segunda-feira, junho 16, 2003

Boa-noite! Que a paz de Deus esteja com todos.

Vamos voltar hoje a um tema já exposto aqui, talvez, mais de uma vez - Doação de órgãos . Muito se tem falado sobre o assunto, mas é conveniente que temas como este sejam analisados por diferentes cabeças, sob diferentes ângulos e enfoques. Nosso irmão Felinto dará sua contribuição com seu artigo

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
FELINTO ELÍZIO DUARTE CAMPELO

A ciência e a tecnologia têm alcançado um desenvolvimento marcante a partir do século XX.
A medicina, em particular, vem operando verdadeiros “milagres” na arte de curar, minorar sofrimentos, erradicar endemias, salvar vidas.
Vive-se, desde então, a era dos transplantes, o que vem suscitando polêmicas de ordem legal, moral e religiosa quanto à questão de doação de órgãos.
Há poucos dias, fui interpelado por um familiar interessado em conhecer a posição do Espiritismo ante a problemática cessão de parte do próprio corpo em vida ou morto.
Não foi das melhores a escolha de minha pessoa para esclarecimento do controvertido tema tão em moda. Não tenho conhecimentos aprofundados que me autorizem falar em nome da Doutrina Espírita.
Dou, entretanto, a minha opinião, sem comprometimento da Doutrina.
Antes, porém, faz-se necessário mostrar, ainda que em leves pinceladas, o que é o Espiritismo.
A Doutrina dos Espíritos é um gigantesco monumento erguido sob a égide de Jesus e sustentado por três colossais pilares -- CIÊNCIA, FILOSOFIA, RELIGIÃO.
Como Ciência, estuda e aplica as leis que regem o mundo material, o plano espiritual e a comunicabilidade entre os dois através da mediunidade. Sua essência está nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos, pesquisando os fenômenos paranormais por meio de métodos próprios e adequados ao que se propõe investigar.
Em seu aspecto filosófico, a Doutrina examina o princípio e as causas e define o porquê das coisas, da vida, da morte, da reencarnação. Interpreta a natureza dos fenômenos da concepção do mundo e de toda a realidade em consonância com as novas descobertas científicas.
O seu conteúdo religioso, calcado na moral evangélica, é a revivescência do primitivo cristianismo -- simples, puro, adogmático -- é um repositório de fé e de esperança. Conforta, orienta, ilumina. É a conseqüência das conclusões filosóficas fundamentadas nas provas da sobrevivência humana após a morte.
O Espiritismo não é doutrina estanque e sim dinâmica, anda de braços dados com a ciência, acompanhando suas descobertas, suas conquistas, seus progressos; “É uma Doutrina de amor baseada no Evangelho e na Ciência” cujo lema “Fora da caridade não há salvação” dá-lhe uma conotação abrangente, fraterna, cristã.
Entendo, pois, que a doação de órgãos é um ato de amor, de desprendimento, de fraternidade e de caridade.
Mister se faz, contudo, que haja uma ampla divulgação e preparação psicológica, espiritual e religiosa do futuro doador para que, em seu novo estado de desencarnado, seu espírito não venha experimentar as sensações de mutilação.
Devidamente conscientizado, ao despertar no outro lado da vida, após o decesso físico, o Espírito de um doador de órgãos sentir-se-á feliz em saber que suas córneas, que inevitavelmente seriam tragadas pelos vermes na sepultura, hoje dão a oportunidade da visão a irmãos que tateavam na escuridão, atormentados pela cegueira. Regozijar-se-á ao sentir que o seu coração agora palpita em outro peito, proporcionando novas perspectivas a quem sofria de males cardíacos. Alegrar-se-á, sem dúvida, em constatar que seus rins, ora transplantados, livram outras pessoas das incômodas hemodiálises assegurando-lhes uma vida normal.
No meu entendimento, e é uma opinião muito íntima, doar-se de corpo e alma, em vida ou depois de falecido, em benefício do próximo é ser cristão, é ser abençoado discípulo de Jesus. Um espírita sincero e consciente não terá escrúpulo de ceder ao seu semelhante os órgãos que um dia voltarão ao pó da terra.

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Quer saber?

Por que não há batismo na Casa Espírita?

Para entender por que não há batizados no Espiritismo, temos que compreender o significado deste ritual nas religiões que o praticam.O costume de batizar (mergulhar) tem origens anteriores ao Cristianismo. Diferentes seitas da Antiguidade tinham o hábito dessas imersões “purificadoras” cujo objetivo era preparar seus adeptos, como um ritual de iniciação para cultuar suas divindades.
O batismo, após o Cristianismo, continuou sendo uma prática simbólica do arrependimento dos pecados e, no seu princípio, era aplicado em adultos, pois eles é que poderiam analisar o certo e o errado e se arrependerem.
Com a Codificação da Doutrina dos Espíritos, alicerçada na fé raciocinada, todos os rituais, dogmas, sacramentos, simbolismos perderam o sentido, pois apenas demonstravam práticas exteriores, não havendo necessária mudança interior de cada indivíduo.
Todos nós somos espíritos reencarnantes na terra, com muitos erros e acertos em encarnações anteriores. A maneira pela qual podemos demonstrar a adoração a Deus em “Espírito e Verdade”, como dizia Jesus, é procurar conhecer as leis Divinas e verificar se estamos de acordo com elas.
Se não estivermos, devemos modificar nossos atos e pensamentos, resgatando débitos com resignação, renovando a nossa maneira de agir.

"Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria."

Emmanuel - Francisco Cândido Xavier. Do livro "Segue-me".

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Despeço-me hoje com este lindo conselho útil a todos nós.

PERSEVERE

"Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamento, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais esta prova em sua vida.

Quando escapar de um acidente grave, não fique pensando no trauma que ele causou, mas no milagre que o ajudou a sair ileso.

Quando saíres de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura.

Leva na memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram no meio das dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade em vencer as provas e lhe darão confiança na presença divina, que nos auxilia em qualquer situação, em qualquer tempo, diante de qualquer obstáculo".

Chico Xavier























terça-feira, junho 10, 2003

Juntos para pensar, refletir, analisar, comentar e orar.
O texto de hoje do irmão assistente Felinto

FAZER E REPARAR
Felinto Elízio Duarte Campelo

“A sua obra cairá sobre a sua cabeça; e a sua violência descerá sobre a sua mioleira..”
Salmo 7 : 16


Muito se tem dito e repetido que cada um receberá conforme os seus feitos.
Apesar de tudo, multiplicam-se a maledicência e a intriga, proliferam os crimes e os atentados à paz, medram, desenfreadas, entre os ímpios, a vaidade, a ganância e a soberba.
Convive-se com a violência urbana de proporções assustadoras, o homem simples do campo ressente-se da ação impiedosa dos poderosos arrogantes e inescrupulosos
Não se iludam, porém, os nossos irmãos invigilantes que se comprazem na marginalidade.
Hoje, optaram por passar pela porta larga da irresponsabilidade, em alucinada fuga aos mais elementares encargos de consciência, como muito bem considerou Marco Prisco na crônica “Responsabilidade e Fuga”:

“Fuga ao dever, sacrificando a dignidade;
Fuga ao trabalho, em desprezo à sociedade;
Fuga à responsabilidade, atendendo os sentimentos inferiores.
Não te enganes com soluções falsas. Os compromissos adiados reaparecem com maior complexidade.”

Amanhã, arrostando imensas dificuldades, serão compelidos a transpor a porta estreita da reparação em dolorosas reencarnações de expiações e de provas até que seja pago o último ceitil.
Quem, tocado pelo arrependimento, desejar refazer-se espiritualmente, bata à porta de Jesus. Seu Evangelho mostra-nos o caminho, ensina-nos a verdade, dá-nos a vida e a salvação.


Bem feita a abordagem que nosso companheiro acaba de fazer num texto rápido e compreensível em que mostra a posição daquele que transgride, das dívidas que acumula e das reencarnaçôes que desperdiça em detrimento de sua evoução espiritual.

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Agora, uma historinha cheia de significado para ajudar na reflexão e análise das situações da vida, enviada por Marly, amiga blogueira, sob forma de e-mail.

UM SIRI VAI LHE TRAZER ALEGRIA

Sempre que o mundo desabava sobre minha cabeça, eu ia andar pela praia,
próxima de onde morava.
Um dia, encontrei uma bela garotinha de olhos tão azuis quanto o mar,
construindo um castelo de areia ou algo parecido.
Oi, disse ela.
Eu respondi com um aceno de cabeça. Não estava com humor para me entreter
com uma criança.
Você quer me ajudar a construir meu castelo?
Hoje, não. Falei pouco atencioso.
Eu gosto de sentir a areia em meus dedos do pé, ela falou sorridente.
Que boa idéia, pensei, e tirei meus sapatos. Um siri deslizou próximo.
Isto é um "alegria", falou a criança.
É um o quê?, perguntei.
Isto é um "alegria", livre pela praia.
Adeus "alegria", olá dor, murmurei comigo mesmo e continuei a caminhar.
Eu estava deprimido, mas a menina não desistia e perguntou: qual é o seu
nome?
Eu sou Robert Peterson, respondi..
O meu é Wendy. Eu tenho seis anos.
Oi, Wendy.
Apesar de minha melancolia, fui obrigado a rir e continuei caminhando.
Sua risadinha musical me seguiu.
Venha novamente, Sr. P., disse ela, animada.
Nós teremos outro dia feliz.
Meus dias foram atribulados e somente semanas depois é que voltei à praia.
A brisa era fria, mas eu andava a passos largos, tentando readquirir
serenidade.
Tinha até me esquecido da criança, quando ela apareceu.
Oi, Sr. P., você quer brincar?
Não sei, que tal charadas? Perguntei sarcasticamente.
Eu não sei o que é isto, falou a menina.
Então me deixe continuar a caminhada.
Onde você mora? Perguntei-lhe.
Ali. Ela respondeu apontando na direção de uma fila de cabanas de verão.
Como você vai à escola?
Eu não vou à escola. A mamãe disse que nós estamos de férias.
Ela tagarelou e, quando eu ia voltar para casa, Wendy disse que tinha sido
outro dia feliz. E havia sido mesmo.
Três semanas mais tarde, eu andava apressado pela praia, quase em pânico,
quando a garota me alcançou.
-Olhe, se você não se importa, hoje eu quero andar sozinho.
Ela me pareceu pálida e sem fôlego.
Por que? ela perguntou.
Porque minha mãe morreu! Gritei.
Oh, então este é um dia ruim, falou a menina com ar de tristeza.
Sim, eu disse, e ontem e anteontem também. Vá embora!
Um mês depois disto, fui andar novamente na praia, mas ela não estava lá.
Sentindo-me culpado e admitindo para mim mesmo que sentia falta dela, subi
até à cabana, e bati na porta.
Uma mulher jovem atendeu.
-Olá, eu sou Robert Peterson.Senti a falta de sua pequena menina e gostaria de saber se ela está bem.
-Oh, sim, Sr. Peterson, entre, por favor.Wendy falou muito do Senhor. Eu tinha receio que ela o estivesse aborrecendo. Se ela foi um incômodo, por favor, aceite minhas desculpas.
-Não, sua filha é uma criança muito amável. Onde está ela?
-Wendy morreu na semana passada, Sr. Peterson. Ela tinha leucemia. Talvez não tenha lhe contado...
A notícia me deixou cego e mudo, por alguns instantes...
E a mãe continuou: -ela adorava esta praia e parecia um tanto melhor aqui. Aqui teve muito do que ela chamava de "dias felizes".
Mas nos últimos dias, ela piorou rapidamente...
-Minha filha deixou algo para o Senhor.
Entregou-me um envelope, com Sr. "P." escrito em grandes letras infantis.
Dentro, havia um desenho: uma praia amarela, um mar azul, e um siri marrom.
Embaixo estava escrito: "Um siri vai lhe trazer alegria."
Lágrimas rolaram de meus olhos e um coração que quase esqueceu de amar
abriu-se largamente.
Tomei a mãe de Wendy em meus braços e murmurei repetidas vezes: - eu sinto
muito, sinto muito!
O pequeno e precioso desenho está agora emoldurado e pendurado em meu escritório.
Seis palavras, uma para cada ano de sua vida, me falam de harmonia, coragem, amor e desinteresse.


História traduzida por Sérgio Barros, de autoria ignorada, recontada pela
Equipe de Redação do Momento Espírita.

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Finalizemos com uma prece.

ORAÇÃO DA LUZ
Socorro Maia

Senhor,

Que tua Luz nos ilumine.
Que a energia pura se faça presente
hoje e sempre, em nós,
nos nossos guias espirituais
e em todos aqueles que amamos.
Que entre para nós apenas o necessário
ao nosso crescimento;
e aquilo que não nos serve
seja transformado em amor
e devolvido a quem de direito.
Que o Amor
se faça presente em nossos corações
Que a Luz
se faça presente onde houver escuridão.


Que assim seja!

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Que a paz de Deus sa faça para todos.
Até outro dia.













quarta-feira, junho 04, 2003

Todo dia é dia de uma alegria diferente. Hoje estou feliz com o aniversário de minha neta Laura, tão lindinha! Carinhosinha, de vez em quando ela contribui com um comentário em meu outro blog. Neste, ela não se habilitou ainda, mas não perco a esperança. Parabéns pra você, Laurinha, que Deus a inspire pela vida inteira.

Que artigo Felinto nos oferece hoje? Vamos ver:

PASSAPORTE PARA O CÉU

“E Jesus disse aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificultosamente entrará no reino dos céus”
Mateus, 19 : 23)

Jesus afirmou ser difícil, mas não impossível, um rico ingressar na corte celestial.
Por razões óbvias, maiores são os obstáculos com que se deparam os detentores de fortuna.
Analisemos os fatos friamente, à luz da lógica, isentos de preconceitos.
A riqueza enseja a prática indiscriminada dos gozos materiais, açula desmedidamente a vaidade, incita o orgulho avassalante, incute nas almas a cega sedução pelo poder, instiga a avareza ou estimula a dissipação desenfreada. É, enfim, uma prova dificílima para um espírito de pretérito pecaminoso.
Quando movido pelo firme propósito de usar com dignidade e cautela os talentos que lhe foram confiados pelo Senhor, o homem é levado a travar uma dura batalha interior para resistir às tentações que a vida mundana oferece abundantemente, em especial, multiplicadas e intensificadas para os que têm a posse de riqueza.
Eis a razão por que o Mestre asseverou: “Que mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino dos céus”.
Se vencer a provação imposta pela necessidade de crescer espiritualmente, maior será o seu merecimento e regozijar-se-á ao ouvir a exortação de Jesus: “Muito bem, servo bom e fiel, já que fostes fiel nas coisas pequenas, dar-te-ei a intendência das grandes; entra no gozo do teu Senhor”.
Se falir, não estará irremediavelmente perdido; por acréscimo de misericórdia divina, ser-lhe-ão dadas novas oportunidades de expiações e de provas redentoras, em sucessivas reencarnações, até que, depurado, resplendente, possa alçar-se às esferas superiores, pois que, conforme declarou o Messias, há muitas moradas na casa do Pai.
O fato de nascer ou tornar-se rico, em si, não traz mal algum nem desmerece a pretendida entrada do rico na casa do Pai.
A riqueza, aliás, é uma força propulsora do progresso da Terra. Os homens ricos são simplesmente mordomos dos bens materiais confiados por Deus para que seja processado o desenvolvimento material, intelectual e moral da humanidade.
Sendo a riqueza um empréstimo do Onipotente Senhor da Vida ao espírito encarnado, cumpre a este administrar esses bens com humildade e sabedoria, seja beneficiando a coletividade com a geração de novas frentes de trabalho, seja promovendo assistência médica, odontológica e hospitalar ou oferecendo educação, instrução, cultura, bem-estar social, lazer sadio e evangelização aos que lhe estão diretamente vinculados por contratos trabalhistas e a quantos indistintamente possam ser favorecidos pela inspiração do amor ao próximo e da caridade cristã.

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É verdade, a responsabilidade dos ricos é muito grande porque eles representam uma ferramenta a ser utilizada para o progresso material do meio em que vivem, para o aperfeiçoamento moral e espiritual dos contemplados e circunstantes, para a evolução de seu próprio espírito rumo a esfera mais espiritualizadas.

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E vai agora uma boa dica:

Caminha um pouco ao ar livre.
Tranqüilamente, redescobrirás
a natureza que te abençoa a vida.

Espairece, saindo deste turbilhão
em que te encontras e deixa a
imaginação voar.

Evita os lugares movimentados,
para o teu passeio, e aspira o
oxigênio balsâmico da floresta,
da montanha, do mar...

Refaze conceitos, acalma-te e
abençoa a vida na forma como
se te apresente.

A tua atual existência é rica do
que necessitas para ser feliz!!!!

Divaldo Franco (Joanna de Ângelis)


Que dica balsâmica , não?

As bênçãos de Deus para todos nós.




quarta-feira, maio 28, 2003

Mal encarno, minha tia avó Magaly já me põe na internet para meu primeiro post:

Acreditem, meu vô, Felinto Elízio, está um velho brocoió, não consegue conter a emoção.
Nasci às 19,09 hs. de hoje, 27.05.03, bonita, forte, saudável. E provoquei lágrimas de júbilo.
Muito tenho a agradecer a Deus por meus pais, irmãos, avós; e por haver reencarnado numa família bem estruturada, na qual vou poder crescer buscando o aperfeiçoamento espiritual.
Posso dizer:
Já nasci feliz!

Renata Barbosa Campelo



Bem-vinda, Renata, ao seio de nossa família. Nós a recebemos com alegria incontida.







terça-feira, maio 27, 2003


JESUS, ESPIRITISMO e a LEI

Felinto Elízio Duarte Campelo


“Não julgueis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruí-los, mas sim dar-lhes cumprimento. ( Mateus 5 : 17 )


Em sua peregrinação terrena, Jesus ocupou-se em ensinar à humanidade os preceitos básicos de sua doutrina: AMOR e PERDÃO.
Não se limitou, no entanto, à pregação verbal; ensinou com o próprio exemplo.
Compadecendo-se daqueles que sofriam no corpo ou na alma o acicate da dor, curou enfermos, deu visão a cegos, fez andar paralíticos, doou audição e voz a surdos-mudos, foi pródigo na distribuição de amor a todos sem distinção de cor, crença, posição social, idade ou sexo.
Do mesmo modo, o Mestre exemplificou o perdão irrestrito quando, do alto da cruz, exclamou cheio de piedade: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.
Divulgando os dois princípios fundamentais do Cristianismo, Jesus apresentou o AMOR em sua dupla acepção aos fariseus a respeito do mandamento maior da lei: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração de toda a tua alma e de todo o teu entendimento; este é o maior e o primeiro mandamento. E aqui tendes o segundo, semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo com o a ti mesmo. Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos”. Ao PERDÃO trouxe uma concepção perenal ao falar a Simão Pedro: “Não te digo que perdoes até sete vezes, mas que até setenta vezes sete vezes”.
O decálogo é a lei de Deus transmitida mediunicamente por Moisés à humanidade, lei que Jesus não veio desfazer e, sim, enriquecer com novas normas de conduta apoiadas nos dois sublimes sentimentos que aureolam o espírito - AMOR e PERDÃO.
Por sua vez, o Espiritismo não chegou para aniquilar ou mesmo para modificar a lei, combater religiões, criar áreas de atrito; a doutrina trazida pelos Espíritos sob a égide de Jesus e codificada por Allan Kardec veio lembrar-nos a viver e agir conforme o Evangelho.
É missão do Espiritismo fazer-nos voltar à pureza e simplicidade do cristianismo primitivo, deturpado que foi, no correr dos séculos, no atendimento de interesses alheios às suas origens, com o enxerto de rituais e outros costumes pagãos, em prejuízo do crescimento espiritual do homem.
Aos espíritas, pois, compete a tarefa de evangelizarem-se, de fazerem cumprir a lei, de amarem a todos independentemente de castas, credo etc e de exercitarem o perdão sem limites.

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Muito bem, qualquer comentário acerca do assunto exposto será bem-vindo. Estamos aqui para pensarmos juntos, para trabalharmos juntos.

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E agora, passo-lhes uma história verídica, que recebi em forma de e-mail, de uma amiga de fé. Intitula-se:

Onde está a perfeição de Deus?

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao
ensino de crianças especiais.
Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar,enquanto
outras podem ser encaminhadas a escolas comuns.
Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um
discurso que
nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.
Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal,perguntou ele:
"Onde está a perfeição em meu filho Shaya?
Tudo o que DEUS faz, é feito com perfeição.
Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças
entendem.
Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras
crianças.
Onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai.
Mas ele continuou: "Acredito que quando Deus traz uma criança
especial ao mundo,
a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem
diante desta criança".
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Shaya:
"Uma tarde Shaya e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos
que Shaya conhecia,
estavam jogando beisebol. Shaya perguntou-me, você acha que eles me
deixariam jogar"?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos
não o queria no time.
Mas entendi que se Shaya pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma
confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei se Shaya
poderia jogar.
O menino deu uma olhada ao redor buscando a aprovação de seus
companheiros de time.
Mas, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a
responsabilidade e disse:
"Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.
Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para
bater até a nona rodada ".
Fiquei admirado quando Shaya abriu um grande sorriso ao ouvir a
resposta do menino.
Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.
No final da oitava rodada,
o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três.
No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente
e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada
decisiva, Shaya foi escalado para continuar.
O time deixaria Shaya de fato rebater nesta circunstância
e jogar fora chance de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya.
Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível,
porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.
Porém quando Shaya tomou posição,
o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola
de maneira que Shaya pudesse ao menos rebater.
Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente e
o perdeu.
Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola
suavemente para Shaya.
Quando veio o lance, Shaya e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente
ao primeiro homem da base,
Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o
lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva,
longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar:
"Shaya, corra para a primeira base. Corra para a primeira".
Nunca em sua vida ele tinha corrido...
Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos
arregalados e assustado.
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a
posse da bola.
Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base o que
colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo.
Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador,
assim, lançou a bola alta e distante,
acima da cabeça do terceiro homem da base.
Todo o mundo gritou:
"Corra para a segunda, corra para a segunda base".
Shaya correu para a segunda base,
enquanto os jogadores à frente dele circulavam liberadamente para a base principal.
Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária,
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram: "Corra para
a terceira".
Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os
times correram atrás dele gritando:
"Shaya, corra para a base principal".
Shaya correu para a base principal, pisou nela e todos os 18
meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói,
como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para o time dele.
"Naquele dia," disse o pai com lágrimas caindo sobre face, "aqueles
18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus".
Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"


É um episódio que nos leva a crer na solidariedade humana pela valorização da vida. Uma inspiração que mobilizou espontaneamente, sem nenhuma preparação prévia, aqueles dezoito garotos, organizados em dois times, perseguindo a glória de uma vitória. Foi como se o amor de Deus de repente os tivesse ungido a todos e os tivesse feito proporcionar o sentimento de mais valia àquele garoto marcado pela deficiência física. É o poder do amor divino.

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E aqui encerramos por hoje. Uma boa noite pra todos, sonhos bons e paz na alma.


domingo, maio 18, 2003

Hoje, trago uma grata novidade. Consegui um auxiliar esplêndido, irmão em dobro, que me vai produzir um artigo por post. Vocês devem estar estranhando a expressão "irmão em dobro". Facilmente explicável: meu irmão de sangue e de fé.
Para comemorar, comecemos pelo artigo de meu colaborador:

Espiritismo é isso aí

Felinto Elízio Duarte Campelo

Em reunião no Núcleo de Estudos Espíritas André Luiz, em Maceió – Al., apreciavam-se diversas definições dadas à Doutrina dos Espíritos.
Entre outras, foram citadas:
1) “O espiritismo é a materialização da promessa do Cristo”;
2) “O espiritismo é o cristianismo redivivo em sua pureza e simplicidade”:
3) “O espiritismo é doutrina de amor baseada no Evangelho e na ciência”;
4) “Doutrina de amor e luz, ciência, fé e consolação prometida há dois mil anos por Jesus, diretriz da humana perfeição”;
5) O espiritismo é a sementeira de paz, de amor, de fraternidade e de absoluta fidelidade ao Evangelho;
6) O espiritismo é a doutrina que prova, à luz da razão e dos fatos, que a morte não existe e que a vida continua palpitante numa incessante marcha até o aperfeiçoamento do espírito.

Analisemos os conceitos acima expendidos buscando em suas essências o entendimento exato do que significa o espiritismo para a humanidade:
1) Por que materialização da promessa do Cristo?
No Evangelho, está explicita a promessa de Jesus (João 14:16-17 e 26): “E eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará um outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco. O Espírito de Verdade que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece. Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo”.
No tempo aprazado, ou seja, quando a humanidade estava amadurecida moral e intelectualmente, o Espírito de Verdade veio cumprir a promessa de Jesus trazendo, via manifestações mediúnicas, àqueles que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir, a mensagem de esclarecimento, de consolação, de amor e paz e de conforto espiritual. Veio ensinar o que Jesus, na época, não pudera dizer e relembrar o que o homem esquecera ou lhe modificara o sentido no transcorrer dos séculos.
O espiritismo é o Consolador prometido.
2) Por que cristianismo redivivo?
Em sua origem, o cristianismo era singelo, não adotava pompas, liturgias, paramentos, hierarquia sacerdotal. Com o tempo e a adesão de outros povos, o cristianismo foi incorporando usos, costumes, rituais, idolatrias, dogmas, mistérios estranhos e inadequados à simplicidade e pureza dos ensinamentos de Jesus. Aconteceu um desvirtuamento progressivo da doutrina de amor e paz, culminando na Idade Média com o advento da Inquisição que, por tantos séculos de trevas, infelicitou a humanidade.
Coube ao espiritismo restaurar a limpidez da doutrina cristã e cultuar Deus em Espírito e Verdade, diferenciado dos moldes e apelos materiais.
3) Por que doutrina de amor baseada no Evangelho e na ciência?
Os lemas “Fora da igreja não há salvação” e “Fora da verdade não há salvação”, ambos exclusivistas e intolerantes foram contraditados pela afirmação kardequiana: “Fora da caridade não há salvação”, pensamento este universalista que derruba as barreiras separativas dos credos e dos preconceitos.
A caridade é uma manifestação do amor. O espiritismo é, portanto, doutrina de amor assentada em três robustos esteios: CIÊNCIA, FILOSOFIA, RELIGIÃO.
Em seu aspecto religioso, a doutrina busca na moral do Evangelho as lições e os meios de melhoria e aperfeiçoamento espiritual do homem.
Como filosofia que é, detém-se na análise do porquê da vida, da morte, da reencarnação.
É uma ciência que investiga e identifica as leis a que se submete o mundo material, estuda e constata as nuanças do plano espiritual e o seu relacionamento com o plano material através da mediunidade.
4) Por que doutrina de amor e luz, ciência, fé, consolação prometida por Jesus e diretriz da humana perfeição?
A Doutrina dos Espíritos fundamenta seus princípios e ética na moral cristã contida no Evangelho - é, conseqüentemente, doutrina de amor, e amor é luz nas almas.
Seus postulados são verdades experimentadas e comprovadas cientificamente, o que oferece aos seus profitentes a fé raciocinada. Allan Kardec pontificou: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade“.
A doutrina explica cabalmente o porquê da vida, de onde viemos, para onde iremos, as causas e a necessidade da dor. É consoladora por excelência e nos mostra Jesus como o Caminho, a Verdade e a Vida, rumo seguro para o espírito alcançar a pureza.
5) Por que sementeira de paz, de amor, de fraternidade e de fidelidade ao Evangelho?
Diferentemente de outras confissões religiosas, nossa doutrina não divide a humanidade em criaturas de Deus e filhos de Deus, ao contrário, prega que todos somos filhos de Deus, com os mesmos deveres e direitos, convocados à comunhão fraterna.
Ao convocar os homens à confraternização, o espiritismo semeia os sentimentos de amor e paz por absoluta fidelidade ao Evangelho.
A paz, o amor, a fraternidade universais, a obediência aos preceitos compreendidos no Evangelho são metas a serem alcançadas pelo espiritismo.
6) Por que o espiritismo prova que a morte não existe e que a vida continua?
A doutrina vale-se de fatos atestados pela ciência e que não agridem a razão para mostrar que o túmulo não é o fim de tudo, nem uma porta encantada para as eternas delícias de uma contemplação ociosa, nem tampouco um salto no despenhadeiro fumegante do inferno odioso e inconciliável com a idéia de um Deus magnânimo. É, sim, o recomeço e continuação da verdadeira e definitiva vida - a espiritual - na busca da perfeição.

O espiritismo é isso aí, doutrina bendita e consoladora que nos aponta a grandeza e justiça divina e que nos revela que todos somos filhos de Deus e que ninguém é deserdado do bem supremo.
Cada Núcleo, cada Grupo, cada Centro Espírita é uma casa de assistência aos sofredores, um hospital para tratamento dos enfermos do corpo e da alma, uma escola que ensina os princípios da moral cristã e consolida os conhecimentos adquiridos pelo exercício da caridade e da solidariedade humana, um templo de fé e oração fundamentado na rocha da razão, erigido com as pedras dos ideais nobres e a argamassa do amor e decorado com o remate da simplicidade.

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Com colaboração, a tarefa que pretendo realizar torna-se mais interessante. Mais uma voz, pontos de vista sob diferentes enfoques. Falei em tarefa, mas não sei se posso dar essa qualificação ao contato que tenho mantido com vocês aqui. Pretendi uma conversa despretensiosa e cordial sobre assuntos atinentes à esfera releigiosa, onde qualquer pessoa, de qualquer religião, pudesse se expressar e debater pontos comuns às doutrinas existentes. Não logrei alcançar este objetivo. A proposta continua de pé. É uma forma de nos mantermos atualizados em matéria de religião.

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Uma prece agora cai bem. A gente sempre tem o que agradecer a Deus.

ORAÇÃO

POSSA HOJE A PAZ HABITAR DENTRO DE TI. CONFIA E RECONHECE QUE ESTÁS
EXATAMENTE ONDE DEUS TE QUER, NESTE MOMENTO. NÃO TE ESQUEÇAS NUNCA
DAS INFINITAS POSSIBILIDADES QUE NASCEM DA FÉ.
QUE POSSAS SEMPRE USAR EM FAVOR DO TEU IRMÃO OS DONS QUE RECEBESTE E MULTIPLICAR
INFINITAMENTE O AMOR QUE TE FOI DADO. CONTENTA-TE POR
SABERES QUE ÉS UM FILHO DE DEUS.

PERMITE QUE A TUA PRESENÇA PREENCHA TODO O TEU SER E DÁ À TUA ALMA A
LIBERDADE DE CANTAR, DANÇAR E AQUECER-SE AO SOL...
QUE ESTÁ AÍ PARA TODOS E CADA UM DE NÓS.

Oração recebida da irmã Leda Flaborea, sem indicação de autoria.

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Voltaremos breve.





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segunda-feira, maio 12, 2003

Para as mães que me lêem, vou postar um soneto e um poema lindo da Florbela Spanca.

Mãezinha
Andam em mim fantasmas, sombras, ais...
Coisas que sinto em mim, que eu sinto agora;
Névoas de dantes, dum longínquo outrora;
Castelos d´oiro em mundos irreais...

Gotas d´água tombando...Roseirais
A desfolhar-se em mim como quem chora...
- E um ano vale um dia ou uma hora,
Se tu me vais fugindo mais e mais!...

Ó meu Amor, meu seio é como um berço!
Ondula brandamente...brandamente... ..
Num ritmo escultural d´onda ou de verso!

No mundo quem te vê?! Ele é enorme!...
Amor, sou tua mãe! Vá...docemente
Poisa a cabrea...fecha os olhos...dorme...

E, em contrapartida, ainda da mesma poetisa,

Filhos

Filhos são as nossas almas,
Desabrochadas em flores;
Filhos, estrelas caídas
No mundo das nossas dores!

Filhos, aves que chilreiam
No ninho do nosso amor,
Mensageiros da felicidade
Mandados pelo Senhor!

Filhos, sonhos adorados,
Beijos que nascem de risos;
Sol que aquenta e dá luz
E se desfaz em sorrisos!

Em todo peito bendito
Criado pelo bom Deus,
Há uma alma de mãe
Que sofre p´los filhos seus!

Filhos! Na su´a alma casta,
A nossa alma revive...
Eu sofro pelas saudades
Dos filhos que nunca tive!...


Que tal? Saímos um pouco da temática religiosa, para espairecer, se bem que falar de mães e filhos é mesmo que contemplar uma religião.

Até o próximo encontro.