleza
e seus recursos gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros,
nem o murmúrio das ondas do mar.
Sentirei a beleza das árvores, das flores.
Vou sorrir mais, sempre que puder.
Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos
dos meus semelhantes ou companheiros.
Vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém
para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Pensarei no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente, que os minutos e as horas,
não voltam mais.
Vou vivê-los com intensidade, focalizando o presente.
Não vou sofrer por antecipação, prevendo futuros incertos.
Nem com atraso, lembrando coisas
sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e no que gostaria de ter,
mas em como posso ser feliz com o que possuo.
E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou me lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção,
vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer algo que faça alguém feliz
sem esperar nada em troca,
apenas pelo prazer de ver um sorriso.
Vou lembrar que em algum lugar
existe alguém que me quer bem.
Vou dedicar uns minutos de pensamento
para os que já se foram
para que saibam que serão sempre
uma doce lembrança até que venhamos
a nos encontrar outra vez.
Vou levar alegria a quem esteja precisando.
E, quando a noite chegar, vou olhar para o céu,
para as estrelas e para o luar,
agradecer aos Anjos e a Deus, porque
HOJE EU FUI FELIZ!
(Tahyane)
Nem vou dizer mais nada, não vou quebrar o encanto. Então, não dá uma sensação de leveza?
Que a paz de Deus permaneça com todos e infunda em todos os mais belos sentimentos.
sexta-feira, agosto 17, 2007
O Banquete dos Publicanos
Não ignorava que a causa dos acontecimentos, na vida física e social, está pautada nas escolhas que o homem fez e faz, em cada instante de sua vida. Jesus entendia que os humildes e conflituosos necessitavam dele muito mais que os poderosos que, por sua arrogância e empáfia, não necessitavam, como não necessitam, ainda hoje, do alimento espiritual que vinha nos trazer. Até porque, não entenderiam o significado de Suas mensagens, pois se movimentam num mundo de ilusões.
Na verdade, o Mestre agia como psicoterapeuta na preservação de doenças do corpo e da alma, ensinando ao homem a vivência da saúde integral, oferecendo, também, a cura com o objetivo de levar todos ao usufruto das bênçãos que estão ao alcance dos homens que as queiram vivenciar. A mensagem de Jesus dirigia-se, assim, como ainda hoje acontece, aos enfermos da alma cujos corpos, por conseqüência, permanecem doentes.
E o mais importante nos ensinamentos é que eles vieram curar a alma, de forma permanente, pois, ao praticá-los, superamos, eliminamos os elementos causadores dos distúrbios físicos, emocionais, psíquicos e morais que nos assombram a existência. Passamos, assim, de pacientes a médicos de nós mesmos na cura definitiva de nossas mazelas, provocadas pela preguiça, ociosidade, maledicência, queixumes constantes, crueldade, prepotência e tantas outras imperfeições e viciações que alimentamos e reforçamos durante nossa vida planetária. “Trazendo a toda Humanidade a proposta psicoterapêutica preventiva, através da qual seria possível a vivência da saúde integral, oferecia também a curadora, de modo que todos pudessem desfrutar das bênçãos que estão ao alcance de quem as queira vivenciar”. 5
Jesus nunca usou de hipocrisia ou de atitudes de medo e, por isso, nos convidou a não retermos a luz do esclarecimento somente para nós. Proclamou a necessidade de sermos sinceros e autênticos mediante uma proposta de escolha moral, convidando-nos, através dessas balizas, a uma postura sem subterfúgios, diante das quais a coragem da fé se torna patente porque temos segurança dos objetivos a serem alcançados. Passamos a agir sem titubeios, sem incertezas, atitudes tão comuns nas atividades imediatistas de consumo, não importando época e local em que se viva.
A passagem evangélica que serve de reflexão para nós, na qual Jesus se reúne aos publicanos - homens que coletavam os impostos e que eram considerados pecadores pelos sacerdotes - para um banquete, mostra-nos o Mestre preocupado em abraçar a todos aqueles que necessitavam de auxílio.
De forma elucidativa, Emmanuel coloca a importância desse banquete com os publicanos, lembrando que esse fato não foi percebido em toda sua significação, de maneira geral, pela comunidade cristã em seus diversos setores. Diz-nos o respeitável orientador espiritual que a última ceia com os discípulos íntimos revestiu-se de singular importância, por ter sido um momento de despedida afetuosa dos amigos de apostolado e de sublimes lições. Entretanto, “é necessário recordar que o Mestre atendia a esse círculo em derradeiro lugar, porquanto já se havia banqueteado carinhosamente com os publicanos e pecadores. Partilhava a ceia com os discípulos, num dia de alta vibração religiosa, mas comungara o júbilo daqueles que viviam a distância da fé, reunindo-os, generoso, e conferindo-lhes os mesmos bens nascidos de seu amor”.²
Por isso, quando os grandes, aqueles que se achavam isentos de pecados, como eles próprios afirmavam, perguntaram aos discípulos por que Jesus comia com os pecadores, o Divino Amigo respondeu que “os sãos não precisam de médicos”4, confirmando, com isso, a condição de médico das almas.
1 – KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo XXIV, item 11.
2 – EMMANUEL (Espírito). Caminho Verdade e Vida, [psicografado por Francisco Candido Xavier]. 17. ed., Federação Espírita Brasileira, Rio de Janeiro/RJ; 1997, lição 137
3 - _______________Fonte Viva, [psicografado por Francisco Candido Xavier]. 16. ed., Federação Espírita Brasileira; Rio de Janeiro/RJ.1988- lição 28.
4 – MATEUS, 9: 10-12.
5 – JOANNA DE ÂNGELIS (Espírito). Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda. [psicografado por Divaldo Pereira Franco], 1. ed., LEAL, Salvador/BA. p. 202.
quarta-feira, julho 18, 2007
Entre o pedido terrestre e o Suprimento Divino, é imperioso funcione a alavanca da vontade humana, com decisão e firmeza, para que se efetive o auxílio solicitado.
Buscando as concessões do Céu, desistamos de lhes opor a barreira dos nossos caprichos próprios.
Suplicamos no mundo: Senhor, dá-nos a paz.
Se persistimos, no entanto, a remoer conflito e ressentimento, cozinhando mágoas e esquentando desarmonia, decerto que a tranqüilidade só encontrará caminho para morar conosco, quando tivermos esquecido as farpas da dissensão.
Se continuarmos, porém, acalentando sintomas e solenizando quadros mentais enfermiços, é indispensável que o remédio só terá eficácia, em nosso auxílio, quando estivermos decididos a liquidar com as idéias de lamentação e doença.
Mas se teimamos em dilapidar o tempo, reclamando contra o destino e hospedando chorosas rebeldias, é forçoso reconhecer que só adquiriremos progresso e reconforto, quando largarmos queixa e azedume, concentrando esforço em melhoria e trabalho.
Se prosseguirmos, entretanto, censurando e criticando os outros, a descortinar faltas alheias, sem cogitar das próprias deficiências, é óbvio que só atingiremos a luz e a segurança do entendimento, quando nos voltarmos sinceramente para dentro de nós mesmos, verificando que somos tão humanos e tão falíveis quanto aqueles irmãos dos quais nos julgávamos muito acima.


