Blogue em festa! Nossa amiga Lêda Yara Motta Mello lança hoje, em Arapiraca, Alagoas - sua terra nata l- seu livro de poesias intitulado MEUS SONHOS.
Tenho trazido a vocês lindos poemas dela e de seu irmão Lêdo Motta Mello. Eles já transitam pela Internet, através de sites de Poesias, sempre muito bem recebidos pela crítica.
A esta hora já deve estar rolando o coquetel oferecido aos convidados para a noite de autógrafos.
Tive a grande satisfação de participar desta obra de Lêda, escrevendo as orelhas de seu livro, em cuja capa está reproduzida uma de suas telas. Sim! porque Leda é também artista plástica de muita sensibilidade.
Aqui está o texto escrito nas orelhas de "MEUS SONHOS":
Sonhos... podem ser poesia. Os sonhos de Leda Motta Mello estão aqui como prova de que a dona de tantas artes transforma em arte genuína tudo o que manipula e trabalha.
Intuitiva, ledora voraz, desde pequena, de todo livro a seu alcance, e capaz de perceber música até nos ruídos naturais à sua volta, esta sensibilidade privilegiada, soube aprisionar sons, ritmos, sonhos, risos e lágrimas para liberá-los por fim e materializá-los em poemas.
”Meus Sonhos”, de Lêda Mello, são o resultado do exercício desse fazer poético artesanal e, portanto, a constatação de que sua expressão poética, estruturalmente assentada em uma natureza buliçosa e ágil, esperava a hora azada para sua eclosão.
Leda nasceu poeta... É isto que quero dizer. Quer em suas telas, quer nos acordes que tira de seu instrumento musical, quer em seus versos, ela manipula com graça os elementos de que dispõe e produz arte, grávida de verdades vividas, de sensações experimentadas e da captação do que é belo e bom para a alma humana.
De modo muito próprio, Leda adeja por todos os caminhos da poesia. Ela é leve e sonora em seus versos mais ingênuos, é sensual em passagens reveladoras de erotismo implícito, é incisiva em seus versos de denúncia, é fervorosa em suas afirmações de fé. Até sua “voz matuta” é cheia de graça, inflexões e rodeios originais. Seus epigramas exibem uma linguagem metafórica digna de poetas com formação acadêmica.
Enfim, “Meus Sonhos”, de Lêda Mello, abre para os aficionados de poesia, um espaço novo, onde a alegria, a tristeza, a vigília do amor, a rejeição ao amor são sabiamente exibidas, deixando plena a alma do leitor, exposta à emoção.
Um de seus vibrantes poemas:
SIM, EU POSSO!
Sim, eu posso:
quando tomo consciência
de que sou única e insubstituível;
de que meu passado, presente e futuro
são o resultado das minhas escolhas;
de que o acaso não existe
e que cada acontecimento
é mensageiro de uma resposta.
Eu posso:
quando me questiono
e tenho a coragem de me assumir
com minhas virtudes e defeitos,
para me tornar melhor;
quando priorizo o amor
e percebo que eu sou a minha primeira experiência
- " Ama o teu próximo como a ti mesmo" -
Eu posso:
quando estou atenta às minhas culpas e medos
e deles retiro os benefícios equivalentes,
para então libertá-los e libertar-me;
quando me dou conta de que a vida
não é um vale de lágrimas ,
mas uma maravilhosa experiência
de progresso para o meu espírito.
Eu posso:
quando, apesar de tudo,
me decido pelo Amor, pela Paz e pela Felicidade
que me foram destinados
e que nascem a partir de mim mesma.
Percebo, então,
que Ele e eu, juntos, somos invencíveis
e que a minha vida, então transformada,
já me mostra que
sim, eu posso!
Uma série de inquiriçoes sobre nossa condiçao de humanos na Terra. A finitude do corpo material X A imortalidade do espirito sob a otica espírita.Razoes e conseqüências de nossa passagem por este planeta.
sexta-feira, fevereiro 06, 2004
domingo, fevereiro 01, 2004
Passo rapidamente para deixar esta oração, que achei perfeita, para servir de inspiração a vocês.
NA LUZ DA ORAÇÃO
Eleva-te aos Cimos da Vida através da oração.
Ora mais um pouco.
Desencharca-te das vibrações de pessimismo e libera-te dos clichês derrotistas, situando a
mente nas paisagens felizes da prece.
O ato de orar é mais amplo do que o mecanismo de repetir palavras.
A mente que ora, se revitaliza, fortalecendo o corpo.
Portadora de altas cargas de energia positiva, a prece faculta a sintonia com as Fontes Geradoras da Vida, propiciando o intercâmbio com outras mentes que se movimentam nas faixas superiores do Cosmo.
Por mais complexas se te apresentem as situações, faze uma pausa e ora.
A atitude te oferecerá calma e lucidez.
Diminuirá a tensão e o temor, renovando-te o ânimo e propiciando-te uma visão mias lúcida a respeito da questão que defrontas.
Talvez, não te proporcione a solução que almejas, que te parece, no momento, a melhor. Desencadeará, porem, fatores transcendentes que irão contribuir para a equação correta em torno do problema, no instante próprio.
Assim confiando, viverás com estabilidade e segurança.
Seja qual for o desafio, a dificuldade, antes de responderes com a ação precipitada, ora. Um pouco mais de tempo não te prejudicará o comportamento.
Aquietando-te para reflexionar, conseguirás mais equilibrado resultado da decisão, sem o risco de desarmonia íntima ou choque externo.
Na atividade da oração, estarás na presença de Deus, sem o pensamento ansioso, nem a angústia perturbadora.
A inspiração te alcançará a casa mental, e ondas de bem-estar te facultarão examinar qualquer ocorrência com otimismo e alegria.
A oração é um estado psíquico de confiança em Deus, que deve constituir a primeira reação da
conduta diante das ocorrência humanas.
Conforme respiras, podes pensar em Deus, sem te divorciares das atividades do mundo.
Aclimata-te a ela através do exercício e aprende a fruir da paz que decorre da oração.
Descobrirás o filão aurífero e atraente da felicidade que ainda não desfrutas.
Sem te alienar do mundo e sem te asfixiar nele, a oração é o termômetro para a identificação do teu estado emocional e para capacitar-te às realizações que te aguardam.
Restaurado na harmonia, podes enfrentar a vida e suas injunções, como verdadeiro homem integrado no projeto cósmico, do ser transcendente, viajor da eternidade na busca da perfeição.
[Joanna de Ângelis]
[Divaldo P. Franco]
[Alegria de Viver]
[Editora LEAL]
Com as bênçãos de Deus, permaneçam em paz. Boa-noite!
NA LUZ DA ORAÇÃO
Eleva-te aos Cimos da Vida através da oração.
Ora mais um pouco.
Desencharca-te das vibrações de pessimismo e libera-te dos clichês derrotistas, situando a
mente nas paisagens felizes da prece.
O ato de orar é mais amplo do que o mecanismo de repetir palavras.
A mente que ora, se revitaliza, fortalecendo o corpo.
Portadora de altas cargas de energia positiva, a prece faculta a sintonia com as Fontes Geradoras da Vida, propiciando o intercâmbio com outras mentes que se movimentam nas faixas superiores do Cosmo.
Por mais complexas se te apresentem as situações, faze uma pausa e ora.
A atitude te oferecerá calma e lucidez.
Diminuirá a tensão e o temor, renovando-te o ânimo e propiciando-te uma visão mias lúcida a respeito da questão que defrontas.
Talvez, não te proporcione a solução que almejas, que te parece, no momento, a melhor. Desencadeará, porem, fatores transcendentes que irão contribuir para a equação correta em torno do problema, no instante próprio.
Assim confiando, viverás com estabilidade e segurança.
Seja qual for o desafio, a dificuldade, antes de responderes com a ação precipitada, ora. Um pouco mais de tempo não te prejudicará o comportamento.
Aquietando-te para reflexionar, conseguirás mais equilibrado resultado da decisão, sem o risco de desarmonia íntima ou choque externo.
Na atividade da oração, estarás na presença de Deus, sem o pensamento ansioso, nem a angústia perturbadora.
A inspiração te alcançará a casa mental, e ondas de bem-estar te facultarão examinar qualquer ocorrência com otimismo e alegria.
A oração é um estado psíquico de confiança em Deus, que deve constituir a primeira reação da
conduta diante das ocorrência humanas.
Conforme respiras, podes pensar em Deus, sem te divorciares das atividades do mundo.
Aclimata-te a ela através do exercício e aprende a fruir da paz que decorre da oração.
Descobrirás o filão aurífero e atraente da felicidade que ainda não desfrutas.
Sem te alienar do mundo e sem te asfixiar nele, a oração é o termômetro para a identificação do teu estado emocional e para capacitar-te às realizações que te aguardam.
Restaurado na harmonia, podes enfrentar a vida e suas injunções, como verdadeiro homem integrado no projeto cósmico, do ser transcendente, viajor da eternidade na busca da perfeição.
[Joanna de Ângelis]
[Divaldo P. Franco]
[Alegria de Viver]
[Editora LEAL]
Com as bênçãos de Deus, permaneçam em paz. Boa-noite!
quarta-feira, janeiro 28, 2004
Perdão pela demora. Excesso de atividades. Não adianta dizer que não vai acontecer mais. Vai, sim, malgrado meu. A única coisa que me alivia o lapso é que trago na consciência a necessidade de acertar o passo, atualizando nossas conversas dentro de períodos mais curtos. Quem sabe este sistema de comentários, usado com mais freqüência por parte de quem me lê, poderia gerar uma espécie de pressão sobre mim, obrigando-me a arranjar pelo menos uns minutinhos para debater idéias com vocês?
Gente, eu não faço diferença entre credos. Dou minha opinião de espírita e liberdade para quem quiser externar seus pontos de vista em desacordo com os meus. Proponho que alguém que não entendeu este ou aquele ponto, peça explicações mais detalhadas. Aqui, não se vai medir a correção da linguagem; o que interessa é elucidar as questões expostas, é procurar responder a perguntas vindas de vocês. E, como não detenho conhecimentos da Doutrina Espírita, além dos conhecimentos básicos, estou sempre disposta a me valer das pessoas mais bem preparadas que possam oferecer ajuda. É uma relação aberta que pretendo e me vejo a falar quase que pra mim mesma. Fonte de desânimo! Mas eu tenho esperança de que um dia poderei contar com a participação de vocês.
Falemos das dores da alma, como orgulho, inveja, depressão e tantas outras. Vou usar o livro "Dores da Alma" de Francisco do Espírito Santo, pelo espírito de Hammed. Quando for necessário, sairemos da simples conceituação e discutiremos suas implicações na vida corrente.
CRUELDADE: Cada ato de agressividade que ocorre neste mundo tem como origem básica uma criatura que ainda não aprendeu a amar.
ORGULHO: A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto de nosso orgulho.
IRRESPONSABILIDADE: Somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.
DEPENDÊNCIA: Nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual está diretamente ligada às nossas conquistas e descobertas íntimas.
Reflitamos sobre esses itens. Caso alguém queira algo mais explicativo sobre cada um, é ó se manifestar e falaremos mais detidamente sobre o assunto.
Para terminar o encontro de hoje, elevemos o nosso pensamento a Deus e peçamos pela humanidade que sofre, pelas crianças que gemem nos hospitais, pelos irmãos sem abrigo, pela Terra que ainda se debate na condição de planeta de expiação e provas. Que nossa fé se fortifique e que encontremos os meios de ajudar os que não gozam de nenhum conforto material como os que precisam de assistência espiritual. Para todos pedimos as bênçãos divinas.
Que assim seja.
Gente, eu não faço diferença entre credos. Dou minha opinião de espírita e liberdade para quem quiser externar seus pontos de vista em desacordo com os meus. Proponho que alguém que não entendeu este ou aquele ponto, peça explicações mais detalhadas. Aqui, não se vai medir a correção da linguagem; o que interessa é elucidar as questões expostas, é procurar responder a perguntas vindas de vocês. E, como não detenho conhecimentos da Doutrina Espírita, além dos conhecimentos básicos, estou sempre disposta a me valer das pessoas mais bem preparadas que possam oferecer ajuda. É uma relação aberta que pretendo e me vejo a falar quase que pra mim mesma. Fonte de desânimo! Mas eu tenho esperança de que um dia poderei contar com a participação de vocês.
Falemos das dores da alma, como orgulho, inveja, depressão e tantas outras. Vou usar o livro "Dores da Alma" de Francisco do Espírito Santo, pelo espírito de Hammed. Quando for necessário, sairemos da simples conceituação e discutiremos suas implicações na vida corrente.
CRUELDADE: Cada ato de agressividade que ocorre neste mundo tem como origem básica uma criatura que ainda não aprendeu a amar.
ORGULHO: A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto de nosso orgulho.
IRRESPONSABILIDADE: Somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.
DEPENDÊNCIA: Nossa autonomia, tanto física, emocional, mental como espiritual está diretamente ligada às nossas conquistas e descobertas íntimas.
Reflitamos sobre esses itens. Caso alguém queira algo mais explicativo sobre cada um, é ó se manifestar e falaremos mais detidamente sobre o assunto.
Para terminar o encontro de hoje, elevemos o nosso pensamento a Deus e peçamos pela humanidade que sofre, pelas crianças que gemem nos hospitais, pelos irmãos sem abrigo, pela Terra que ainda se debate na condição de planeta de expiação e provas. Que nossa fé se fortifique e que encontremos os meios de ajudar os que não gozam de nenhum conforto material como os que precisam de assistência espiritual. Para todos pedimos as bênçãos divinas.
Que assim seja.
sábado, janeiro 10, 2004
Conhecer Jesus é fácil; encontrá-Lo é diferente!...
Ao cumprir a lei de amor ao próximo, aí sim encontramos o Mestre que
antes conhecemos
“ Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Paulo – ( Gálatas, 2:20 ).
Rogério Coelho
Chico Xavier encontrou Jesus, depois de conhecê-Lo... Não poucas criaturas O conhe-
cem, mas, dentre essas, raríssimas O encontraram.
Para conhecer Jesus é muito fácil: Basta por exemplo, compulsar, displicentemente, as
páginas neotestamentárias.
Para conhecer Jesus é suficiente assistir a uma cerimônia de qualquer culto religioso-
cristão.
Para conhecer Jesus é só estar presente durante uma conferência evangélico-doutriná-
ria nas Casas Espíritas.
Para conhecer Jesus outra coisa não faz mister senão dirigirmos o olhar para as inú-
meras gravuras e esculturas que O retratam.
Se não tivermos ouvidos moucos, podemos conhecer Jesus ouvindo falar d’Ele em qualquer lugar.
Os doze apóstolos conheceram Jesus de perto, pois com Ele conviveram durante três
longos anos – paradoxalmente – só O encontraram depois de sua transferência para
o Seu Jardim de Estrelas nas inimagináveis profundezas do Espaço Infinito.
Paulo de Tarso O encontrou sem tê-Lo adredemente conhecido. O mesmo se deu com o publicano Zaqueu e com a ex-obsediada Maria de Magdala.
No livro: “Setenta Vezes Sete” do nosso querido confrade Richard Simonetti, no ca-
pítulo intitulado: “O Publicano Atribulado”, podemos observar a superlativa diferença
entre “conhecer “ Jesus e “encontrá-Lo”.
“Trata-se” – segundo Simonetti – “de um despertamento, a iluminação a que se referem
os mestres hindus; aquele momento solene em que percebemos, em plenitude, o significado
de Suas lições e nos dispomos a mudar os rumos da existência”.
Trata-se , segundo entendemos, do momento em que descobrimos e passamos a tri-
lhar o nosso “caminho de Damasco”.
“De repente”- continua Simonetti – “sentimentos envolvendo ambições, riqueza,
conforto e poder perdem a graça: interesses imediatistas, vícios e paixões deixam de nos
motivar; a agressividade, irritabilidade, ressentimento e rancor são eliminados, no dicionáriode nossas emoções; angústias, trsitezas, pessimismo e desânimo não encontram mais guarida em nosso coração...
Quando tudo isso acontecer, teremos, finalmente, encontrado Jesus, algo pragrama-
do pelos Céus desde tempos imemoriais, quando ensaiávamos a razão, egressos da animali-
dade instintiva”.
Nesse instante, passamos a assenhorear a maior e a única felicidade real que pode-
mos usufruir neste nosso Orbe de provas e expiações: a paz do coração.
Compreendemos, assim, com Richard Simonetti, que teremos encontrado Jesus
quando ancorarmos nossos pensamentos, palavras e atos no porto seguro de Seus divinos
ensinamentos, elegendo como Lei Maior o Amor a Deus e ao próximo.
Teremos encontrado Jesus no nosso “caminho de Damasco”quando, segundo ensina
o ínclito Codificador do Espiritismo, cumprirmos a Lei de Justiça, de Amor e Caridade, na
sua maior pureza. Nós O teremos encontrado no momento em que interrogarmos a nossa
consciência e não localizarmos ali nenhum registro de defecções, indiferença, mágoas e
ódios mordentes. Enfim, teremos encontrado Jesus quando depositarmos fé em Deus, na
Sua bondade, na Sua justiça e na Sua Sabedoria; quando não encontrarmos nas mais ínti-
mas anfractuosidades da alma quaisquer resquícios dos instintos da animalidade; quando
não colocarmos os transitórios ouropéis temporários acima dos imperecíveis tesouros es-
pirituais; quando enfrentarmos, sem murmurar, todas as decepções, reconhecendo-as co-
mo provas e expiações; quando encontarmos satisfação e ufania nos benefícios que espa-
zirmos; quando estivermos possuídos do sentimento de caridade e de amor ao próximo e, sem reservas, fizermos o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; quando retribuirmos
o mal com o bem e tomarmos a defesa do fraco contra o forte; quando sacrificarmos os
próprios interesses à justiça; quando encontrarmos satisfação nos benefícios que espalhar-
mos; quando fizermos ditosos os outros; quando prodigalizarmos consolações aos aflitos;
quando o nosso primeiro impulso for direcionado no sentido de auxiliar o próximo
até mesmo em detrimento de nós mesmos; quando cuidarmos dos interesses dos outros an-
tes dos nossos ; quando em todas as circunstâncias tomarmos por guia a caridade que se desdobra na “Benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições dos
outros e no incondicional perdão das ofensas”; quando não alimentarmos ódio, nem ran-
cor e tampouco desejo de vingança; quando não colocarmos “lenha” na fogueira da maledi-
cência; quando estudarmos as próprias imperfeições, dando-lhes ferrenho combate; quando
não abusarmos dos talentos colocados à nossa disposição, compreendendo que eles não passam de depósitos creditados em nossa economia espiritual pela misericórdia divina a fim
de promovermos a nossa edificação e a do próximo; quando, a exemplo do bom samaritano, deixarmos transbordar de nosso coração a compaixão pelos filhos do calvário, vestindo os desnudos, alimentando os famintos, visitando os encarcerados, curando os enfermos, ofertando água ao sedento, comida aos famintos e abrigando o estrangeiro; quando deixarmos de erguer as mãos aos Céus em insulsas louvaminhas e as baixarmos para acariciar uma crianca desamparada, um velho abandonado no asilo pela própria família, um desvalido da via pública...
Ai, sim, poderemos dizer em alto e bom som: Encontrei Jesus!... e, à semelhança do
Singular Vidente de Damasco, exclamar com unção:
“Já não sou eu mais quem vive, mas Cristo vive em mim”.
( Revista Internacional do Espiritismo – 02 / 2003 ) eas/.
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Deixo-lhes este artigo com o deviso crédito. Vale a pena a leitura.
Um bom fim de semana pra todos.
Ao cumprir a lei de amor ao próximo, aí sim encontramos o Mestre que
antes conhecemos
“ Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Paulo – ( Gálatas, 2:20 ).
Rogério Coelho
Chico Xavier encontrou Jesus, depois de conhecê-Lo... Não poucas criaturas O conhe-
cem, mas, dentre essas, raríssimas O encontraram.
Para conhecer Jesus é muito fácil: Basta por exemplo, compulsar, displicentemente, as
páginas neotestamentárias.
Para conhecer Jesus é suficiente assistir a uma cerimônia de qualquer culto religioso-
cristão.
Para conhecer Jesus é só estar presente durante uma conferência evangélico-doutriná-
ria nas Casas Espíritas.
Para conhecer Jesus outra coisa não faz mister senão dirigirmos o olhar para as inú-
meras gravuras e esculturas que O retratam.
Se não tivermos ouvidos moucos, podemos conhecer Jesus ouvindo falar d’Ele em qualquer lugar.
Os doze apóstolos conheceram Jesus de perto, pois com Ele conviveram durante três
longos anos – paradoxalmente – só O encontraram depois de sua transferência para
o Seu Jardim de Estrelas nas inimagináveis profundezas do Espaço Infinito.
Paulo de Tarso O encontrou sem tê-Lo adredemente conhecido. O mesmo se deu com o publicano Zaqueu e com a ex-obsediada Maria de Magdala.
No livro: “Setenta Vezes Sete” do nosso querido confrade Richard Simonetti, no ca-
pítulo intitulado: “O Publicano Atribulado”, podemos observar a superlativa diferença
entre “conhecer “ Jesus e “encontrá-Lo”.
“Trata-se” – segundo Simonetti – “de um despertamento, a iluminação a que se referem
os mestres hindus; aquele momento solene em que percebemos, em plenitude, o significado
de Suas lições e nos dispomos a mudar os rumos da existência”.
Trata-se , segundo entendemos, do momento em que descobrimos e passamos a tri-
lhar o nosso “caminho de Damasco”.
“De repente”- continua Simonetti – “sentimentos envolvendo ambições, riqueza,
conforto e poder perdem a graça: interesses imediatistas, vícios e paixões deixam de nos
motivar; a agressividade, irritabilidade, ressentimento e rancor são eliminados, no dicionáriode nossas emoções; angústias, trsitezas, pessimismo e desânimo não encontram mais guarida em nosso coração...
Quando tudo isso acontecer, teremos, finalmente, encontrado Jesus, algo pragrama-
do pelos Céus desde tempos imemoriais, quando ensaiávamos a razão, egressos da animali-
dade instintiva”.
Nesse instante, passamos a assenhorear a maior e a única felicidade real que pode-
mos usufruir neste nosso Orbe de provas e expiações: a paz do coração.
Compreendemos, assim, com Richard Simonetti, que teremos encontrado Jesus
quando ancorarmos nossos pensamentos, palavras e atos no porto seguro de Seus divinos
ensinamentos, elegendo como Lei Maior o Amor a Deus e ao próximo.
Teremos encontrado Jesus no nosso “caminho de Damasco”quando, segundo ensina
o ínclito Codificador do Espiritismo, cumprirmos a Lei de Justiça, de Amor e Caridade, na
sua maior pureza. Nós O teremos encontrado no momento em que interrogarmos a nossa
consciência e não localizarmos ali nenhum registro de defecções, indiferença, mágoas e
ódios mordentes. Enfim, teremos encontrado Jesus quando depositarmos fé em Deus, na
Sua bondade, na Sua justiça e na Sua Sabedoria; quando não encontrarmos nas mais ínti-
mas anfractuosidades da alma quaisquer resquícios dos instintos da animalidade; quando
não colocarmos os transitórios ouropéis temporários acima dos imperecíveis tesouros es-
pirituais; quando enfrentarmos, sem murmurar, todas as decepções, reconhecendo-as co-
mo provas e expiações; quando encontarmos satisfação e ufania nos benefícios que espa-
zirmos; quando estivermos possuídos do sentimento de caridade e de amor ao próximo e, sem reservas, fizermos o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; quando retribuirmos
o mal com o bem e tomarmos a defesa do fraco contra o forte; quando sacrificarmos os
próprios interesses à justiça; quando encontrarmos satisfação nos benefícios que espalhar-
mos; quando fizermos ditosos os outros; quando prodigalizarmos consolações aos aflitos;
quando o nosso primeiro impulso for direcionado no sentido de auxiliar o próximo
até mesmo em detrimento de nós mesmos; quando cuidarmos dos interesses dos outros an-
tes dos nossos ; quando em todas as circunstâncias tomarmos por guia a caridade que se desdobra na “Benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições dos
outros e no incondicional perdão das ofensas”; quando não alimentarmos ódio, nem ran-
cor e tampouco desejo de vingança; quando não colocarmos “lenha” na fogueira da maledi-
cência; quando estudarmos as próprias imperfeições, dando-lhes ferrenho combate; quando
não abusarmos dos talentos colocados à nossa disposição, compreendendo que eles não passam de depósitos creditados em nossa economia espiritual pela misericórdia divina a fim
de promovermos a nossa edificação e a do próximo; quando, a exemplo do bom samaritano, deixarmos transbordar de nosso coração a compaixão pelos filhos do calvário, vestindo os desnudos, alimentando os famintos, visitando os encarcerados, curando os enfermos, ofertando água ao sedento, comida aos famintos e abrigando o estrangeiro; quando deixarmos de erguer as mãos aos Céus em insulsas louvaminhas e as baixarmos para acariciar uma crianca desamparada, um velho abandonado no asilo pela própria família, um desvalido da via pública...
Ai, sim, poderemos dizer em alto e bom som: Encontrei Jesus!... e, à semelhança do
Singular Vidente de Damasco, exclamar com unção:
“Já não sou eu mais quem vive, mas Cristo vive em mim”.
( Revista Internacional do Espiritismo – 02 / 2003 ) eas/.
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Deixo-lhes este artigo com o deviso crédito. Vale a pena a leitura.
Um bom fim de semana pra todos.
quinta-feira, janeiro 01, 2004
Depois do Natal, as esperanças que batem com o advento do ano que entra. Devem ser muitas, embaladas pelo tom festivo dos shows, da luninosa queima de fogos, da cumplicidade de tanta gente movida pela mesma razão - saudar o novo tempo que pode trazer realização de tantos sonhos acumulados.
Nessa hora de frenesi e júbilo geral, bem que caberia um minuto de pausa dedicado a uma prece silenciosa pelo futuro que nos aguarda e que pode vir a ter uma feição mais branda dependendo de nossa postura diante da vida e suas dificuldades.
Saudemos o ano de 2004 e que consigamos delinear um posicionamento mais humano em relação às pessoas com quem convivemos, uma atitude absolutamente ética em relação ao trabalho que realizamos, uma decisiva vontade de renovação íntima no plano religioso, social e humano.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Com vocês, ADVERTÊNCIAS por Erausto Campello.
Quando a alguém faltar o pão, não perguntes por quê.
Dá-lhe o pão que mata a fome. Se possível, ensina-o a ganhar o próprio pão.
Se podes enxugar uma lágrima, não perguntes por que ela existe.
Limita-te a fazê-la cessar.
Depois, talvez, quem chora queira confidenciar-te o motivo.
Compreende sempre, auxilia sempre, faze como fez Jesus; ainda que nao possas ser como Ele, estarás cumprindo teu papel.
Mensagem mediúnica, recebida por Nádia, médium militante do Grupo Espírita Amor e Humildade aos Irmãos, em 10/12/1997.
Nessa hora de frenesi e júbilo geral, bem que caberia um minuto de pausa dedicado a uma prece silenciosa pelo futuro que nos aguarda e que pode vir a ter uma feição mais branda dependendo de nossa postura diante da vida e suas dificuldades.
Saudemos o ano de 2004 e que consigamos delinear um posicionamento mais humano em relação às pessoas com quem convivemos, uma atitude absolutamente ética em relação ao trabalho que realizamos, uma decisiva vontade de renovação íntima no plano religioso, social e humano.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Com vocês, ADVERTÊNCIAS por Erausto Campello.
Quando a alguém faltar o pão, não perguntes por quê.
Dá-lhe o pão que mata a fome. Se possível, ensina-o a ganhar o próprio pão.
Se podes enxugar uma lágrima, não perguntes por que ela existe.
Limita-te a fazê-la cessar.
Depois, talvez, quem chora queira confidenciar-te o motivo.
Compreende sempre, auxilia sempre, faze como fez Jesus; ainda que nao possas ser como Ele, estarás cumprindo teu papel.
Mensagem mediúnica, recebida por Nádia, médium militante do Grupo Espírita Amor e Humildade aos Irmãos, em 10/12/1997.
sexta-feira, dezembro 26, 2003
Vou deixar aqui um texto interessante que recebi por e-mail. Infelzmente, não veio com o devido crédito, mas acho-o oportuno, ligado à data natalina, e, portanto, pertinente.
Onde e Quando Nasceu Jesus
Perguntemos a Maria de Madalena, onde e quando nasceu Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu em Betânia.
Foi certa vez, que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade, despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara.
Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus.
Ele nos responderá: Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-Lo incondicionalmente, pois sabia que somente Ele é a fonte inesgotável de amor.
Perguntemos a Pedro quando se deu o nascimento de Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifas, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira vida.
Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: Saulo, Saulo porque tu me persegue? E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse: Senhor, o que queres que eu faça?!
Perguntemos a Joana de Cusa onde e quando nasceu Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar: Negue! Negue! E o soldado com a tocha acesa dizendo: Este teu Cristo ensinou-lhe apenas a morrer? Foi neste instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer: Não me ensinou só isso, Jesus ensinou-me também a amá-lo.
Perguntemos a Tomé onde e quando nasceu Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que Ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu junto à fonte de Jacob na tarde em que me pediu de beber e me disse: Mulher eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas. Naquela tarde soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi: Senhor, dá-me desta água.
Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto: Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência! Compreendi que chegara o momento de Ele crescer e eu diminuir, para a glória de Deus.
Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou
o meu túmulo e disse: Lázaro! Levanta. Neste momento compreendi finalmente quem Ele era... A Ressurreição e a Vida!
Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos.
Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando O segurei em meus braços pela primeira vez que senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor.
Agora pensemos um pouquinho: E para nós, quando Jesus nasceu? Pensemos mais um pouquinho: e se descobrirmos que ele não nasceu? Então, procuremos urgentemente fazer com que Ele nasça um dia destes, porque, quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a Luz.
Paz e Luz...
Que 2004 venha com novas esperanças de um mundo em renovação.
RENOVAÇÃO
Não procures repouso
Em momentos vazios
Inércia simplesmente
É começo de angústia
Provação superada
Faz-se benção de luz
Sofre, mas permanece
Construindo o amor
Se queres elevar-te,
Não há outro caminho
Na forja do serviço,
Deus te renovará
Emmanuel
* * * * * * * * *
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Onde e Quando Nasceu Jesus
Perguntemos a Maria de Madalena, onde e quando nasceu Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu em Betânia.
Foi certa vez, que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade, despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara.
Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus.
Ele nos responderá: Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-Lo incondicionalmente, pois sabia que somente Ele é a fonte inesgotável de amor.
Perguntemos a Pedro quando se deu o nascimento de Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifas, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira vida.
Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: Saulo, Saulo porque tu me persegue? E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse: Senhor, o que queres que eu faça?!
Perguntemos a Joana de Cusa onde e quando nasceu Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar: Negue! Negue! E o soldado com a tocha acesa dizendo: Este teu Cristo ensinou-lhe apenas a morrer? Foi neste instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer: Não me ensinou só isso, Jesus ensinou-me também a amá-lo.
Perguntemos a Tomé onde e quando nasceu Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que Ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu junto à fonte de Jacob na tarde em que me pediu de beber e me disse: Mulher eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas. Naquela tarde soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi: Senhor, dá-me desta água.
Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto: Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência! Compreendi que chegara o momento de Ele crescer e eu diminuir, para a glória de Deus.
Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus.
Ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou
o meu túmulo e disse: Lázaro! Levanta. Neste momento compreendi finalmente quem Ele era... A Ressurreição e a Vida!
Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos.
Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus.
E ela nos responderá: Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando O segurei em meus braços pela primeira vez que senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor.
Agora pensemos um pouquinho: E para nós, quando Jesus nasceu? Pensemos mais um pouquinho: e se descobrirmos que ele não nasceu? Então, procuremos urgentemente fazer com que Ele nasça um dia destes, porque, quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a Luz.
Paz e Luz...
Que 2004 venha com novas esperanças de um mundo em renovação.
RENOVAÇÃO
Não procures repouso
Em momentos vazios
Inércia simplesmente
É começo de angústia
Provação superada
Faz-se benção de luz
Sofre, mas permanece
Construindo o amor
Se queres elevar-te,
Não há outro caminho
Na forja do serviço,
Deus te renovará
Emmanuel
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terça-feira, dezembro 16, 2003
Mais 9 dias e estaremos comemorando o Natal, data que nos infunde respeito, amor,
serenidade e nos inclina à meditação e reflexão.
Gosto do Natal, dos preparativos da ceia que reúne a família, da alegria advinda desse encontro festejado com troca de prendas, das manifestações de rua, como os fogos de artifício que espoucam no céu, a visão da árvore da Lagoa, a exibição de luzes nas varandas dos prédios. É alegre, é vistoso, faz bem à alma.
Pena é que, a cada Natal, mais esta alegria visual por nós produzida tenda a se tornar mais deslumbrante ainda e a razão real da comemoração, que é a vinda de Jesus para salvar a humanidade, fique em segundo plano, abafada pelos esplendores materiais.
Lêda Mello, que vocês já tiveram a oportunidade de conhecer através de belíssimos poemas aqui publicados, mandou-nos hoje uma linda contribuição. Leiam o poema abaixo, produto de sua inspiração e de seus conhecimentos em matéria de vida corporal e espiritual.
NATAL DE AMOR
Lêda Mello
Estive meditando sobre o Natal.
Não consegui me fixar na imagem
de uma doce criança adormecida,
repousando sobre um leito de palha.
Meditar sobre o Natal levou-me a Jesus
nos trazendo a Boa Nova.
"Eu lhes dou um novo mandamento:
Amem uns aos outros, assim como eu os amei."
(Jo,13,34)
Passaram-se dois milênios...
A ciência e a tecnologia
descortinaram horizontes ilimitados.
A humanidade deveria estar em paz!
Mas não está.
Confusas, as pessoas não encontram uma forma
de como ser gente no mundo das máquinas.
Apesar do conforto e das comodidades,
vivemos uma grande solidão.
Esquecemos o Mandamento do Amor!
E, assim, vivemos a solidão do desamor.
O Amor é gratuito. Não se compra e nem se troca.
O Amor requer profundidade. Não sobrevive na superfície.
O Amor repousa na alma
de onde transborda para o corpo e para o universo.
O Amor tece laços com as linhas do infinito.
O Amor é nosso traço de união com Deus,
através dos nossos companheiros de caminhada.
Natal.
O Amor pede permissão para nos entregar
a Paz e a Felicidade que nos foram destinadas.
Um Feliz Natal de Amor para todos nós!
Vamos refletir sobre as verdades ditas por Lêda?
Que todos tenhamos um lindo Natal e que nossas reflexões nos indiquem caminhos para a reforma interna que precisamos levar em conta - caminho que nos leva a uma vida saudável.
serenidade e nos inclina à meditação e reflexão.
Gosto do Natal, dos preparativos da ceia que reúne a família, da alegria advinda desse encontro festejado com troca de prendas, das manifestações de rua, como os fogos de artifício que espoucam no céu, a visão da árvore da Lagoa, a exibição de luzes nas varandas dos prédios. É alegre, é vistoso, faz bem à alma.
Pena é que, a cada Natal, mais esta alegria visual por nós produzida tenda a se tornar mais deslumbrante ainda e a razão real da comemoração, que é a vinda de Jesus para salvar a humanidade, fique em segundo plano, abafada pelos esplendores materiais.
Lêda Mello, que vocês já tiveram a oportunidade de conhecer através de belíssimos poemas aqui publicados, mandou-nos hoje uma linda contribuição. Leiam o poema abaixo, produto de sua inspiração e de seus conhecimentos em matéria de vida corporal e espiritual.
NATAL DE AMOR
Lêda Mello
Estive meditando sobre o Natal.
Não consegui me fixar na imagem
de uma doce criança adormecida,
repousando sobre um leito de palha.
Meditar sobre o Natal levou-me a Jesus
nos trazendo a Boa Nova.
"Eu lhes dou um novo mandamento:
Amem uns aos outros, assim como eu os amei."
(Jo,13,34)
Passaram-se dois milênios...
A ciência e a tecnologia
descortinaram horizontes ilimitados.
A humanidade deveria estar em paz!
Mas não está.
Confusas, as pessoas não encontram uma forma
de como ser gente no mundo das máquinas.
Apesar do conforto e das comodidades,
vivemos uma grande solidão.
Esquecemos o Mandamento do Amor!
E, assim, vivemos a solidão do desamor.
O Amor é gratuito. Não se compra e nem se troca.
O Amor requer profundidade. Não sobrevive na superfície.
O Amor repousa na alma
de onde transborda para o corpo e para o universo.
O Amor tece laços com as linhas do infinito.
O Amor é nosso traço de união com Deus,
através dos nossos companheiros de caminhada.
Natal.
O Amor pede permissão para nos entregar
a Paz e a Felicidade que nos foram destinadas.
Um Feliz Natal de Amor para todos nós!
Vamos refletir sobre as verdades ditas por Lêda?
Que todos tenhamos um lindo Natal e que nossas reflexões nos indiquem caminhos para a reforma interna que precisamos levar em conta - caminho que nos leva a uma vida saudável.
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