quarta-feira, maio 28, 2003

Mal encarno, minha tia avó Magaly já me põe na internet para meu primeiro post:

Acreditem, meu vô, Felinto Elízio, está um velho brocoió, não consegue conter a emoção.
Nasci às 19,09 hs. de hoje, 27.05.03, bonita, forte, saudável. E provoquei lágrimas de júbilo.
Muito tenho a agradecer a Deus por meus pais, irmãos, avós; e por haver reencarnado numa família bem estruturada, na qual vou poder crescer buscando o aperfeiçoamento espiritual.
Posso dizer:
Já nasci feliz!

Renata Barbosa Campelo



Bem-vinda, Renata, ao seio de nossa família. Nós a recebemos com alegria incontida.







terça-feira, maio 27, 2003


JESUS, ESPIRITISMO e a LEI

Felinto Elízio Duarte Campelo


“Não julgueis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruí-los, mas sim dar-lhes cumprimento. ( Mateus 5 : 17 )


Em sua peregrinação terrena, Jesus ocupou-se em ensinar à humanidade os preceitos básicos de sua doutrina: AMOR e PERDÃO.
Não se limitou, no entanto, à pregação verbal; ensinou com o próprio exemplo.
Compadecendo-se daqueles que sofriam no corpo ou na alma o acicate da dor, curou enfermos, deu visão a cegos, fez andar paralíticos, doou audição e voz a surdos-mudos, foi pródigo na distribuição de amor a todos sem distinção de cor, crença, posição social, idade ou sexo.
Do mesmo modo, o Mestre exemplificou o perdão irrestrito quando, do alto da cruz, exclamou cheio de piedade: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.
Divulgando os dois princípios fundamentais do Cristianismo, Jesus apresentou o AMOR em sua dupla acepção aos fariseus a respeito do mandamento maior da lei: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração de toda a tua alma e de todo o teu entendimento; este é o maior e o primeiro mandamento. E aqui tendes o segundo, semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo com o a ti mesmo. Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos”. Ao PERDÃO trouxe uma concepção perenal ao falar a Simão Pedro: “Não te digo que perdoes até sete vezes, mas que até setenta vezes sete vezes”.
O decálogo é a lei de Deus transmitida mediunicamente por Moisés à humanidade, lei que Jesus não veio desfazer e, sim, enriquecer com novas normas de conduta apoiadas nos dois sublimes sentimentos que aureolam o espírito - AMOR e PERDÃO.
Por sua vez, o Espiritismo não chegou para aniquilar ou mesmo para modificar a lei, combater religiões, criar áreas de atrito; a doutrina trazida pelos Espíritos sob a égide de Jesus e codificada por Allan Kardec veio lembrar-nos a viver e agir conforme o Evangelho.
É missão do Espiritismo fazer-nos voltar à pureza e simplicidade do cristianismo primitivo, deturpado que foi, no correr dos séculos, no atendimento de interesses alheios às suas origens, com o enxerto de rituais e outros costumes pagãos, em prejuízo do crescimento espiritual do homem.
Aos espíritas, pois, compete a tarefa de evangelizarem-se, de fazerem cumprir a lei, de amarem a todos independentemente de castas, credo etc e de exercitarem o perdão sem limites.

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Muito bem, qualquer comentário acerca do assunto exposto será bem-vindo. Estamos aqui para pensarmos juntos, para trabalharmos juntos.

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E agora, passo-lhes uma história verídica, que recebi em forma de e-mail, de uma amiga de fé. Intitula-se:

Onde está a perfeição de Deus?

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao
ensino de crianças especiais.
Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar,enquanto
outras podem ser encaminhadas a escolas comuns.
Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um
discurso que
nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.
Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal,perguntou ele:
"Onde está a perfeição em meu filho Shaya?
Tudo o que DEUS faz, é feito com perfeição.
Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças
entendem.
Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras
crianças.
Onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai.
Mas ele continuou: "Acredito que quando Deus traz uma criança
especial ao mundo,
a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem
diante desta criança".
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Shaya:
"Uma tarde Shaya e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos
que Shaya conhecia,
estavam jogando beisebol. Shaya perguntou-me, você acha que eles me
deixariam jogar"?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos
não o queria no time.
Mas entendi que se Shaya pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma
confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei se Shaya
poderia jogar.
O menino deu uma olhada ao redor buscando a aprovação de seus
companheiros de time.
Mas, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a
responsabilidade e disse:
"Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.
Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para
bater até a nona rodada ".
Fiquei admirado quando Shaya abriu um grande sorriso ao ouvir a
resposta do menino.
Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.
No final da oitava rodada,
o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três.
No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente
e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada
decisiva, Shaya foi escalado para continuar.
O time deixaria Shaya de fato rebater nesta circunstância
e jogar fora chance de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya.
Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível,
porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.
Porém quando Shaya tomou posição,
o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola
de maneira que Shaya pudesse ao menos rebater.
Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente e
o perdeu.
Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola
suavemente para Shaya.
Quando veio o lance, Shaya e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente
ao primeiro homem da base,
Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o
lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva,
longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar:
"Shaya, corra para a primeira base. Corra para a primeira".
Nunca em sua vida ele tinha corrido...
Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos
arregalados e assustado.
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a
posse da bola.
Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base o que
colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo.
Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador,
assim, lançou a bola alta e distante,
acima da cabeça do terceiro homem da base.
Todo o mundo gritou:
"Corra para a segunda, corra para a segunda base".
Shaya correu para a segunda base,
enquanto os jogadores à frente dele circulavam liberadamente para a base principal.
Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária,
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram: "Corra para
a terceira".
Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os
times correram atrás dele gritando:
"Shaya, corra para a base principal".
Shaya correu para a base principal, pisou nela e todos os 18
meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói,
como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para o time dele.
"Naquele dia," disse o pai com lágrimas caindo sobre face, "aqueles
18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus".
Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"


É um episódio que nos leva a crer na solidariedade humana pela valorização da vida. Uma inspiração que mobilizou espontaneamente, sem nenhuma preparação prévia, aqueles dezoito garotos, organizados em dois times, perseguindo a glória de uma vitória. Foi como se o amor de Deus de repente os tivesse ungido a todos e os tivesse feito proporcionar o sentimento de mais valia àquele garoto marcado pela deficiência física. É o poder do amor divino.

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E aqui encerramos por hoje. Uma boa noite pra todos, sonhos bons e paz na alma.


domingo, maio 18, 2003

Hoje, trago uma grata novidade. Consegui um auxiliar esplêndido, irmão em dobro, que me vai produzir um artigo por post. Vocês devem estar estranhando a expressão "irmão em dobro". Facilmente explicável: meu irmão de sangue e de fé.
Para comemorar, comecemos pelo artigo de meu colaborador:

Espiritismo é isso aí

Felinto Elízio Duarte Campelo

Em reunião no Núcleo de Estudos Espíritas André Luiz, em Maceió – Al., apreciavam-se diversas definições dadas à Doutrina dos Espíritos.
Entre outras, foram citadas:
1) “O espiritismo é a materialização da promessa do Cristo”;
2) “O espiritismo é o cristianismo redivivo em sua pureza e simplicidade”:
3) “O espiritismo é doutrina de amor baseada no Evangelho e na ciência”;
4) “Doutrina de amor e luz, ciência, fé e consolação prometida há dois mil anos por Jesus, diretriz da humana perfeição”;
5) O espiritismo é a sementeira de paz, de amor, de fraternidade e de absoluta fidelidade ao Evangelho;
6) O espiritismo é a doutrina que prova, à luz da razão e dos fatos, que a morte não existe e que a vida continua palpitante numa incessante marcha até o aperfeiçoamento do espírito.

Analisemos os conceitos acima expendidos buscando em suas essências o entendimento exato do que significa o espiritismo para a humanidade:
1) Por que materialização da promessa do Cristo?
No Evangelho, está explicita a promessa de Jesus (João 14:16-17 e 26): “E eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará um outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco. O Espírito de Verdade que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece. Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo”.
No tempo aprazado, ou seja, quando a humanidade estava amadurecida moral e intelectualmente, o Espírito de Verdade veio cumprir a promessa de Jesus trazendo, via manifestações mediúnicas, àqueles que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir, a mensagem de esclarecimento, de consolação, de amor e paz e de conforto espiritual. Veio ensinar o que Jesus, na época, não pudera dizer e relembrar o que o homem esquecera ou lhe modificara o sentido no transcorrer dos séculos.
O espiritismo é o Consolador prometido.
2) Por que cristianismo redivivo?
Em sua origem, o cristianismo era singelo, não adotava pompas, liturgias, paramentos, hierarquia sacerdotal. Com o tempo e a adesão de outros povos, o cristianismo foi incorporando usos, costumes, rituais, idolatrias, dogmas, mistérios estranhos e inadequados à simplicidade e pureza dos ensinamentos de Jesus. Aconteceu um desvirtuamento progressivo da doutrina de amor e paz, culminando na Idade Média com o advento da Inquisição que, por tantos séculos de trevas, infelicitou a humanidade.
Coube ao espiritismo restaurar a limpidez da doutrina cristã e cultuar Deus em Espírito e Verdade, diferenciado dos moldes e apelos materiais.
3) Por que doutrina de amor baseada no Evangelho e na ciência?
Os lemas “Fora da igreja não há salvação” e “Fora da verdade não há salvação”, ambos exclusivistas e intolerantes foram contraditados pela afirmação kardequiana: “Fora da caridade não há salvação”, pensamento este universalista que derruba as barreiras separativas dos credos e dos preconceitos.
A caridade é uma manifestação do amor. O espiritismo é, portanto, doutrina de amor assentada em três robustos esteios: CIÊNCIA, FILOSOFIA, RELIGIÃO.
Em seu aspecto religioso, a doutrina busca na moral do Evangelho as lições e os meios de melhoria e aperfeiçoamento espiritual do homem.
Como filosofia que é, detém-se na análise do porquê da vida, da morte, da reencarnação.
É uma ciência que investiga e identifica as leis a que se submete o mundo material, estuda e constata as nuanças do plano espiritual e o seu relacionamento com o plano material através da mediunidade.
4) Por que doutrina de amor e luz, ciência, fé, consolação prometida por Jesus e diretriz da humana perfeição?
A Doutrina dos Espíritos fundamenta seus princípios e ética na moral cristã contida no Evangelho - é, conseqüentemente, doutrina de amor, e amor é luz nas almas.
Seus postulados são verdades experimentadas e comprovadas cientificamente, o que oferece aos seus profitentes a fé raciocinada. Allan Kardec pontificou: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade“.
A doutrina explica cabalmente o porquê da vida, de onde viemos, para onde iremos, as causas e a necessidade da dor. É consoladora por excelência e nos mostra Jesus como o Caminho, a Verdade e a Vida, rumo seguro para o espírito alcançar a pureza.
5) Por que sementeira de paz, de amor, de fraternidade e de fidelidade ao Evangelho?
Diferentemente de outras confissões religiosas, nossa doutrina não divide a humanidade em criaturas de Deus e filhos de Deus, ao contrário, prega que todos somos filhos de Deus, com os mesmos deveres e direitos, convocados à comunhão fraterna.
Ao convocar os homens à confraternização, o espiritismo semeia os sentimentos de amor e paz por absoluta fidelidade ao Evangelho.
A paz, o amor, a fraternidade universais, a obediência aos preceitos compreendidos no Evangelho são metas a serem alcançadas pelo espiritismo.
6) Por que o espiritismo prova que a morte não existe e que a vida continua?
A doutrina vale-se de fatos atestados pela ciência e que não agridem a razão para mostrar que o túmulo não é o fim de tudo, nem uma porta encantada para as eternas delícias de uma contemplação ociosa, nem tampouco um salto no despenhadeiro fumegante do inferno odioso e inconciliável com a idéia de um Deus magnânimo. É, sim, o recomeço e continuação da verdadeira e definitiva vida - a espiritual - na busca da perfeição.

O espiritismo é isso aí, doutrina bendita e consoladora que nos aponta a grandeza e justiça divina e que nos revela que todos somos filhos de Deus e que ninguém é deserdado do bem supremo.
Cada Núcleo, cada Grupo, cada Centro Espírita é uma casa de assistência aos sofredores, um hospital para tratamento dos enfermos do corpo e da alma, uma escola que ensina os princípios da moral cristã e consolida os conhecimentos adquiridos pelo exercício da caridade e da solidariedade humana, um templo de fé e oração fundamentado na rocha da razão, erigido com as pedras dos ideais nobres e a argamassa do amor e decorado com o remate da simplicidade.

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Com colaboração, a tarefa que pretendo realizar torna-se mais interessante. Mais uma voz, pontos de vista sob diferentes enfoques. Falei em tarefa, mas não sei se posso dar essa qualificação ao contato que tenho mantido com vocês aqui. Pretendi uma conversa despretensiosa e cordial sobre assuntos atinentes à esfera releigiosa, onde qualquer pessoa, de qualquer religião, pudesse se expressar e debater pontos comuns às doutrinas existentes. Não logrei alcançar este objetivo. A proposta continua de pé. É uma forma de nos mantermos atualizados em matéria de religião.

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Uma prece agora cai bem. A gente sempre tem o que agradecer a Deus.

ORAÇÃO

POSSA HOJE A PAZ HABITAR DENTRO DE TI. CONFIA E RECONHECE QUE ESTÁS
EXATAMENTE ONDE DEUS TE QUER, NESTE MOMENTO. NÃO TE ESQUEÇAS NUNCA
DAS INFINITAS POSSIBILIDADES QUE NASCEM DA FÉ.
QUE POSSAS SEMPRE USAR EM FAVOR DO TEU IRMÃO OS DONS QUE RECEBESTE E MULTIPLICAR
INFINITAMENTE O AMOR QUE TE FOI DADO. CONTENTA-TE POR
SABERES QUE ÉS UM FILHO DE DEUS.

PERMITE QUE A TUA PRESENÇA PREENCHA TODO O TEU SER E DÁ À TUA ALMA A
LIBERDADE DE CANTAR, DANÇAR E AQUECER-SE AO SOL...
QUE ESTÁ AÍ PARA TODOS E CADA UM DE NÓS.

Oração recebida da irmã Leda Flaborea, sem indicação de autoria.

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Voltaremos breve.





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segunda-feira, maio 12, 2003

Para as mães que me lêem, vou postar um soneto e um poema lindo da Florbela Spanca.

Mãezinha
Andam em mim fantasmas, sombras, ais...
Coisas que sinto em mim, que eu sinto agora;
Névoas de dantes, dum longínquo outrora;
Castelos d´oiro em mundos irreais...

Gotas d´água tombando...Roseirais
A desfolhar-se em mim como quem chora...
- E um ano vale um dia ou uma hora,
Se tu me vais fugindo mais e mais!...

Ó meu Amor, meu seio é como um berço!
Ondula brandamente...brandamente... ..
Num ritmo escultural d´onda ou de verso!

No mundo quem te vê?! Ele é enorme!...
Amor, sou tua mãe! Vá...docemente
Poisa a cabrea...fecha os olhos...dorme...

E, em contrapartida, ainda da mesma poetisa,

Filhos

Filhos são as nossas almas,
Desabrochadas em flores;
Filhos, estrelas caídas
No mundo das nossas dores!

Filhos, aves que chilreiam
No ninho do nosso amor,
Mensageiros da felicidade
Mandados pelo Senhor!

Filhos, sonhos adorados,
Beijos que nascem de risos;
Sol que aquenta e dá luz
E se desfaz em sorrisos!

Em todo peito bendito
Criado pelo bom Deus,
Há uma alma de mãe
Que sofre p´los filhos seus!

Filhos! Na su´a alma casta,
A nossa alma revive...
Eu sofro pelas saudades
Dos filhos que nunca tive!...


Que tal? Saímos um pouco da temática religiosa, para espairecer, se bem que falar de mães e filhos é mesmo que contemplar uma religião.

Até o próximo encontro.





sábado, maio 10, 2003

A LENDA DAS DUAS TÍLIAS

Conta-se que, no pórtico da cidade de Listra, na Velha Grécia, havia duas tílias plantadas.
Os ramos das imensas árvores se enroscavam uns aos outros, parecendo uma única copa dotada de dois troncos.
Um dia, um ilustre visitante passou por ali e quis saber sobre as árvores de galhos entrelaçados.
Viu, perto dali, uma mulher da região que recolhia água de um velho poço, e lhe perguntou sobre as árvores singulares.
A mulher, sentindo-se homenageada pela curiosidade do estrangeiro, deteve-se e começou a contar:
“Dizem senhor, que nos idos tempos da Licaônia, depois que os deuses a construíram, resolveram vir visitá-la para saber se as coisas aqui estavam correndo bem.
Dois desses deuses: o pai dos deuses, Júpiter e o seu auxiliar direto, mercúrio, se transformaram em pessoas humanas comuns.
Vistoriaram toda a região e, ao entardecer daquele dia, os dois deuses começaram a bater nas portas das casas, mas nenhum dos habitantes de listra lhes oferecia pousada.
Então eles foram se afastando. E nos confins da Licaônia chegaram a um casebre em ruínas. Era uma casa muito velha, muito tosca.
Bateram na porta e uma mulher idosa, muito idosa, veio atender. Era Balsis, uma pastora da região, esposa de um lavrador que ainda se encontrava no campo.
Ao ouvir os dois homens lhe pedir guarida, Balsis foi tocada em seu sentimento e abriu-lhes as portas, fê-los entrar e serviu-lhes água fresca, enquanto dialogavam.
Logo depois, seu esposo Fílemon chegou dos campos e se somou à alegria da esposa em poder hospedar aqueles homens que andaram pelas estradas durante todo o dia.
Não tinham muito para ofertar, mas Balsis pediu ao esposo que fosse até à horta e colhesse algumas verduras para preparar um caldo e oferecer aos hóspedes.
Balsis puxou, de junto da parede, a única mesa que tinha no casebre. Uma mesa velha, de tampo esburacado.
Recobriu-a com a única toalha que tinha, guardada para ocasiões muito especiais, enquanto Fílemon retirou do armário alguns frutos secos, que Balsis mesma preparava, e uma bilha de vinho.
Após, sentaram-se junto com os dois visitantes para o rico banquete da família pobre.
Começam a tomar o caldo, a se alimentar com os frutos secos e perceberam, os dois velhos, que quando Júpiter e mercúrio se serviam do vinho, quanto mais vinho retiravam da bilha, mais vinho aparecia nela.
Entreolharam-se e deram-se conta de que essa era uma prerrogativa dos deuses. Aquilo em que eles tocassem se multiplicaria.
Júpiter percebeu e deu-se a conhecer. Apresentou Mercúrio, que era considerado deus dos oradores, e pediu aos velhos que não contassem a ninguém sobre suas estadas ali.
No dia imediato, antes de se despedirem, Júpiter abraçou os dois velhos e lhes fez uma proposta:
“Pela gentileza da hospedagem, pela boa vontade que nos apresentaram, eu gostaria de deixá-los à vontade para pedir o que quiserem e eu lhes garanto realizar.” Era o deus dos deuses que estava oferecendo o que eles quisessem.
Fílemon olhou a esposa, e esta lhe retribuiu o olhar. Eram velhos, tinham vivido na pobreza desde a juventude, quando se casaram.
Aquela idade não lhes pedia mais nada. Fílemon disse a Júpiter que não necessitavam de coisa alguma.
Mas Balsis lembrou-se de um detalhe. Segurou o braço do marido, voltou-se para Júpiter e disse-lhe:
Senhor, já que nós podemos pedir-lhe alguma coisa, eu gostaria de rogar que não permitisse que um de nós chorasse a morte do outro. Gostaríamos de pedir-lhe que, quando um de nós tombe nas mãos da morte, o outro possa acompanhar imediatamente, para que nenhum de nós tenha que chorar pelo outro.
Lágrimas escorreram pelas faces de Júpiter. O pai dos deuses emocionou-se e garantiu-lhe que o seu pedido seria atendido.
No dia em que Fílemon tombou, arrastado pelas mãos da morte, Balsis tombou sobre seu corpo.
E Júpiter, para homenagear o amor de ambos, plantou-os no pórtico da cidade de listra, na entrada da Licaônia, e os converteu em duas tílias, que estão floridas quase o ano inteiro.
Isso tudo para dizer que o amor é assim, é capaz de estar sempre florido, é capaz de doar-se perpetuamente.”

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em palestra de Raul Teixeira, no Teatro da Federação Espírita do Paraná, em 14/12/2002.
www.momento.com.br | suporte@momento.com.br


Gosto de lendas. Por isso, quis deixar uma para vocês. Espero que tenham apreciado.

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Já tive ocasião de falar aqui sobre Reencarnação e, agora, volto ao tema com uma história ilustrativa.

Você acredita em Reencarnação?

Depois de muito pensar, fui pedir autorização a minha amiga para contar sua história. A única objeção que ela fez foi a de colocar nomes e lugares. Portanto, os nomes e lugares serão inventados, mas a história é verdadeira e presenciada por mim.

O AMOR ULTRAPASSA A BARREIRA DOS TEMPOS

Já faz 5 anos que meu amigo morreu. Como esta internet voa longe pode ser que ela passe lá onde ele estiver e, com certeza ele vai gostar. Meu amigo, um longo abraço.
Na época em que o conheci, ele sofria de enormes crises de coluna. Tinha 58 anos, um coroa bonito, mas as dores haviam transformado sua fisionomia deixando-o com aparência de mais velho.
Fui contratado por ele para que lhe tirasse as dores. Foi um ano de muito exercício, mas enfim logramos êxito e as crises diminuíram muito. Como sempre acontece, acabamos por nos tornar amigos e muitas vezes escutei parte de sua vida. Uma vida de trabalho, pouco luxo, mas um coração enorme. Ele sempre me dizia que nunca havia gostado de ninguém, em seu peito existia um enorme vazio.
Várias vezes me contou sobre um sonho, que lhe era constante, de uma menina muito nova que lhe aparecia dizendo que já havia voltado e estava a sua procura. Minha cabeça cética, escutava, mas devo confessar que não o levava a sério.
Um dia, até por curiosidade fui com ele na casa de um grande amigo que faz retratos falado para a polícia e, durante três horas, ele foi descrevendo a moça e meu amigo desenhando. A mulher do desenho era muito bonita, aparentava uns 15 anos.
Ele colocou o desenho numa rica moldura e pendurou na sala de casa. Devo dizer que, a partir daquele retrato, ele me pareceu mais feliz.
Um dia, fui convidado a dar uma palestra-aula sobre exercícios de relaxamento para a coluna. Não sei por que, convidei-o para ir comigo... Lá chegando, já estavam várias pessoas, como sempre, a maioria de senhoras, e duas ou três meninas. Meu amigo procurou uma cadeira no semicírculo e eu me apresentei e sentei na cadeira central. Havia um tatame, onde eu apresentaria os exercícios. Como não levei ninguém comigo para tal demonstração, procurei entre as meninas e pedi que uma fizesse a demonstração comigo.
Após alguns segundos, levantou uma menina bonita, parecia uns 17anos, dizendo que não tinha nada na coluna, mas queria assistir a palestra e, portanto, não teria problema algum em fazer os exercícios.
Conforme ela se aproximava, vinha-me a impressão de que já a conhecia. Perguntei-lhe o nome e a apresentei ao grupo. Meu amigo ficou pálido e começou a passar mal. Ele parecia não poder respirar. Eu e a moça corremos até ele para socorrê-lo. Ele me olhava com um ar de espantado, seus olhos iam de mim para ela como se quisesse falar alguma coisa. Percebi no olhar da moça um enorme carinho.
Alguns minutos mais tarde, já refeito, ele me falou ao ouvido: - Jorge, é ela a moça que vejo nos sonhos! Você não se lembra do quadro?
Sem ter muito a dizer ou fazer, procurei acabar o mais rápido possível com a palestra. Notei que os dois se olhavam muito e comecei a ficar preocupado.
Enquanto fazia um exercício para relaxamento do tórax, a moça me falou: - Conheço seu amigo de algum lugar, de uma cidade a que nunca fui. Mais tarde, já em outro exercício, ela me confidenciou o nome e sobrenome dele, inclusive lembrando do nome da mãe, do pai e um irmão dele que já havia falecido.
Ai, Meus Deuses... a coisa estava ficando esquisita e resolvi terminar a palestra rápido para sair daquele embaraço. Rapidinho, dei os “finalmentes”, distribuí cartão para todos e fui tratando de responder às perguntas infindas que sempre vêm no final de palestras. No meio de tanta gente, meus olhos procuravam meu amigo e vi que os dois estavam conversando e dos olhos deles saiam lágrimas. Livrei-me de todos com uma desculpa e sai dali levando os dois comigo.
Logicamente, fui dando uma bronca nele (ao pé do ouvido)... Você é maluco? Uma menina...
Eles insistiram em conversar e fomos a um restaurante onde ficamos horas. A certa altura, ela pediu para ligar para mãe. Pedimos ao gerente para usar o telefone (naquela época o celular era raro) e, cerca de meia hora depois, entrava a mãe pelo restaurante, trazia um envelope na mão e eu pensei: Meu Deus estou frito...
A mulher se sentou e foi aí que vim a tomar conhecimento da história (para mim ainda incrível). A mãe tirou do envelope um desenho feito à mão pela moça e que era muito parecido com meu amigo.
Sintetizando a história:
Ele, quando menino, gostava de brincar com “ela”, só que, “na vida passada”, ela sofria de uma doença degenerativa e envelhecimento precoce. Não mexia nenhum músculo, apenas os olhos e, muito pouco, a boca. Ele era o único menino que não tinha nojo da baba que escorria pelo babador e passava horas a contar histórias e fazer graças para vê-la sorrir. Ela veio a falecer com 8 anos e meio e ele, segundo me havia dito, chorou muito.
Tudo isto contado por ela e confirmado pela mãe. Ele lembrava de tudo e confirmava lugares, casa, vila, cadeira de rodas até o barulho que uma das rodas fazia.
Não vou colocar mais detalhes por serem redundantes e poderia deixar passar alguma identidade.
Eu fiquei de boca aberta, sem falar quase nada e, quando falei, foi uma besteira sem limite.
A última frase que a moça falou ao sairmos do restaurante nunca mais me saiu da cabeça:
-Viveremos 7 anos de muita felicidade e voltaremos a nos encontrar.

Nunca vi um casal tão feliz em minha vida, dois anos mais tarde eles tiveram um filho e colocaram o meu nome (mal gosto). Eles voltaram para a cidade onde haviam vivido e compraram a casa velha onde ela havia morado. Na reforma, ele achou a pedra rosa que havia dado a “ela” a qual havia caído por um buraco no assoalho e que a moca “nesta vida” lembrou e pediu para ele procurar.
Mas, como tudo tem fim, a vaticinação da frase aconteceu e sete anos depois ele morria.
Eu chorei muito neste enterro. Ela e o meu xará ficaram todo o tempo do lado do caixão cantando e contando as histórias que ele havia contado para ela na outra vida.
Quando o caixão fechou ela falou: - Até breve, meu amor. Seu rosto era de paz e certeza do reencontro.
Há coisas que não explico e sinceramente prefiro apenas sentir.

- Até breve, meu amigo.
-Felicidades, minha amiga.
-Um beijo, Xará.

Jorge Reigada
Rio 31 de Janeiro de 2003

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E, agora, um belo pensamento para encerrar:

Ama. O amor profundo é a fonte da mais perfeita alegria.

De Lourival Fontes











domingo, maio 04, 2003

PAZ

Conservar a paz, em Cristo, não é deter a paz do mundo. É encontrar o tesouro eterno de bênçãos de cada dia. Não é fugir ao serviço; é aceitá-lo onde, como e quando determine a vontade d´Aquele que prossegue em ação redentora, junto de nós, em toda a Terra. (Vinha de Luz).

Não acreditemos em paz ambiental sem paz dentro de nós mesmos. (Reformador – 12/1948)

A fortuna suprema do homem é a paz da consciência pelo dever cumprido. (Paulo e Estêvão)

Poderá alguém insistir na obtenção da verdadeira paz, quando ainda disputa a ferro e fogo a posse de bens perecíveis? (Renúncia)

O que verificamos é que, sem a prática da fraternidade verdadeira, todos esses movimentos pró-paz são encenações diplomáticas sem fundo prático, não obstante intenções respeitáveis. (Emmanuel)

Não atingiremos a paz sem desculpar os erros alheios que, em outras circunstâncias, poderiam ser nossos... (Ave, Cristo!)


"Palavras de Emmanuel", Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel

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A RESPOSTA

O homem desesperado alcançou, um dia, a presença do Cristo e clamou:

- Senhor, que fazer para sair do labirinto da Terra? Tudo sombra... Maldade e indiferença, angústia e aflição dominam as criaturas que, ao meu ver, se debatem num mar de trevas... Senhor, onde o caminho que me assegure a libertação?

Jesus afagou o infeliz e respondeu generosamente:

- Filho, ninguém te impede de acender a própria luz.


Emmanuel/Chico Xavier

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VIDA FELIZ

Caminha um pouco ao ar livre.
Tranqüilamente, redescobrirás
a natureza que te abençoa a vida.

Espairece, saindo deste turbilhão
em que te encontras e deixa a
imaginação voar.

Evita os lugares movimentados,
para o teu passeio, e aspira o
oxigênio balsâmico da floresta,
da montanha, do mar...

Refaze conceitos, acalma-te e
abençoa a vida na forma como
se te apresente.

A tua atual existência é rica do
que necessitas para ser feliz!!!!

Divaldo Franco (Joanna de Ângelis)

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ORAÇÂO DE JESUS

Pai-Mãe, (...Respiração da Vida, Fonte do Som, Ação sem Palavras, Criador do Cosmos...)

Faça sua luz brilhar entre nós (...fora de nós...) e que possamos nos tornar úteis.

Ajude-nos a seguir nossos caminhos, respirando apenas o sentimento que emana de Você.

Una nosso "eu posso" com o Seu, para que nós possamos caminhar como reis e rainhas com todas as criaturas.

Que o Seu e o nosso desejo sejam um só, em toda luz assim como em todas as formas, em toda existência individual assim como em todas as comunidades.

Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois assim sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.

Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo possa iludir-nos e nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.

Não nos deixe ser tomados pelo esquecimento de que você é o poder e a força viva do mundo, a canção que se renova de tempos em tempos e tudo embeleza.

Possa o seu amor ser o solo onde cresçam nossas ações.


Ttexto extraído do jornal Folha do Estado (Cuiabá-MT) de 12/07/98 - pág 2A.


Compensei a demora do retorno?
Que a paz habite o coração de todos
Até outro dia





sábado, abril 26, 2003

Desta vez, demorei a retornar. Desde a Páscoa, não converso com vocês. Afazeres, muita coisa mesmo para resolver. Desculpem-me. Para compensar, reservei uma história linda e suave para vocês.

SEGURANDO UM AO OUTRO

A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta: seu filho está aqui.
Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.
O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama.
Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem.
Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo. Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo.
Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas.
A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a lhe dizer palavras de conforto, mas ele a interrompeu com uma pergunta: quem era esse homem?
Assustada, a enfermeira respondeu: eu achei que fosse seu pai!
Não. Não era meu pai, falou o jovem.
Eu nunca o havia visto antes.
Então, por que você não falou nada quando o anunciei para ele?
Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui.
E, como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado. Senti que ele precisava de mim.

Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor.
É tão triste viver na solidão!...
É tão triste não ter com quem contar num leito de morte!...
Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão. Ofereça-se para lhe fazer companhia, ainda que por alguns minutos.
Fique em silêncio, ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar.
Seja uma presença amiga, sincera, que proporcione segurança.
E, se você não tem um familiar enfermo, agradeça a Deus por isso e faça uma visita a alguém que precise de apoio.
Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena.
Pense nisso e procure ser a companhia de alguém que precisa de você neste exato momento.
da vida.
Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele.

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"Aquele que desperdiça o dia de hoje lamentando o de ontem, desperdiçará o de amanhã, lamentando o de hoje"
P. Raskin

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História e pensamento são o conteúdo de um delicado e-mail transmitido a mim por uma amiga e irmã de fé, a gentil
paulista Leda Flaborea a quem agradecemos a oportuna colaboração.


Até o próxino encontro. Muita paz para todos.